Mais uma Guerra? O Irã pode ser o novo cemitério dos EUA
As guerras imperiais dos Estados Unidos seguem o
mesmo roteiro: arrogância, desprezo pelas culturas locais e uso desenfreado da
força militar. Mas o resultado, muitas vezes, é o oposto do planejado. O Vietnã
ensinou. O Afeganistão gritou. Agora, o Irã pode ser a próxima tragédia
anunciada.
Os Fantasmas do
Passado
Vietnam
(1955–1975):
Um povo disposto a tudo para manter sua soberania derrotou a maior potência
militar do mundo. O Vietnã mostrou que tanques e bombas não vencem a dignidade
de um povo unido.
Afeganistão
(2001–2021):
Duas décadas de ocupação. Trilhões de dólares gastos. Milhares de vidas
perdidas. E no fim? O Talibã voltou ao poder no mesmo dia em que o último
soldado americano saiu. A retirada foi tão humilhante quanto previsível.
O Irã não é um alvo fácil
O Irã não é uma nação frágil. É uma potência
regional com uma história milenar, um povo orgulhoso, forças armadas treinadas
e redes de aliados como o Hezbollah, milícias no Iraque, Síria e Iêmen.
Qualquer agressão pode incendiar todo o Oriente Médio — e com ele, a economia
mundial.
·
Terreno difícil
·
População de 88 milhões
·
Capacidade de guerra assimétrica
·
Influência regional consolidada
Atacar o Irã seria como abrir as portas do
inferno geopolítico.
O Custo da Arrogância Imperial
Os EUA parecem não ter aprendido nada com suas derrotas. Insistem em ver o
mundo como tabuleiro, os países como peças, e os povos como obstáculos. Essa
lógica colonial, revestida de “liberdade” e “democracia”, tem deixado rastros
de sangue e ruínas por onde passa.
Uma Guerra que
pode acender o mundo
Se o Irã for atacado, não será uma guerra
localizada. Israel, Líbano, Síria, Iêmen, Iraque e até potências globais como
Rússia e China serão afetadas direta ou indiretamente. A guerra pode ser o
estopim de um conflito maior — ou até de uma nova ordem mundial.
O Irã pode não ser o fim dos EUA, mas será mais um túmulo cavado
pela própria soberba.
Que esta reflexão nos ajude a enxergar além da
propaganda. Que os povos do mundo saibam diferenciar os interesses das
potências das verdadeiras lutas por justiça e soberania.

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