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domingo, 28 de abril de 2019

A entrevista do Lula que balançou o país e o mundo.




Todo o brasileiro e toda a brasileira deveria assistir essa entrevista de Lula. Uma entrevista que mostra o Lula como consciência do Brasil.

O Lula tem total consciência do papel do Estado no desenvolvimento do Brasil. Empregos são gerados a partir de decisões do governo, como a liberação de recursos da Caixa Econômica para o povo o povo fazer "puxadinhos". E com isso, foram criados mais de 10 fábricas de cimento no país. 

Frases do Lula


O Peru é uma coisa interessante. O país cresce a uma taxa de 5% ao ano e o presidente peruano tem 10% de aprovação. E qual é o problema?

O problema é que o país cresce 5% e  a miséria cresce 10%. A miséria sempre está à frente do crescimento do país. 

“Lamento profundamente o desastre que está acontecendo neste país, e é por isso que eu me mantenho em pé. No dia que eu sair daqui –eles sabem--, eu estarei com o pé na estrada para, junto com este povo, levantar a cabeça e não deixar entregar o Brasil para os americanos. Acabar com esse complexo de vira-lata! Eu nunca vi um presidente ficar batendo continência para a bandeira norte-americana. Eu nunca vi um presidente ficar dizendo: ‘Eu amo os Estados Unidos!” Alguém acha que os Estados Unidos vão favorecer o Brasil?”

sábado, 30 de março de 2019

O MINISTRO ERNESTO ARAÚJO E SEU DESEJO DE DESCONSTRUIR

Ernesto Araújo - Ministro das Relações Exteriores do Governo Bolsonaro




por: Webston Moura*

Ernesto Araújo, ministro das Relações Exteriores do governo Bolsonaro, disse, em entrevista, ser o nazismo um movimento de esquerda, o que causou protesto da parte de historiadores e outras pessoas interessadas no assunto. A opinião do ministro coloca o Brasil no alvo de crítica internacional, dado o fato de que nem a Alemanha, país onde o nazismo aconteceu, afirma ter sido tal movimento de orientação esquerdista.

No portal “DW.COM”, onde se pode acessar matéria cujo título é “”Nazismo de esquerda”: o absurdo virou discurso oficial em Brasília”, lê-se:

Na Alemanha, durante as pesquisas e debates sobre o Terceiro Reich, iniciadas nos anos 1960, chegou a haver tentativas de classificar esse regime como um movimento socialista, no entanto, há décadas não restam mais dúvidas, nos âmbitos acadêmico, social e político, sobre a natureza de extrema direita do nazismo.(https://www.dw.com/pt-br/)

Uma das delicadezas da questão tem exatamente a ver com o que diz o título da matéria do “DW.COM”, que é o fato de ser discurso oficial de um governo, ao menos de um de seus principais ministros, discurso este que não foi rebatido, ao que se sabe, por nenhum membro deste governo.

Vale lembrar que Ernesto Araújo é um dos ministros indicados pelo guru da extrema-direita Olavo de Carvalho, o qual, segundo matéria do portal “The Intercept”, tem uma estranha obsessão pelo furico alheio (Ver matéria: https://theintercept.com/).

A opinião do ministro rima bem com as demais trapalhadas e outras bizarrices do governo Bolsonaro, que, sugestionado por uma ambição de desfazer e desconstruir, opta por querer “refazer” o sentido histórico de certos acontecimentos, conceitos e afins, como é o caso de sugerir que se comemore o 31 de março de 1964, quando os militares tomaram o poder e instauraram uma ditadura que durou 21 anos.

Espera-se, contudo, que a sociedade brasileira reaja adequadamente a essas intenções e refute-as, para que as novas gerações não se contaminem de invenciones e deturpações.

│Webston Moura mantém o blog: https://webstonmoura.blogspot.com/

domingo, 4 de novembro de 2018

O 18 BRUMÁRIO DE JAIR BOLSONARO

Por que Bolsonaro, um deputado medíocre, inexpressivo, foi eleito presidente da quarta maior democracia do mundo?
Um texto alvissareiro para compreender a ascensão de um militar medíocre à oitava economia do planeta  por Rodrigo Perez Oliveira, professor de Teoria da História na Universidade Federal da Bahia, com ilustração de Pelicano

“Demonstro nesse livro como a luta de classes na França criou circunstâncias e condições que possibilitaram a um personagem medíocre e grotesco desempenhar um papel de herói.”

Assim, com essas palavras, Karl Marx inicia o livro “O 18 Brumário de Luís Napoleão Bonaparte”, publicado em 1852. No texto, Marx se pergunta como um sujeito medíocre e grotesco conseguiu se tornar o líder máximo da sociedade que meio século antes havia experimentado a mais importante revolução social da história moderna.
Aqui, neste ensaio, me inspiro em Marx para formular minha própria pergunta:
Por que Jair Bolsonaro, até então um deputado medíocre, inexpressivo, foi eleito presidente da quarta maior democracia do mundo?
Meu esforço aqui é o de entender o capital político que impulsionou o bolsonarismo. Esse capital político é substância composta e heterogênea. Neste texto, pretendo decompor essa substância, trazendo à luz cada um dos seus elementos.

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Carta do Lula: para o Brasil voltar a ter futuro.

Uma coisa que ninguém ainda entendeu. Essa eleição é diferente de todas as outras. Está em jogo algo muito maior, o país. Não existe plano B, C e D. O plano que está posto é a disputa da Nação brasileira que está sendo desintegrada, o qual o melhor projeto é representado por Lula. O povo tem esse sentimento e o quer novamente. O projeto que está aí é para que o país se torne apenas um exportador de produtos primários e minérios. Leia mais sobre o que está estratégia, pensamento estratégico. Lula quando vinha tocando os projetos de distribuição de renda está muito bem para as elites internas e externas, mas quando Lula começou a pensar e desenvolver estratégias para o país (pré-sal, banco BRICs, submarino nuclear, produção de de aviões e ser protagonistas nas relações internacionais e nos fóruns de discussão multilateral - a relação SUL/SUL e ameaçando os interesses dos EUA e dessa elite lesa-pátria, o golpe foi dado a partir das manifestações de Junho-2013. Então. não cabe outro plano. O Lula sabe disso e o povo expressa parte do seu pensamento nas intenções de votos e nas pesquisas. O plano é Lula - o plano é a retomada do Estado social e também da soberania brasileira sobre suas riquezas, pré-sal, energia, água, tecnologia, EMBRAER e o reconhecimento do Brasil como Nação que produz tecnologia e conhecimento.



Luís Inacio Lula da Silva

O governo Michel Temer, nascido de um golpe parlamentar, é ameaça crescente à soberania nacional. As forças políticas e econômicas que o sustentam, atreladas a interesses estrangeiros, romperam com a Constituição e a democracia para impor uma agenda que dilapida as riquezas brasileiras, desagrega o Estado e interrompe a integração latino-americana. A descoberta das reservas do pré-sal despertou intensos movimentos geopolíticos, incluindo operações de espionagem e sabotagem, cujo objetivo primordial é disputar o controle dessa imensa fonte de desenvolvimento. Como de hábito em nossa história, parte expressiva de nossas elites se associou a esses interesses espúrios. Colocou-se em funcionamento, então, uma estratégia de desestabilização da ordem constitucional.

domingo, 18 de março de 2018

É importante lembrar a participação do PSDB no golpe e no governo do TEMER para a desintegração do Estado brasileiro a favor dos EUA.



Em 2018 as esquerdas - PT, PC do B, PSOL, PCO precisam focar na eleição da maior bancada progressista da história da República Federativa do Brasil. E precisa lembrar ao povo brasileiro a participação do PSDB-DEM-PPS e partidos do centrão na desintegração das políticas sociais de mobilização social do governo popular de Lula. 

Da Folha:

Defensor da permanência do PSDB no governo do presidente Michel Temer, o ministro Aloysio Nunes (Relações Exteriores) diz que seu partido precisa “baixar a bola” e deixar de pensar que abandonar o barco vá salvá-lo nas próximas eleições.

“Achar que se afastar deste governo e contribuir para a sua queda vai salvar o PSDB nas eleições é subestimar a inteligência do povo brasileiro. O fato de sair do governo não vai fazer com que o sujeito emirja da pia batismal vestido de branco, ‘não tenho nada a ver com essa situação’. Temos, sim [bate a mão na mesa]. Nós criamos essa situação”, disse em entrevista à Folha.