Translate / Tradutor

segunda-feira, 28 de julho de 2025

O Brasil de saiu do Mapa da Fome. Isso é revolução.

 O Brasil de saiu do Mapa da Fome. Isso é revolução.

Enquanto o mundo mergulha em guerras, genocídios e discursos vazios, o Brasil prova mais uma vez que a verdadeira revolução é colocar comida no prato do povo. Em julho de 2025, a FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) anunciou oficialmente: o Brasil está novamente fora do Mapa da Fome. Menos de 2,5% da população está em situação de subnutrição grave. Isso não é acaso. É política pública com coragem. É decisão de governo.

Foi assim nos governos do PT. Foi assim com Lula, foi assim com Dilma. E agora, com Lula de volta, o Brasil mostra que é possível, sim, enfrentar a miséria com ações concretas, não com marketing.

Enquanto muitos gritam “revolução” em microfones caros, sentados em estúdios pagos com patrocínio sujo, o povo sabe onde está a verdadeira transformação: no campo, no prato, na escola, no posto de saúde, no salário mínimo valorizado, no feijão cozido no fogo baixo.

Não existe revolução sem pão.

Nos últimos anos, o Brasil voltou a ver a cara da fome. Crianças dormindo sem jantar. Famílias inteiras dependendo de ossos e carcaças. A política de morte que reinou entre 2019 e 2022 deixou cicatrizes profundas. O país que já havia saído do Mapa da Fome em 2014 voltou a ele com 33 milhões de brasileiros passando fome, o maior retrocesso social desde a redemocratização.

Mas agora é diferente. O retorno de Lula à presidência, apesar de todos os ataques, significa o retorno de uma lógica de governo que não aceita a miséria como destino.

Do outro lado do mundo, um povo morre de fome sob bombas.

Enquanto o Brasil comemora uma conquista humanitária, não dá para fechar os olhos para a tragédia em Gaza. As imagens que chegam de lá são insuportáveis: crianças esqueléticas, mulheres buscando comida no lixo, civis morrendo sob o cerco de um exército altamente armado. A fome, lá, é usada como arma de guerra. Um genocídio televisado, com o apoio (ou silêncio cúmplice) de potências como os Estados Unidos, a Europa e Israel.

É revoltante ver países ricos falarem em direitos humanos enquanto financiam a destruição de um povo inteiro. É doloroso ver que as mesmas nações que falam em civilização são as que mais espalham a barbárie.

Lula fala em paz. Fala em acabar com a fome. E isso incomoda.

Lula é hoje um dos poucos líderes mundiais que fala com firmeza pela paz e pela justiça social. Ele se recusa a aplaudir guerras, não se curva à lógica armamentista e insiste: o mundo precisa de comida, escola e diálogo, não de bombas.

Isso incomoda. Incomoda quem lucra com a guerra. Incomoda quem quer manter os pobres no chão. Incomoda quem chama de “polêmica” a defesa da vida.

O sertão sabe onde mora a verdade

O povo do sertão, que já sentiu na pele o que é a fome, também sabe o que é matar a fome. Sabe o que foi ter cisterna na porta, escola funcionando, médico no posto, comida na mesa. A memória do povo é viva — e é por isso que os gritos de “fascista”, “monetizador de ódio” e “defensor de genocídio” não colam aqui.

Aqui a gente sabe que política boa é aquela que muda a vida. E fome não espera podcast.

📌 Olhos do Sertão é um espaço de resistência. De denúncia. Mas também de celebração das vitórias do povo. Porque vencer a fome no Brasil, mais uma vez é vitória de quem nunca desistiu de lutar

 

Nenhum comentário: