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quarta-feira, 2 de julho de 2025

⚠Prisão de um Cientista, prisão da Soberania

O ataque da Lava Jato ao Programa Nuclear Brasileiro e o silenciamento do Almirante Othon

No Brasil, cientistas que desenvolvem tecnologia de ponta são presos, enquanto rentistas, sonegadores e golpistas vivem em liberdade.

O caso do Almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, preso pela operação Lava Jato em 2015, é mais do que uma ação judicial: é um símbolo de como a Lava Jato atingiu o coração do desenvolvimento nacional.

O pai do programa nuclear brasileiro

Othon é considerado o cientista nuclear mais importante da história do Brasil. Foi ele quem liderou a equipe que dominou a ultracentrifugação, tecnologia usada para enriquecer urânio com fins pacíficos, e que colocou o Brasil entre os únicos países do mundo com autonomia nesse campo.

A partir dessa conquista, o Brasil construiu usinas nucleares, submarinos com propulsão nuclear e tecnologias de ponta  tudo sem depender de potências estrangeiras.

O buraco da Lava Jato

Com sua prisão, todo o Programa Nuclear Brasileiro foi paralisado ou desacelerado.
A narrativa construída contra ele, ainda cheia de lacunas e omissões e se encaixa numa lógica maior: criminalizar a ciência nacional, sabotar a soberania tecnológica e enfraquecer o papel do Estado brasileiro no controle de áreas estratégicas.

Enquanto a Lava Jato se apresentava como salvadora da pátria, ela desmontava pedaços inteiros do projeto de Nação soberana construído ao longo de décadas por cientistas, engenheiros e servidores públicos.

Ciência como ferramenta de soberania

Tecnologia nuclear não é só questão de energia. É projeto de futuro, autonomia, capacidade de dissuasão, e protagonismo global.

A prisão do Almirante Othon deve ser lida como um ataque político à ciência nacional, realizado sob a lógica do lawfare (uso da Justiça para fins geopolíticos).

O Brasil, uma potência agrícola, hídrica e energética, não pode aceitar ser uma colônia tecnológica.
Mas quando criminalizamos nossos próprios cientistas, entregamos bandeja de prata às potências que querem nos manter dependentes.

A quem serviu a Lava Jato?

Agora, com o distanciamento histórico e documentos se tornando públicos, fica cada vez mais evidente que a Lava Jato não foi uma operação anticorrupção pura.

Foi também um projeto geopolítico de desmonte do Estado, da engenharia nacional e das empresas estratégicas da Petrobras à Eletronuclear.

Resistir é relembrar

O caso do Almirante Othon precisa ser recontado, estudado e discutido nas escolas, universidades e redes sociais.

Porque não se trata só de uma prisão injusta. Trata-se de uma pergunta incômoda:

Até quando o Brasil aceitará ver seus maiores cérebros serem silenciados — enquanto o país afunda em dependência tecnológica?

📢 Leia a matéria completa da @equipeADG em:

🔗 Ópera Mundi – Prisão do Almirante Othon

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