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sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Que ligações podemos fazer do dia 1 de setembro de 1994 com 31 de dezembro de 2009?



Joelmir Beting e Boris Casoy humilham a dupla de garis que lhes deseja feliz 2010. Não perceberam que o áudio ainda estava no ar. Claro exemplo de preconceito e arrogância.

Vejam que a hipocrisia, a soberba e o preconceito revelam os mais podres dos instintos, humanos principalmente porque são mascarados e apenas se revelam nas surdinas.

A crise da parabólica revela que os homens não têm escrúpulos de esconder as suas entranhas sem vergonhas, sem pudor e sem ética. A crise da Band - quando os seus âncoras chamam dois profissionais sadicamente de "lixeiros" no alto de suas vassouras  - revela que há uma elite preconceituosa, elitista e perversa neste país sustentada - é uma minoria com complexo de maioria . 

Assim como a Rede Globo, a Band e também  instrumento de preconceito, golpismo, de conspiração e do que há de pior neste país lindo e maravilhoso, porque nos seus editoriais até chamou o presidente Lula de mentiroso para defender os seus interesses e os interesses dos seus iguais (a elite).

Ultimamente a Band deu para criminalizar os movimentos sociais deste pais, particularmente o MST. Por que será? Não será porque os patrões da Band são latifundiários e representantes de agronegócios?

Por que será que a Band esconde as mazelas do Estado de São Paulo governado pelo demo-tucano Serra?

Por que será que a Band, no seu programa Canal Aberto, a pretexto de discutir o governo Lula e o PT, faz circo para atacar Lula e o seu partido? O tal do Teles, de voz rouca (parece de quem passou a vida fumando cigarro) de tão histérico para falar mal do PT e do Lula até parece que vai ter um troço. E o tal do Mitre é uma vergonha como diz o sem vergonha do Boris Casoy, que na sua velhice ainda não reconheceu os pecados da mocidade. 

Sobre o Boris Casoy - lembro-me quando ele estava no SBT e foi o primeiro a passar a fita - crise das parabólicas na íntegra e que ao término disse textualmente, como antevendo a possibilidade da crise respingar na candidatura de FHC - olha só tenho a comentar, o plano real é bom e vamos acreditar.

Na verdade, queridos leitores, a mídia que apoiou o golpe militar, o governo Sarney, a eleição de Collor, a eleição de FHC e sua reeleição, principalmente  a Rede Globo fez questão de esmaecer a campanha eleitoral de 1998 porque o Brasil estava quebrado, na verdade a mídia demo-tucana escondeu do povo brasileiro a verdadeira situação da economia brasileira naquele momento.

E escondeu principalmente a decisão de FHC para desvalorizar o Real depois da eleição de 1998.

Digo o seguinte: se a mídia brasileira tivesse atuado da forma como atua no governo Lula, nos governos passados, o Brasil seria hoje outro país. Não teríamos perdidos três décadas.

Na verdade perdemos três décadas (70,. 80 e 90) onde as palavras mais usadas eram: inflação, juros, dívida externa, falência, FMI, ALCA, privatizações.

O que acontece em São Paulo governado pelo demo-tucano nestes últimos quinze anos? O que mudou de bom na vida dos paulistas? Que programas foram criados para modificar a vida do povo pobre de São Paulo?

Como está a saúde do povo paulista?

Como está a situação da escola pública de São Paulo?

E outras áreas como segurança, transportes, moradia, empregos, saneamento ambiental? O que melhorou de fato?

O que foi feito de diferente?

O que existe de fato é uma mídia comprada a peso de ouro para falar bem dos governos demo-tucanos?

O que existe de fato é o paradigma da crise das parabólicas: o que é bom a gente fatura, o que é ruim a gente esconde. E isso de fato tem sido executado principalmente no Estado de São Paulo.

Casos de corrupção, de incompetência administrativa o que aparece é nome da prefeitura de São Paulo ou do governo do Estado de São Paulo, nomes como PSDB, Serra e Kassab só aparecem quando são coisas para faturar, não é Rede Globo, não e Band, não é Folha, não é Estadão, não é Veja.

É assim como funciona o axioma demo-tucano: o que é bom a gente fatura, o que é ruim a gente esconde, principalmente quando representantes da mídia demo-tucana recebem panetones.

E Joelmir Beting e Boris Casoy  humilham a dupla de garis que lhes deseja feliz 2010 com a seguinte frase: que merda, dois lixeiros desejando felicidades.... do alto de suas vassouras.

Isso é o retrato da mídia brasileira, preconceituosa, soberba, sem escrúpulos para eleger o legítimo representantes deles - o demo-tucano Serra.

Eles se acham de uma classe superior, perderam a sensibilidade da vida, a dignidade humana. E principalmente não aceitam que um operário vindo de Pernambuco em pau de arara possa ser considerado o melhor presidente da história brasileira.

Por que? Porque o presidente Lula tem sensibilidade e sabe da importância de sua missão de vida, de cuidar dos que têm sede, fome, falta de moradia, de educação, de saúde.

Joelmir Beting e Boris Casoy  se acostumaram a se ajoelharem para os ricos e zombar preconceituosamente dos mais humildes.

Sobre a crise das parabólicas, vamos lembrar um pouco a memória:
Escândalo da parabólica

O escândalo da parabólica foi resultado de uma transmissão televisiva vazada em 1 de setembro de 1994, de uma conversa entre o embaixador Rubens Ricupero, então ministro da Fazenda do Brasil, e o jornalista da Rede Globo Carlos Monforte, seu cunhado, afirmando que "o que é bom a gente fatura, o que é ruim a gente esconde", enquanto se preparavam para entrar no ar ao vivo no Jornal da Globo daquele dia, por meio do canal privativo de satélite da Rede Globo, acessível pelos lares com antena parabólica. A gravação dessa conversa foi feita e amplamente divulgada nos telejornais do dia seguinte.

O "escândalo" ganhou proporções, sendo amplamente divulgado pelo PT, então na oposição, como se viesse a revelar que o governo ocultava fatos da população e culminou com a renúncia do ministro, sem maiores repercussões, vencendo Fernando Henrique Cardoso a Lula ainda no primeiro turno do pleito.

Origem: Wikipédia


Comentários: FHC venceu porque de fato a campanha do real da cabeça do povo funcionou. Na verdade FHC não tinha votos nem para se eleger deputado. Naquele ano foi uma campanha massacrante do Real, até na copa de 1994 Galvão Bueno gritava histericamente entre um gol e o outro do Romário - Real!!!!!!!!!!!

Por fim, Boris continuará a dizer  Isso é uma vergonha porque simplesmente ele não tem vergonha de seu preconceito no alto de seus cabelos brancos.

A primeira parte da cobertura do TJ Brasil do escândalo da parabólica, com a repercussão na campanha de FHC, explicações técnicas e o começo do vídeo



Final da cobertura do TJ Brasil da parabólica do Ricupero, com o final do vídeo e opinião do Boris Casoy



Cobertura do Jornal Nacional do escândalo da parabólica do Ricupero, em 02/09/94. Reparem que alguns trechos da conversa do Ricupero foram omitidos




Vejam os esforços que Boris no SBT e Rede Globo fazem para cuidar da imagem de FHC. Alexandre Garcia parece um porta voz de FHC.

Por fim, o Brasil  e o povo brasileiro precisam aprender com a hipocrisia da mídia demo-tucana que de um lado alisa com a mão, com outra literalmente joga merda no povo pobre e humilde deste país.

Se eles dão alguma coisa com um mão, tiram violentamente com as duas mãos. E foi assim por décadas neste país com as politicas assistencialistas, com os bolsões de miséria e do paradigma do abandono e da eliminação do povo pela exclusão, pela miséria e pela fome.

É a hipocrisia estúpida que esconde as aberrações humanas do preconceito e da soberba humana e suas verdadeiras faces e ideias.

Que viva o povo brasileiro que está aprendendo a separar o joio do trigo porque os dois episódios revelam a o modus operandi desta elite podre e seus jornalistas que perderam o senso de respeito com o povo brasileiro.

O joio é uma erva daninha que cresce em meio às plantações de trigo e que tem capacidade para comprometer a qualidade do trigo caso as duas plantas sejam misturadas. A alusão à separação do “joio do trigo” vem da Bíblia, mais precisamento do Evangelho segundo Sâo Mateus.

No capítulo 13, versículos 24 a 29, Mateus cita a “Parábola do joio”, na qual um homem tem sua plantação de trigo infestada de joio por um inimigo. O homem, paciente, impede que seus empregados retirem as plantas de joio assim que elas crescem, e pede para esperar o momento da colheita, para, aí sim, separar o joio do trigo.

A explicação da parábola, segundo Jesus Cristo, é a de que a lavoura é o mundo, com pessoas boas (trigo) e más (joio) e que, no fim, os dois tipos de pessoa serão separados. Fonte: (Oragoo)


Por fim, esses senhores ferem a dignidade da profissão de jornalistas e a própria essência humana porque me senti envergonhado e violentado com os dois episódios.

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