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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Odilo Almeida: o elo entre o destino de Russas e o destino do Brasil

Um belo posto do blog apoiamosOdiloalmeida. Odilo Almeida é o nosso candidato a prefeito de Russas pelo nosso glorioso Partido dos Trabalhadores. Nessa campanha vamos irradiar sentimentos, emoções e sonhar com palavras e ações que Novos Rumos em Russas é possível construir. Por fim, convido aos leitores de Olhos do Sertão belo texto, fruto de diálogos entre mim e o meu querido companheiro Webston Moura. Confira porque vivemos o ontem e estamos vivendo o agora, militando e sonhando. De certa forma, lutando para que os ventos da transformação possa se achegar, também, por aqui. 

Odilo Almeida: o elo entre o destino de Russas e o destino do Brasil

Por Webston Moura

No coração de um povo,  um filho do povo!
É o destino que nos chama.


No coração de um povo, um filho do povo!
É o destino que nos chama.

Toda árvore já foi uma semente. Observe uma árvore e lembre-se disso. Permita que essa sabedoria ocupe toda a tua alma e perceba o milagre que isso representa. Por uns minutos que seja, mas permita. É o caminho da vida que humildemente constrói a si mesma com os materiais da própria vida. Toda árvore já foi uma semente. E florestas inteiras nos provam excelentemente o rigor e a beleza desse ensinamento.

Num passado não muito distante, mas já um tanto distante, um metalúrgico corajoso ousou desafiar os generais da Ditadura Militar e levantou uma multidão de companheiros, abriu uma esperança e a fez crescer a ponto de estarmos hoje aqui ousando algo interessante em Russas. Era Luiz Inácio Lula da Silva, nosso recente ex-presidente que vem realizando palestras mundo afora. Ele acreditou na semente que era a sua ação, que ele mesmo era e a cultivou, ante todas as intempéries a cultivou, ano após ano, até vê-la como árvore.

Parece que foi ontem. Parece até uma história inventada por algum mágico escritor, mas não é. É verdade e nós estivemos com essa história, só que noutros momentos, quando aquele Lula ainda carrancudo com cara de bravo candidatou-se numa das mais emocionantes disputas eleitorais em nosso país. O ano era 1989 e era a primeira vez que iríamos votar para presidente depois de 30 anos! Estávamos saindo de uma prisão, da prisão do silêncio e da falta de democracia.

Caminhamos com Lula naqueles dias todos, mês a mês, enfrentando o preconceito e todo tipo de adversidade, mas também encontrando abrigo no coração das pessoas, gente jovem como nós, gente madura, gente que queria fazer ali nascer um novo Brasil. As mais velhas diziam “mas vocês são uns meninos e já estão na política!” E nos incentivavam, queriam material de propaganda, cartazes, bottons, camisetas, qualquer coisa. Caminhávamos com Lula e sonhávamos um Brasil jovem, renovado e justo, ao menos melhor que o que encontramos.


Presidente Lula, nossa promessa cumprida!
Presidente Lula, nossa promessa cumprida!


Quantas comunidades visitamos em Russas, peregrinos de um novo tempo que éramos nós! Quantas estradas, quanta poeira e quanta alegria em dividir o mais interessante que podíamos: esperança.

Dentre os companheiros havia um rapaz, um rapaz calmo, um bancário do PDT do professor Gilmar que, tendo perdido no primeiro turno, aderira à luta por Lula presidente. Esse jovem era Odilo Almeida, naquele momento a secreta promessa guardada pelos mistérios que, por humildade, não ousamos afirmar que sabemos interpretar; só sentimos sua força. Ali estava ele, empolgado, idealista e prático, já um pai de família responsável e um amigo muito bem humorado, hospitaleira figura.

Onde éramos o furor juvenil, ele era a razão, mas não a razão dos sem-emoção, pois que era alegre e entusiasmado. Combinava sua razão com a nossa força, acreditava naquela promessa maior que era Lula, o sindicalista que percorria o Brasil como uma profeta em nome de uma causa de todos. Odilo Almeida ainda não sabia nem nós sabíamos, mas ali era já o início espontâneo de uma história brasileira que ensejava escrever um capítulo em terras russanas. Nós éramos os atores dessa história. Ela não nos foi dada num script, nós a fizemos dia a dia, desabrochando novidade de onde só havia tédio.

Achávamos que estávamos cuidando apenas da semente maior, Lula, mas na verdade estávamos já cuidando da semente menor, local, a semente para o solo russano, uma semente que viria a ser árvore pelas nossas maduras mãos unidas a todas as mãos benfazejas de um povo que se ergue em azul e amarelo e contraria a tristeza. Aquela semente, aquele rapaz era Odilo Almeida, nosso irmão e companheiro de tantas batalhas.

Não foi ali em 1989 que Lula chegou à Presidência da República, mas nunca esqueceremos aquele ano e aquela campanha com as tantas bandeiras que muitas vezes nós mesmos pintávamos no nosso comitê. Nunca mais esqueceremos que choramos, sim, mas não pela falta de ação e sim pelo destino da perda naquela hora. Aquele ano estende-se por toda a nossa história até hoje.

Lula viria a sofrer outras derrotas até a vitória em 2002 quando o povo do Brasil resolveu que andar pra trás não faz bom caminho. Começamos um outro país. Havia chegado a hora de Lula, aquela semente lá do início, mostra-se árvore e dar frutos, dar sombra, cumprir a sua missão.

Mais tempo ainda seria preciso para a outra semente, a nossa semente local, a nossa promessa íntima e bem guardada acertar seu tempo com o seu destino e o destino de todos nós, povo russano. Passaram-se anos e anos e eis que a nossa semente é já uma poderosa e elegante árvore, uma bonita árvore posta diante de nós e da nossa decisão. Mas para fazê-la função de nossas vidas e assim combinar com a outra poderosa árvore nacional, precisamos deixá-la ser o que é no lugar certo.


Odilo Almeida, nossa promessa a se cumprir!




Odilo Almeida, nossa promessa a se cumprir!


Vamos permitir que a nossa árvore Odilo Almeida possa cumprir aquele destino começado lá atrás? O sentido que tudo assim aconteça não é de se estranhar, pois que Odilo está diante de nós dizendo a que veio: promover a maior renovação política de Russas em muitos anos. Chegou a hora de nós colhermos os frutos dessa árvore. Chegou a hora de nós darmos ao destino o que lhe pertence. E não há destino melhor para Russas que cumprir seu próprio caminho guiada pelas mãos de um seu maravilhoso filho. Chegou a hora de emendarmos de vez os destinos de Russas com os destinos de um Brasil que investe no Brasil.

Atentem, companheiros russanos, que é muito provável que o Partido dos Trabalhadores e base aliada continuem à frente do governo federal por muito mais tempo. Não fará sentido deixar Russas desencontrada desse destino. A nossa semente germinou, cresceu, enfrentou sol e outras intempéries e agora é a árvore que quer cumprir seu destino.

E seu destino é nosso destino. Não nos desgarraremos dele.

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