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sábado, 21 de junho de 2025

Mais uma Guerra? O Irã pode ser o novo cemitério dos EUA

 



Mais uma Guerra? O Irã pode ser o novo cemitério dos EUA

As guerras imperiais dos Estados Unidos seguem o mesmo roteiro: arrogância, desprezo pelas culturas locais e uso desenfreado da força militar. Mas o resultado, muitas vezes, é o oposto do planejado. O Vietnã ensinou. O Afeganistão gritou. Agora, o Irã pode ser a próxima tragédia anunciada.

Os Fantasmas do Passado

Vietnam (1955–1975):
Um povo disposto a tudo para manter sua soberania derrotou a maior potência militar do mundo. O Vietnã mostrou que tanques e bombas não vencem a dignidade de um povo unido.

Afeganistão (2001–2021):
Duas décadas de ocupação. Trilhões de dólares gastos. Milhares de vidas perdidas. E no fim? O Talibã voltou ao poder no mesmo dia em que o último soldado americano saiu. A retirada foi tão humilhante quanto previsível.

 O Irã não é um alvo fácil

O Irã não é uma nação frágil. É uma potência regional com uma história milenar, um povo orgulhoso, forças armadas treinadas e redes de aliados como o Hezbollah, milícias no Iraque, Síria e Iêmen. Qualquer agressão pode incendiar todo o Oriente Médio — e com ele, a economia mundial.

·        Terreno difícil

·        População de 88 milhões

·        Capacidade de guerra assimétrica

·        Influência regional consolidada

Atacar o Irã seria como abrir as portas do inferno geopolítico.

O Custo da Arrogância Imperial

Os EUA parecem não ter aprendido nada com suas derrotas. Insistem em ver o mundo como tabuleiro, os países como peças, e os povos como obstáculos. Essa lógica colonial, revestida de “liberdade” e “democracia”, tem deixado rastros de sangue e ruínas por onde passa.

Uma Guerra que pode acender o mundo

Se o Irã for atacado, não será uma guerra localizada. Israel, Líbano, Síria, Iêmen, Iraque e até potências globais como Rússia e China serão afetadas direta ou indiretamente. A guerra pode ser o estopim de um conflito maior — ou até de uma nova ordem mundial.

O Irã pode não ser o fim dos EUA, mas será mais um túmulo cavado pela própria soberba.

Que esta reflexão nos ajude a enxergar além da propaganda. Que os povos do mundo saibam diferenciar os interesses das potências das verdadeiras lutas por justiça e soberania.


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