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domingo, 21 de junho de 2009

SOMOS AGORA O PAÍS DO PRESENTE

Caríssimos,

Cresci ouvindo que éramos o país do futuro. Cresci na ditadura militar que "esse é o país que vai pra frente" e "Eu te amo meu Brasil". Lembro-me que na escola depois de cantar o Hino Nacional tínhamos que cantar estas "músicas". Na minha cabeça de criança esas "músicas" eram mais importantes que o Hino Nacional pela forma insistente de ser cantado na escola, nas rádios e na televisão.

Éramos uma família que vinha de comunidade rural. Tudo era estranho na cidade, os carros, as pessoas, as ruas e na escola tínhamos que cantar estas músicas todos os dias. E fomos crescendo neste ambiente sem saber os horrorres da ditatura. No entanto, com o passar dos tempos fomos descobrindo que éramos devedores porque tínhamos uma dívida que foi aprofundada pela crise do pétroleo no início dos anos setenta.

Eu era um aluno nota dez em história na escola, mas só comecei a conhecer o meu país na faculdade, onde tive contatos com mais leituras, colegas e professores que discutiam as coisas do Brasil. Um novo mundo se abriu aos meus olhos, era o próprio Brasil que explodia em minha mente que através das leituras de sociologia, filosofia e psicologia se tornava mais real com suas potencialidaes e principalmente pelos seus problemas.

Naquele momento parecia surgir em mim o educador que sou hoje. Não pensava que poderia ser um professor e mesmo um educador. Tudo era estranho, mas ao mesmo tempo instigador, desde as primeiras aulas no estágio, desde os primeiros seminários. De certa forma, fui me constituindo um ser mais consciente de meu país, do meu povo.

Vivi de certa forma - Coração de Estudante, que poderia estar em qualquer lugar ou dentro do peito e ou bem mais perto do que as pessoas poderiam pensar ou imaginar. Não poderia acreditar que a forma como o país era administrado por ditadores poderia podar os meus pensamentos.

O milagre econômico não trouxe melhoras de vida. O bolo infelzimente estava nas mãos de poucos privilegiados, e cada vez mais o país se individava, o povo mais pobre e a comida muito administrada na mesa.

Os anos oitenta trouxeram o processo de redemocratização, vi e acompanhei as dirétas já, era um rapaz latino-americano sem dinheiro no banco, mas com muito sonhos ao terminar a faculdade em um momento de grandes transformações no mundo pela queda do muro de Berlim, pela queda do império soviético. Parecia que o século XX tinha virado poeira com estes acontecimentos históricos.

Parecia a mim que tínhamos entrado em um novo tempo, mas com a eleição de Collor as esperanças viraram pó. Aquele momento foi especial porque já atuava como educador em comunidades rurais e já era filiado ao partido dos trabalhadores. Foi uma luta bonita travada com ideais, sonhos e esperança de um país melhor e para fazer brilhar a nossa estrela e uma das banderias era o fora o FMI, e uma auditoria na dívida externa.

Eu não aceitava que um país como o nosso, com o seu potencial cultural, natural, com a força de eu povo, com as suas dimensães continentais pudesse dever tanto. Eu questionava: meu Deus, como podemos dever tanto, como a incompetência dos governos passados nos legou um futuro incerto e cheio misérias. Éramos apenas o país do futuro, não tínhamos presente porque vivíamos sobre a ditadura dos organismos internacionais com governos subservientes aos interesses estrangeiros, sendo o último representante, o boca de sovaco, conhecido popularmente por Neobobo FHC.

Esse foi o governo mais entreguista da história republicana. Não entregou uma parte do território brasileiro - Base de Alcântara - aos americanos porque os militares brasileiros se rebelaram, como também a oposição brasileira. Pergunto: se o Brasil tivesse aderido a ALCA, como estaríamos nesta crise? Por favor, não pense porque estaríamos arruinado neste momento.
O certo, agora é que temos presente, ainda temos muitos problemas, mas o mais importante agora é que encontramos o caminho para resolvê-los com melhor administração, com governos comprometidos com o seu povo, com escolas e universidades com qualidade de ensino, com políticas sociais de distribuição de renda tirando uma boa parte de nosso povo da miséria e da exclusao social. Somos agora um país do presente, tenho dito. Luís Moreira.

O povo brasileiro encontrou o seu caminho, veja o que diz o post de Conversa Afiada - De país do futuro, Brasil se tornou um país do presente.

JOGANDO BONITO E DANDO ESPETÁCULO, QUEM VAI QUERER MUDAR O TIME?

Caríssimos,

Alguns só conseguem ver crises, ameaças, outros conseguem perceber oportunidades. Na crise atual, o processo decisório é mais complicado dados os elementos entrelaçados de tal magnitude, que poucos percebem as melhores soluções ou as causas. Os efeitos todos sabem, talvez as causas, mas buscar soluções para os problemas, principalmente diante do olho do furacão como estar a economia global é muito complicado.

Neste sentido, os prognósticos dos organismos financeiros internacionais estão errando feio, isso porque não previram as decisões corretas do governo Lula e o nosso mercado consumidor que é um dos mais dinâmicos do mundo.

A mídia desesperadamente, depois de setembro de 2008, depois da quebra do banco americano, alardeava sem dó a crise mundial. Era de uma violência sem tamanha porque necessitava paralisar o Brasil, custo o que custasse.

O Lula vinha à televisão para falar de esperança, de bons ventos e acalmar os empresários e o próprio povo, mas o PIG. O PIG falava e ainda fala que o mundo vai se acabar e que o Brasil seria afetado seriamente pela crise. Na realidade, o PIG queria que o Brasil quebrasse como aconteceu nas mãos de FHC por três vezes.

No entanto, não só o Brasil quebrou, como acabou de emprestar dez bilhões de dólares ao FMI. Pergunto, como explicar esta situação ao mais humilde dos brasileiros? Como a oposição explicará aos brasileiros que o Brasil agora é credor do FMI?

Realmente, o PIG, os DEMO-TUCANOS, estão sem discursos, sem ouvintes e sem eleitores. Diante do que está se apresentando o cenário econômico, creio com mais confiança que o Lula fará a sua sucessora. Definitivamente o PT e partidos aliados ganharão a eleição em primeiro turno, seja quem fo o candidato. Qual o eleitor brasileiro vai querer mudar time que está ganhando, ganhando jogando bonito e dando espétaculo, QUEM VAI QUERER MUDAR O TIME? O que sobre para oposição? Sobra CPF e denúncias vazias porque não tem discurso, programas, projetos para o país. Eu estou muito curioso para saber o que oposição DEMO-TUCANA vai oferecer aos brasileiros que estão vendo o seu país, que agora não é mais do futuro, mas do presente. O Brasil, no governo do PT saiu do discurso para vivenciar um presente de grandes transformações sociais, políticas e econômicas. O discurso vazio da ética, das denúncias vazias não pega mais.

Veja o texto abaixo do sitio VERMELHO.

Enquanto oposição e pretendentes à sucessão de Lula torcem pela queda de sua popularidade, o governo radicaliza, protege a economia com distribuição de renda e se fortalece. Acertos do governo nas áreas social e econômica deixam oposição sem discurso, restrita a atrapalhar no que puder via CPIs

Por Bernardo Kucinski*, na Revista do Brasil - A crise como oportunidade.

O cavalo-de-pau dado pelos bancos americanos e europeus nas finanças mundiais pegou a economia brasileira no exato momento em que se preparava para um salto de qualidade que a levaria a um novo milagre econômico, desta vez com distribuição de renda e sem ditadura. O governo respondeu atacando pela primeira vez o cerne do poder financeiro: a extorsiva taxa básica de juros.

Em setembro do ano passado, quando a crise dos bancos explodiu, a economia brasileira estava crescendo a uma taxa anual da ordem de 6,8%. Os investimentos em novas máquinas, galpões e infraestrutura haviam chegado a 20% do Produto Interno Bruto (PIB), uma taxa só comparável à dos primórdios do milagre econômico. Em todo o país empresas planejavam a expansão, depois de quatro anos de crescimento médio acima de quase 5%.

Os primeiros efeitos da crise entre nós foram a disparada do dólar e o corte súbito dos empréstimos bancários. O dólar foi de R$ 1,70 em setembro para R$ 1,90 em outubro e terminou o ano perto de R$ 2,40 porque os especuladores correram para a moeda como refúgio. Empresas que deviam aos bancos com aquela maldita cláusula que multiplicava os custos do empréstimo exponencialmente a partir do dólar a R$ 1,80 começaram a anunciar prejuízos milionários.

Os financiamentos de fora, que representavam cerca de 10% do total, secaram de um dia para o outro com o colapso do Lehman Brothers. Os de dentro secaram porque os bancos ficaram sem saber que outras empresas também estavam quebradas, além das que admitiram as perdas publicamente.

O governo diagnosticou corretamente que era preciso, antes de tudo, estancar a disparada do dólar e restabelecer a confiança no sistema bancário. Para segurar o dólar, o Banco Central sacou das reservas internacionais e entrou vendendo a moeda americana.

Anunciou a ampliação da garantia de depósitos e aplicações para até R$ 20 milhões para instituições menores em dificuldades de liquidez, visando desarmar qualquer risco de uma corrida aos pequenos bancos, os mais vulneráveis ao fim dos financiamentos externos. Também reduziu para esses bancos o chamado compulsório – que é o volume de depósitos dos clientes que os bancos têm de recolher ao Banco Central e não podem ser usados para empréstimos.

Tudo isso foi feito sem alarde, enquanto a maioria dos jornalistas “especializados” fazia exatamente o contrário, alimentando o pânico e uma visão pessimista do futuro. Marcos Nobre, que não é jornalista (é professor do Departamento de Filosofia da Unicamp), escreveu em sua coluna na página 2 da Folha de S.Paulo que Lula foi rápido, eficiente e focado: “Rompeu pela primeira vez o terrorismo econômico que se instalou desde a globalização econômica da era FHC”.

Nobre lembrou ainda a importância das políticas de valorização do salário mínimo e sua extensão aos benefícios da Previdência, robustecendo o mercado interno, que acabou sendo a plataforma de recuperação. Tudo aquilo que os tucanos, demos e seus seguidores na imprensa criticavam como errado é o que está nos ajudando nesta crise.

Reação radicalizada

Mesmo com a reação vigorosa e correta do governo, a maioria das empresas teve de cancelar, reduzir ou adiar investimentos. Além da asfixia da falta de crédito, contratos de exportação foram subitamente suspensos. Como eram os investimentos que naquele momento puxavam o crescimento da economia, deu-se uma queda dramática na produção industrial e na taxa de expansão do PIB. Um coice muito pior que o dado por Antonio Palocci, então ministro da Fazenda, no primeiro ano do governo Lula.

Daquela vez o PIB ainda cresceu mísero 1,3%. Agora houve queda de 3,6% no último trimestre de 2009 em relação ao trimestre anterior. E a produção da indústria despencou 25% – número impressionante, como se indústrias inteiras tivessem parado de produzir.

Lula então radicalizou. Fez da crise uma oportunidade para deflagrar mudanças estruturais há muito desejadas pelos setores mais esclarecidos da sociedade, mas até então levadas em marcha lenta. Era a hora de tentar quebrar o domínio do capital financeiro e do mito por ele alimentado há décadas, de que no Brasil não pode haver taxa básica de juros abaixo dos 10%.

Os bancos privados continuavam a não emprestar? Que entrem em cena os grandes bancos estatais. Mais uma vez se mostrou a importância de terem sido estancadas as privatizações promovidas pelo tucanato no setor bancário. Graças ao Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Caixa Econômica Federal e BNDES, o governo contra-atacou oferecendo crédito que os bancos privados negavam.

Não houve hesitação. O BNDES já tinha atingido o limite de empréstimos em relação ao seu capital? Pois aumente-se o capital do BNDES. O presidente do Banco do Brasil não entendeu o caráter excepcional da situação e continuou se comportando de modo burocrático? Pois troque-se o presidente do Banco do Brasil.

Mas o gesto mais importante foi o ultimato dado a Meirelles para que forçasse um corte nos juros da taxa básica, a Selic, que o governo paga pelos títulos de sua dívida. Os neoliberais que ainda controlam o Banco Central haviam cometido o desatino de elevar mais esses juros em plena crise, de 13% para 13,75%, sob o falso pretexto de que a inflação ainda era um perigo, quando a mãe de todos os perigos já era a recessão que em todo o mundo ocidental se espalhava como uma pandemia.

Enquanto bancos centrais cortavam os juros radicalmente para tentar tirar a economia do atoleiro, aqui, nossos neoliberais faziam o contrário. Apenas a partir de janeiro, em um reconhecimento explícito do erro, começaram as sucessivas quedas nas reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom); foram cortados 3,5 pontos e a Selic chegou a 10,25%.

Menos impostos

A derrubada da taxa básica não ajudou muito a abrir as torneiras do crédito privado, mas a economia com o pagamento de juros da dívida pública interna permitiu reduzir impostos e expandir a rede de proteção social sem aumentar o déficit federal. É uma transferência de renda dos mais ricos para os mais pobres. Dos que vivem de renda para o mercado interno de consumo.

O primeiro a ser reduzido foi o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos carros. Medida importante dado o peso dessa indústria na economia, embora capenga do ponto de vista da necessidade de transformar nosso padrão de consumo. Teria sido melhor associá-la à introdução do carro elétrico, que já é uma realidade em muitos países, a modelos menores e menos poluentes e ao transporte coletivo.

As falências da GM e da Chrysler nos Estados Unidos mostram que se esgotou o modo de produção de carros baseado no lançamento de novos e caros modelos todo ano.

Curiosamente, essa medida de Lula a imprensa não criticou, tal é a força da indústria automobilística entre anunciantes e, indiretamente, entre os jornais. Com as megafusões de cervejarias, bancos, telefônicas, entre outras, acabou a guerra de propaganda em alguns setores, o que, somado a novas limitações nos anúncios de bebidas e cigarros, tornou os comerciais de carros vitais à sobrevivência dos jornais.
Depois o governo cortou impostos em mais uma dúzia de itens importantes, incluindo eletrodomésticos, materiais de construção e motos. E

m alguns casos, o IPI foi zerado. Lula também ordenou à Petrobras que aumentasse seus investimentos. A Petrobras é tão relevante na economia brasileira que seus recursos em infraestrutura são da mesma ordem da soma de todos os demais investimentos do mesmo tipo do governo federal. O que fazem os tucanos e os demos? Pedem uma CPI da Petrobras.

Outra frente em que Lula radicalizou foi na busca da unidade dos governos sul-americanos. Principalmente para desarmar as tentativas de guerra comercial que sempre acontecem em momentos de desespero econômico. Primeiro, mandou que fosse elevado o limite dos convênios de créditos recíprocos.

Esse é um mecanismo pelo qual os BCs acertam entre si, apenas de tempos em tempos, o saldo das transações das empresas de cada país, não sendo preciso acertar cada uma das transações. Desse modo, é possível continuar o intercâmbio comercial, mesmo na falta de financiamentos ou de reservas de moeda forte. Além disso, o BNDES abriu uma linha de crédito especial para empresas argentinas. E mais: o Brasil criou um fundo de R$ 10 bilhões para empréstimos a países do continente, que podem ser saldados em moeda própria.

Oportunismo

Enquanto isso, os governadores pouco fizeram para ajudar a tirar a economia da recessão. Poderiam reduzir o ICMS, principal imposto estadual – e pesado, em alguns casos chega a 30%. Apenas Roberto Requião, no Paraná, reduziu o ICMS, e de modo amplo: em 95 mil itens de consumo popular. No Mato Grosso a medida foi adotada para o gado em pé, mas só em uma pequena região, para tirar os frigoríficos do sufoco.

Em Goiás, sobre o álcool. Houve algumas outras reduções isoladas, como a do ICMS sobre a indústria naval no Rio de Janeiro e sobre o feijão em São Paulo, mas não para combater a recessão, e sim como parte de uma eterna guerra fiscal entre estados. O Rio quer atrair a indústria naval de São Paulo. São Paulo quer proteger o feijão paulista do de Minas.

O governador José Serra, de São Paulo, onde está 35% da indústria do país, prometeu cortar impostos em materiais usados na produção para exportação, mas ficou só na retórica. Enquanto isso, partiu para a implantação agressiva de dezenas de pedágios novos em todas as rodovias estaduais, além do aumento de preço dos já existentes, para ampliar a arrecadação.

A medida incide diretamente sobre o custo dos transportes e, portanto, dos alimentos. Já são 112 os pedágios estaduais. Na Rodovia Marechal Rondon, um trecho entre Bauru e Campinas – importante eixo de transporte de alimentos – que antes custava R$ 7,40 sai agora por R$ 18,80.

A lógica desses governadores: mais impostos para construir mais pontes, viadutos e estradas, não porque criam emprego, mas porque têm visibilidade, trazem mais votos do interior e mais apoio das empreiteiras. De olho na sucessão de Lula, acreditam que podem tirar proveito eleitoral se a recessão derrubar a popularidade do presidente.

Lula, generoso e manhoso, ainda deu uma colher de chá postergando pagamentos de dívida das prefeituras com o INSS e oferecendo aos estados um empréstimo de R$ 4 bilhões para pagar em oito anos, com um ano de carência.

Com tudo isso, a economia brasileira ainda não voltou aos níveis pré-crise. A indústria se recupera lentamente e a situação do emprego continua delicada. Todo o horizonte se modificou. O plano de construção de 1 milhão de moradias populares fortemente subsidiadas é mais uma cartada dessa radicalização.

Por isso mesmo, governadores e prefeitos demos e tucanos relutam em aderir. Lula cresceu com a crise. A oposição encolheu. O país enfrenta uma encruzilhada, ou radicaliza, ou regride.

* Bernardo Kucinski éjornalista e professor da Universidade de São Paulo, é autor, entre outros, de “A síndrome da antena parabólica: ética no jornalismo brasileiro” (1996) e “As Cartas Ácidas da campanha de Lula de 1998” (2000).

quinta-feira, 11 de junho de 2009

O FUNDO VAI AO BRASIL

Caríssimos,
Passei a vida toda vendo o FMI elaborar as políticas públicas para o nosso país. Éramos um país desgraçado pela elite hipócrita e sem vergonha. Talvez, de forma ingênua, gritávamos fora FMI cada vez que uma missão vinha ao nosso país dizer o que nós deveríamos fazer. Perdemos três décadas de nossas vidas com políticas ineficazes e de um governo entreguista DEMO-TUCANO - era FHC envaidecido pelo pode e de tanto admirado pelo presidente americano quebrou o país três vezes.
Pois bem, não é que o Brasil vai emprestar dinheiro FMI e não é que o PIG não está gostando desta idéia? Qual seria a manchete que o PIG não dá?
O empréstimo é sim um acontecimento importante porque acontece em um momento de crise profunda no mundo. Em outros tempos estaríamos de píres na mão com o FMI. O PIG não reconhece este giro de trezentos e sessenta graus que o Brasil deu para o seu povo e para o mundo.
Brasil vai comprar bônus do FMI no valor US$ 10 bi, anuncia Mantega, esta é a manchete que o PIG não gostaria de dar. Alías, eles estão perdidos no combate ao governo Lula para eleger SERRA.

BLOG FATOS E DADOS

Caríssimos,
O blog FATOS E DADOS realmente é o fato mais importante acontecido nestes últimos dias. O PIG balançou nas cordas. Globo, Folha, Estadão e Veja, como "donos" da verdade, sentiram o golpe. Ainda não podemos dizer que é o golpe da misericórdia, mas vejo que a blogosfera está desnudando a forma hipócrita de fazer jornalismo neste país, como se todo leitor fosse um imbecil, incapaz de pensar e perceber as manipulações grotestas destes jornais. Eles são incapazes de assumirem a partidarização e que o candidado deles (Globo, Folha, Estadão e assemelhados) SERRA está sem discurso e com medo de perder novamente.
Caríssimos vamos ganhar este eleição de 2010 porque o Brasil mudou e está mudando. O povo sente um Brasil em transformação com melhor qualidade de vida para todos.
Concordo com o Escrivinhador - Rodrigo Viana de que é preciso criar o Blog do PAC. Para combater o PIG e suas hipocrisias devemos utilizar com força o poder da informação.


segunda-feira, 8 de junho de 2009

RELATO IMPORTANTE DE QUEM ESTEVE NA GLOBO

Caríssimos, o relato abaixo do Azenha é sintomático e mostra realmente a forma como o PIG trabalha. Vale tudo para desconstruir a imagem do PT e do governo Lula. Digo novamente, este pessoal DEMO-TUCANO só ganha eleição porque tem a logística do PIG que é o verdadeiro partido da impreensa golpista e que faz oposição radical ao govero Lula. Globo, Folha, Veja, Estadão e assemelhados estão unidos para produzir notícias que possam impactar ou empatar o jogo para o SERRA. O desespero desta gente e grande para eles vale tudo, inclusive acabar com a imagem da uma empresa do porte da PETROBRÁS.

Veja o texto abaixo de Azenha.

por Luiz Carlos Azenha

Eu já passei por isso. Já senti isso na própria pele.

Eu era repórter da TV Globo. Estavam andamento três CPIs no Congresso. A CPI do Mensalão. A CPI dos Correios. No Senado, a CPI do Fim do Mundo.

Eu acreditava piamente que as CPIs se destinavam a esclarecer.

Colaborei com uma delas, a CPI dos Correios, ao fazer uma denúncia de uso de caixa dois na campanha do PT em Goiás. Denúncia baseada em dados cristalinos. Mas estranhei: quando o acusado foi depor e disse que tinha ajudado outros partidos além do PT, a denúncia foi "arquivada".

Ou seja, vi com meus próprios olhos: acusar o PT, tudo bem; acusar o PSDB ou o PFL, aí não é notícia. Ou é menos notícia.

Isso em 2005/2006.

Agora, véspera de ano eleitoral, a manobra é a mesma. CPI das ONGs + CPI da Petrobras. É a oposição em campanha, com a colaboração da mídia corporativa.

Vale qualquer acusação. Publica primeiro para checar depois. O objetivo é estabelecer que a Petrobras é um tremendo cabide de emprego e que o "aparelhamento" serve ao atual governo.

Esse é o "modus operandi".

Um, de muitos exemplos: um jornal paulista publica que a Petrobras tem 1.150 jornalistas. A empresa desmente. Mas o jornal não publica desmentido com o mesmo destaque da acusação. Aliás, nem publica o desmentido.

A quem serve o jornal?

terça-feira, 2 de junho de 2009

O ESTUPRO II DE SERRA NA POBRE EDUCAÇÃO POBRE DE SÃO PAULO.

Caríssimos,

Do blog da amiga Márcia O Brasil que eu Quero tem um texto esclarecedor sobre o envolvimento do secretário de Serra com livros didáticos. Vamos conferir, veja o post abaix tirado do blog desta companheira de luta.

Da Apeoesp

Professores participam de assembleia na Praça da República e aprovam greve a partir de 03 de junho de 2009 contra os PLCs 19 e 20.
Foto: Robson Martins

Governo nomeia relatores especiais e não discute PLCs 19 e 20 na Alesp Governo José Serra, confirmando perfil antidemocrático, vem se recusando a debater nas comissões permanentes da Assembléia Legislativa os Projetos de Lei Complementares 19 e 20, que tramitam em regime de urgência naquela Casa...CONTINUE LENDO

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