O Brasil de saiu do Mapa da Fome. Isso é revolução.
Enquanto o mundo mergulha em guerras, genocídios e discursos vazios, o Brasil prova mais uma vez que a verdadeira revolução é colocar comida no prato do povo. Em julho de 2025, a FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) anunciou oficialmente: o Brasil está novamente fora do Mapa da Fome. Menos de 2,5% da população está em situação de subnutrição grave. Isso não é acaso. É política pública com coragem. É decisão de governo.
Foi
assim nos governos do PT. Foi assim com Lula, foi assim com Dilma. E agora, com
Lula de volta, o Brasil mostra que é possível, sim, enfrentar a miséria com
ações concretas, não com marketing.
Enquanto
muitos gritam “revolução” em microfones caros, sentados em estúdios pagos com
patrocínio sujo, o povo sabe onde está a verdadeira transformação: no campo, no
prato, na escola, no posto de saúde, no salário mínimo valorizado, no feijão
cozido no fogo baixo.
Não
existe revolução sem pão.
Nos
últimos anos, o Brasil voltou a ver a cara da fome. Crianças dormindo sem
jantar. Famílias inteiras dependendo de ossos e carcaças. A política de morte
que reinou entre 2019 e 2022 deixou cicatrizes profundas. O país que já havia
saído do Mapa da Fome em 2014 voltou a ele com 33 milhões de brasileiros
passando fome, o maior retrocesso social desde a redemocratização.
Mas
agora é diferente. O retorno de Lula à presidência, apesar de todos os ataques,
significa o retorno de uma lógica de governo que não aceita a miséria como
destino.
Do
outro lado do mundo, um povo morre de fome sob bombas.
Enquanto
o Brasil comemora uma conquista humanitária, não dá para fechar os olhos para a
tragédia em Gaza. As imagens que chegam de lá são insuportáveis: crianças
esqueléticas, mulheres buscando comida no lixo, civis morrendo sob o cerco de
um exército altamente armado. A fome, lá, é usada como arma de guerra. Um
genocídio televisado, com o apoio (ou silêncio cúmplice) de potências como os
Estados Unidos, a Europa e Israel.
É
revoltante ver países ricos falarem em direitos humanos enquanto financiam a
destruição de um povo inteiro. É doloroso ver que as mesmas nações que falam em
civilização são as que mais espalham a barbárie.
Lula
fala em paz. Fala em acabar com a fome. E isso incomoda.
Lula
é hoje um dos poucos líderes mundiais que fala com firmeza pela paz e pela
justiça social. Ele se recusa a aplaudir guerras, não se curva à lógica
armamentista e insiste: o mundo precisa de comida, escola e diálogo, não de
bombas.
Isso
incomoda. Incomoda quem lucra com a guerra. Incomoda quem quer manter os pobres
no chão. Incomoda quem chama de “polêmica” a defesa da vida.
O
sertão sabe onde mora a verdade
O
povo do sertão, que já sentiu na pele o que é a fome, também sabe o que é matar
a fome. Sabe o que foi ter cisterna na porta, escola funcionando, médico no
posto, comida na mesa. A memória do povo é viva — e é por isso que os gritos de
“fascista”, “monetizador de ódio” e “defensor de genocídio” não colam aqui.
Aqui
a gente sabe que política boa é aquela que muda a vida. E fome não espera
podcast.
📌 Olhos do Sertão é um espaço de
resistência. De denúncia. Mas também de celebração das vitórias do povo. Porque
vencer a fome no Brasil, mais uma vez é vitória de quem nunca desistiu de lutar
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