Pesquisa da CNT atribui melhora na classificação de estradas aos investimentos realizados no segundo mandato do petista
Por: Virginia Toledo e Letícia Cruz, da Rede Brasil Atual
São Paulo - Uma pesquisa sobre as rodovias no Brasil divulgada pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) mostra que houve melhorias nas condições das estradas brasileiras.
O levantamento aponta que 14,7% das rodovias são classificadas como ótimas, 26,5% como boas, 33,4% regulares, enquanto 17% estão ruins e 8%, péssimas. Na pesquisa anterior, de 2009, a avaliação foi de 13,5% de estradas em boas condições e 45% as regulares. Respectivamente, os índices ruins foram 16% e 7,1%, em uma área total de 89.552 quilômetros.
O levantamento aponta que 14,7% das rodovias são classificadas como ótimas, 26,5% como boas, 33,4% regulares, enquanto 17% estão ruins e 8%, péssimas. Na pesquisa anterior, de 2009, a avaliação foi de 13,5% de estradas em boas condições e 45% as regulares. Respectivamente, os índices ruins foram 16% e 7,1%, em uma área total de 89.552 quilômetros.
Segundo o presidente da CNT, Clésio Andrade, a melhoria geral das rodovias brasileiras é reflexo de um maior investimento em infraestrutura. "Tem havido esforço da parte do governo de Lula para o setor de transporte. Isso reflete a melhoria observada no levantamento”, declarou.
O governo Lula investiu R$ 27,71 bilhões em infraestrutura de transportes entre 2007 e 2010, em
A pior avaliação é no quesito de sinalização. A qualificação é "pessima" em 17% da área analisada. No ano anterior, esta percentagem era de 12%.
contraste ao valor investido no segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso (1999 a 2002), de R$ 4,15 bilhões.
O governo Lula investiu R$ 27,71 bilhões em infraestrutura de transportes entre 2007 e 2010, em
A pior avaliação é no quesito de sinalização. A qualificação é "pessima" em 17% da área analisada. No ano anterior, esta percentagem era de 12%.
contraste ao valor investido no segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso (1999 a 2002), de R$ 4,15 bilhões.
Administração das rodovias
A pesquisa da CNT levantou dados das rodovias federais e também das rodovias sob gestão estadual e concessões. Em ambas constatou-se um aumento no índice da classificação como "ótima" ou "boa".
Em São Paulo, o governo do PSDB e os postulantes a cargos estaduais e federais pelo partido defendem a manutenção do modelo de administração de rodovias, com as chamadas concessões onerosas, em que ganha o leilão a empresa que oferecer mais ônus. Esse valor, repassado aos usuários, resultou nas altas tarifas pagas.
Os tucanos defendem que a única maneira de manter a qualidade das estradas é sob as condições aplicadas nos pedágios de São Paulo, que só neste ano arrecadou quase R$ 4 bilhões nas 227 praças de tarifas.
O candidato do PSDB ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin, defendeu recentemente a concessão das rodovias paulistas, chamando as estradas federais de 'estradas da morte' para justificar a adoção de pedágio.
Por outro lado, as rodovias federais apresentam pedágios mais baratos por adotarem outro tipo de concessão, e não cobrarem das empresas nenhum tipo de ônus ou “aluguel”.
A presidenciável petista, Dilma Rousseff, tem se mostrado contrária ao aumento de pedágios e propõe a duplicação de rodovias como a BR 470, em Florianópolis, que liga Santa Catarina ao Rio Grande do Sul, que se encontra em estado regular, segundo a mesma pesquisa.
Em São Paulo, o governo do PSDB e os postulantes a cargos estaduais e federais pelo partido defendem a manutenção do modelo de administração de rodovias, com as chamadas concessões onerosas, em que ganha o leilão a empresa que oferecer mais ônus. Esse valor, repassado aos usuários, resultou nas altas tarifas pagas.
Os tucanos defendem que a única maneira de manter a qualidade das estradas é sob as condições aplicadas nos pedágios de São Paulo, que só neste ano arrecadou quase R$ 4 bilhões nas 227 praças de tarifas.
O candidato do PSDB ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin, defendeu recentemente a concessão das rodovias paulistas, chamando as estradas federais de 'estradas da morte' para justificar a adoção de pedágio.
Por outro lado, as rodovias federais apresentam pedágios mais baratos por adotarem outro tipo de concessão, e não cobrarem das empresas nenhum tipo de ônus ou “aluguel”.
A presidenciável petista, Dilma Rousseff, tem se mostrado contrária ao aumento de pedágios e propõe a duplicação de rodovias como a BR 470, em Florianópolis, que liga Santa Catarina ao Rio Grande do Sul, que se encontra em estado regular, segundo a mesma pesquisa.
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