Translate / Tradutor

Mostrando postagens com marcador Geopolítica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Geopolítica. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 18 de junho de 2025

🌵O Limite Invisível: armas, logística e o dilema russo-chinês no Oriente Médio

 🌵O Limite Invisível: armas, logística e o dilema russo-chinês no Oriente Médio

🌵Por Olhos do Sertão

No tabuleiro em chamas do Oriente Médio, o Irã parece ser a peça que resta entre a sobrevivência de uma ordem multipolar e o avanço brutal de uma hegemonia bélica ocidental. Diante da escalada de tensões, a pergunta que ecoa nos corredores do poder em Moscou e Pequim é: até onde se pode ir sem cair num abismo?

Para a Rússia e a China, fornecer armas e logística ao Irã se tornou o limite atual do possível. Um limite perigoso, estreito e cambiante, mas ainda o único caminho viável para manter o equilíbrio regional, conter a ofensiva israelense-americana e evitar a total eliminação dos aliados anti-hegemônicos.

O Apoio Silencioso

A Rússia, que trava sua própria guerra por procuração na Ucrânia, vê no Irã um pilar essencial de resistência contra a expansão da OTAN e dos EUA na Eurásia. Seu apoio já ocorre por vias indiretas:

  • Fornecimento de drones e mísseis de precisão;
  • Cooperação em sistemas de defesa aérea (como o S-300 e, talvez, o S-400);
  • Inteligência tática via satélites e suporte cibernético.

A China, por sua vez, adota um papel mais contido e pragmático. Sua cooperação inclui:

  • Tecnologias dual-use com aplicação civil e militar;
  • Sistemas de vigilância e algoritmos de IA defensiva;
  • Acesso a dados e logística via corredores da Nova Rota da Seda.

Nenhuma das duas potências deseja um confronto direto com os EUA. Mas ambas sabem que perder o Irã é perder espaço no mapa da soberania global.

🌵 É Preciso Agir”: Rússia, Irã, China e a Balança do fim dos tempos.

 🌵 É Preciso Agir”: Rússia, Irã, China e a Balança do fim dos tempos. 

🌵Olhos do Sertão

Em tempos onde o silêncio pode ser cumplicidade e a neutralidade um disfarce do medo, talvez devêssemos revisitar a lição cortante do poeta Bertolt Brecht:

“O que não conheces pessoalmente, ainda assim não é estranho a ti.”

Porque quando eles vierem por ti, já será tarde.

O Irã, cercado por décadas de sanções, sabotagens e ameaças de guerra, parece estar mais uma vez na mira da aliança ocidental liderada pelos Estados Unidos e por Israel, o que alguns já não hesitam em chamar de hegemonia americano-sionista. Mas a pergunta essencial não é apenas sobre o Irã. É sobre quem será o próximo. E se a Rússia estiver apenas na fila de espera?

A Guerra por procuração nunca terminou

Desde 2014, a Rússia está mergulhada numa guerra por procuração no coração da Europa: a Ucrânia. Uma guerra que muitos se recusam a chamar pelo nome real, o embate geopolítico entre uma potência euroasiática em declínio relativo e um Ocidente desesperado por manter sua hegemonia.

No Oriente Médio, o Irã cumpre um papel semelhante ao da Rússia: é o bastião que impede o domínio total do império. Destruí-lo ou desestabilizá-lo não é apenas uma vitória militar, é um recado. Um modelo de punição a todos os que ousam existir fora das regras ditadas por Washington.

terça-feira, 17 de junho de 2025

🌵 Vencer batalhas não é o mesmo que vencer a guerra.

 🌵Olhos do Sertão

Vencer batalhas não é o mesmo que vencer a guerra.

Trago uma analogia histórica poderosa e precisa.

As Guerras Púnicas, especialmente a trajetória de Aníbal Barca, que oferecem um paralelo dramático e didático com o mundo contemporâneo. Aníbal venceu batalhas memoráveis — Trébia, Lago Trasimeno, e especialmente Canas (216 a.C.), onde dizimou legiões romanas. No entanto:

Roma sobreviveu, adaptou-se, mobilizou suas forças internas, e finalmente aniquilou Cartago, não apenas militarmente, mas civilizacionalmente, salgaram a terra, apagaram a cultura, exterminaram a soberania cartaginesa.

E hoje: Rússia, China, Irã — sabem o que está em jogo?

🌵As “lápides geopolíticas”: o cemitério das soberanias incômodas

                                   

🌵Olhos do Sertão

O que eu falo sobre "pedras se mexendo como lápides" lembra um processo contínuo de "extermínio geopolítico" de nações que ousam não se alinhar:

·  Iraque (2003) – acusado de armas de destruição em massa que nunca existiram.

·  Líbia (2011) – destruída após intervenção da OTAN; Kadhafi executado.

·  Síria – tentativa de mudança de regime, resistência com apoio russo e iraniano.

· Afeganistão – ocupado por 20 anos, entregue ao caos.

· Iêmen – guerra esquecida, com armamento ocidental apoiando a Arábia Saudita.

· Venezuela e Cuba – sob sanções sufocantes, vivendo crises humanitárias.

· Rússia – tratada como pária global desde 2014, com intensificação após 2022.

· Irã – sob sanções há décadas, demonizado sistematicamente.

·China – a próxima "lápide a ser talhada", com Taiwan como estopim e Hong Kong como ensaio.

Resultado? Um padrão claro: quem não se submete, vira alvo.

🌵 Olhos do Sertão: a 3ª Guerra Mundial Já começou?

 

🌵 Olhos do Sertão – A Guerra que Já Começou?

Por Luís Moreira de Oliveira Filho

Do sertão nordestino ao coração dos conflitos globais, há uma pergunta ecoando entre os silêncios da mídia e os gritos das sirenes de guerra:


A Terceira Guerra Mundial já começou?

 Guerras declaradas, guerras silenciadas

Do bombardeio israelense a Teerã à retaliação iraniana, passando pela guerra na Ucrânia que foi iniciada em 2014, e pelas tensões crescentes no Mar do Sul da China, o que vemos é um tabuleiro de conflitos interligados, assimétricos e altamente armados.

Nos bastidores: EUA, China, Rússia, Israel, Irã, Europa, Índia...
Na linha de frente: mísseis, drones, sanções, sabotagens, algoritmos, desinformação.

Talvez não tenhamos ainda as trincheiras de Verdun, mas temos redes digitais como campo de batalha, satélites como sentinelas e inteligência artificial como comandante.
Vivemos uma guerra de novo tipo: silenciosa, difusa, global.

segunda-feira, 16 de junho de 2025

🌵Evacuar Agora: o mundo à beira de um novo conflito global?

  🌵 Por Olhos do Sertão 

Evacuar Agora:  o mundo à beira de um novo conflito global?

O mundo observa com apreensão os recentes alertas emitidos por Estados Unidos e China, que pedem a evacuação imediata de civis de zonas de conflito no Oriente Médio. As declarações refletem um momento de extrema fragilidade geopolítica, que pode evoluir para algo ainda mais devastador.

Estados Unidos: “Evacuem Teerã Imediatamente”

O ex-presidente Donald Trump — ainda com forte influência política — recomendou a evacuação urgente de Teerã, capital iraniana. A advertência surge após ataques israelenses a instalações nucleares do Irã, seguidos por uma retaliação com mísseis iranianos.

🌵 Israel como Proxy Nuclear dos EUA? Uma leitura crítica da guerra e do sionismo militarizado

Não se enganem, esta é um guerra dos EUA contra o Irã. Tudo planejado, negociações para parecer que foi Israel fez a agressão ao Irã de forma independente. O objetivo dos EUA é apagar o Irã do planeta. Veja o vídeo abaixo e análise crítica - Mísseis do Irã detonam Domo de Ferro e Israel passa vergonha .

 

  🌵 Por Olhos do Sertão

 Israel como Proxy Nuclear dos EUA? Uma leitura crítica da guerra e do sionismo militarizado

A partir da recente Operação Verdadeira Promessa 3, quando o Irã lançou mísseis contra diversas cidades israelenses em resposta a provocações e ataques anteriores, cresce o debate global sobre o real papel de Israel na política externa dos Estados Unidos e na instabilidade do Oriente Médio.

Israel como base armada dos EUA no Oriente Médio

Segundo o analista militar Brian Berletic, Israel funciona como uma espécie de "porta-aviões fixo" com bomba atômica no Oriente Médio, operando como um proxy militar dos interesses norte-americanos na região. Isso explicaria, por exemplo:

  • O constante financiamento militar bilionário dos EUA a Israel;
  • A complacência do Ocidente com as políticas de ocupação, apartheid e bloqueio;
  • A blindagem diplomática de Israel em fóruns internacionais, mesmo diante de denúncias de crimes de guerra e violações do direito internacional humanitário.

🌵 Entre o mito e a memória: quem são os Semitas?

 🌵 Por Olhos do Sertão

A guerra nunca é apenas um conflito de balas. Ela é também uma disputa de narrativas, de identidades, de pertencimentos. No centro do atual conflito entre Israel e Palestina, vemos emergir com força um velho conceito, por vezes mal compreendido: o de “semita”. Mas, afinal, quem são os semitas? E quem, hoje, está sendo realmente atacado quando o mundo fala em antissemitismo?

O que significa ser semita?

O termo semita não define uma etnia, tampouco uma raça. Ele se refere, originariamente, a um grupo linguístico. São povos que falam ou falavam línguas semíticas, como o hebraico, o árabe, o aramaico, o amárico, entre outras. Nesse sentido, tanto judeus quanto árabes palestinos são semitas.

Reduzir o termo “antissemitismo” apenas ao ódio contra judeus, portanto, é um erro histórico e político. Atitudes antipalestinas que negam a existência, os direitos ou a dignidade desse povo , também podem ser entendidas como formas de antissemitismo, embora isso raramente seja reconhecido nos grandes fóruns internacionais.

domingo, 15 de junho de 2025

🌵 Crise Civilizacional, Infâncias Feridas e os Ecos do Semiárido: entre Violências e Esperanças


Por Luis Moreira de Oliveira Filho – Blog Olhos do Sertão

“A crise que vivemos não é apenas ecológica, mas de sentidos. Uma crise civilizacional.” Enrique Leff (2002) - Em Saber Ambiental. 

Vivemos tempos sombrios, marcados por uma crise que atravessa a pele da terra e a alma dos homens. Não é apenas uma crise ambiental ou econômica. É uma crise civilizacional, como nos alerta Enrique Leff, em Saber Ambiental. É o colapso de uma racionalidade que coisificou o ser humano, rompeu os vínculos comunitários e naturalizou as múltiplas formas de violência que recaem, sobretudo, sobre os mais vulneráveis: crianças e adolescentes.

Apesar de avanços importantes na legislação, como a Constituição Federal de 1988 e o Estatuto da Criança e do Adolescente  e da difusão da Cultura de Paz como norte ético para as políticas públicas, a realidade insiste em nos mostrar feridas abertas. Violências físicas, simbólicas, institucionais, estruturais. A escola, muitas vezes, ao invés de curar, reproduz tais feridas.

A humanidade entre Hobbes e Rousseau

Os pensadores do contratualismo moderno oferecem chaves para pensar o tempo presente. Hobbes via o homem como um ser naturalmente competitivo e egoísta, necessitando de um Estado forte para impedir o caos. Rousseau, por outro lado, acreditava na bondade inata do ser humano, corrompido pela sociedade. Ambos nos provocam: que sociedade temos construído? Que modelo de educação temos praticado? Estamos formando cidadãos conscientes ou consumidores insaciáveis?

A lógica da competição, da fragmentação, do sucesso individual, parece ter colonizado a escola. O foco em resultados, em avaliações padronizadas, em metas quantitativas, esvazia o sentido profundo da educação como formação humana, ética, crítica e sensível.

Quando o mundo arde, o sertão também sente: a guerra, o medo e a falência da humanidade

“O sertão é dentro da gente.” Guimarães Rosa
“Todas as guerras são guerras sujas. Mas umas são mais sujas que outras.”  Eduardo Galeano

Numa segunda noite de guerra total entre Irã e Israel, o que ruía não era apenas a arquitetura das cidades, mas os pilares da humanidade. As imagens de Tel Aviv e Haifa em chamas, o colapso do tão celebrado “Domo de Ferro”, os destroços de Teerã cobertos de poeira e corpos, revelam o que já não se consegue esconder: o mundo não está em paz, e as máscaras diplomáticas caíram.

Mas o que essa guerra tem a ver com o sertão? O que tem a ver com o semiárido, com nossas escolas, com os olhos dos jovens que olham pro céu na esperança de uma chuva e não de um drone?

Tem tudo a ver.

Essa guerra, como tantas outras, não é feita só de foguetes e discursos. Ela é feita de interesses ocultos, de indústrias que lucram com o medo, de impérios que negociam a paz enquanto armam o ataque. O que vemos hoje é uma operação não apenas militar, mas simbólica: um ataque à inteligência do mundo, à sensibilidade dos povos, à esperança de justiça global.

A guerra que não é só deles

Dizem que é entre Irã e Israel, mas basta puxar a cortina que se vê: os Estados Unidos estão lá, de botas sujas, como sempre, plantando incerteza em solo alheio. Não negociavam em boa-fé com os iranianos, como muitos imaginavam. Estavam apenas distraindo, enganando, preparando o bote, como quem acende a fogueira enquanto finge estar molhando a terra.

Enquanto isso, empresas trilionárias que produzem tanques, mísseis e softwares de espionagem veem suas ações subirem nas bolsas. A guerra virou investimento. A paz, um entrave nos lucros. Não há disfarce possível. Já não se trata de religião ou ideologia. Trata-se de poder, controle e dinheiro.

O sertão que vê e sente

E aqui, nos sertões do mundo, nós vemos. Com olhos que aprenderam a enxergar a vida até na queimada. Nós sabemos o que é ter o mundo nos ignorando, como Gaza é ignorada. Sabemos o que é ter nossa dor reduzida a números e gráficos. Sabemos, sobretudo, o que é sobreviver num mundo que já decretou o fim de quem é considerado descartável.

Mas o sertão não aceita esse fim. Ele resiste. Ele floresce em meio às pedras. Ele canta quando tudo silencia. E é por isso que os olhos do sertão precisam olhar para essa guerra e dizer: basta.

A necropolítica e os corpos que somem nos escombros

Essa guerra revela um projeto mais sombrio: o controle da vida por meio da morte. Uma necropolítica global que decide quem deve viver e quem será apagado. Os corpos palestinos, sírios, libaneses, iranianos — e agora também israelenses — vão sendo acumulados sem nome, sem história, sem dignidade. A mídia filtra. A diplomacia finge surpresa. E os que lucram, sorriem em silêncio.

Precisamos de outra lógica: não mais tanques, mas ternura

O mundo está doente de guerra. A racionalidade que nos trouxe até aqui falhou. É tempo de outra coisa. De uma racionalidade da vida, da escuta, da justiça. De uma política que cuide, e não que destrua. De um planeta onde o semiárido ensine o planeta a viver com o pouco, sem destruir o todo.

Enquanto eles derrubam cidades, nós precisamos erguer pontes. Enquanto eles jogam bombas, que joguemos sementes. Enquanto eles espalham medo, que espalhemos palavras, artes, sonhos, rebeldias ternas.

Porque o sertão não quer ver mais guerras. Já viu seca demais, dor demais, abandono demais. O sertão quer ver justiça. Quer ver o mundo aprendendo a viver com o mundo Para refletir, compartilhar, resistir.

Este texto nasce do sertão, mas quer conversar com o mundo. Se tocou você, compartilhe. Se inquietou, reflita. Se provocou, escreva também. Porque todo texto é um grito. E todo grito pode virar caminho

Por Luis Moreira de Oliveira Filho

Blog Olhos do Sertão

 


Retaliação em Massa: Tel Aviv em Chamas


Estou acompanhando um tema extremamente complexo e sensível, com profundas implicações geopolíticas, humanitárias e ambientais. A guerra entre Israel e Irã, se realmente escalou a esse ponto descrito no vídeo, marca um ponto de inflexão não só para o Oriente Médio, mas para toda a ordem mundial.

Alguns pontos para refletirmos sobre o que é mencionado no vídeo:

1. Escalada e destruição em larga escala

Se, de fato, houve bombardeios de grande intensidade em Teerã, Tel Aviv e Haifa, estamos falando de um cenário sem precedentes na história recente da região. Isso representa uma falência dos mecanismos diplomáticos e dos sistemas de dissuasão militar, como o “Domo de Ferro”.

Observação crítica: o Domo de Ferro foi projetado para interceptar mísseis de curto alcance, mas sua eficácia pode ser comprometida por saturação (volume excessivo de projéteis simultâneos) ou por mísseis de alta velocidade e precisão, o que parece ser o caso descrito.

2. O papel dos EUA e o jogo da distração

A acusação de que os EUA não estavam negociando de boa-fé com o Irã e, em vez disso, planejavam um ataque surpresa resgata a lógica da "guerra preemptiva", como ocorreu no Iraque em 2003. Essa narrativa reforça a percepção de que o governo dos EUA, ou ao menos certos setores (como o lobby neoconservador e o complexo industrial-militar), promovem guerras com objetivos estratégicos, energéticos e geopolíticos, muitas vezes camuflados por discursos diplomáticos.

3. O teatro da guerra e o cinismo global

Esse vídeo expõe, se confirmado, o esgotamento das máscaras da diplomacia ocidental, e levanta questões sérias:

  • direito internacional está sendo violado sistematicamente?
  • O conceito de soberania nacional ainda existe quando grandes potências operam cirurgicamente em territórios alheios?
  • Como ficam os direitos humanos e a população civil diante desse conflito de larga escala?

4. Implicações globais

  • Economia: os mercados reagem com instabilidade – petróleo, gás, bolsas, alimentos.
  • Ambiente: guerras modernas causam danos ambientais massivos – destruição de infraestrutura, poluição, radiação (em caso de uso de armas nucleares táticas).
  • Cultura e identidade: o Oriente Médio, berço de civilizações, vê suas memórias e identidades sendo destruídas.
  • Geopolítica multipolar: Rússia, China, Índia, e países do Sul Global precisarão se posicionar – a hegemonia dos EUA é questionada, mas o vácuo de poder é perigoso.

Qual o Interesses dos EUA no Conflito entre Israel e Irã?

Tenho buscado hoje uma leitura lúcida ponderada sobre o Brasil e o mundo. E procuro desenvolver uma percepção crítica da geopolítica internacional, especialmente no que tange ao papel dos Estados Unidos nos conflitos do Oriente Médio e no mundo. A análise desse ex-oficial Douglas Macgregor que eu acompanho parece alinhar-se a uma compreensão mais estratégica e menos maniqueísta da guerra,  algo raro quando se fala de temas tão carregados ideologicamente como o conflito Israel x Irã.

De fato, muitos analistas apontam que o confronto entre Israel e Irã não se trata apenas de rivalidades regionais ou religiosas, mas sim de um tabuleiro mais amplo, onde grandes potências, como os EUA, movimentam peças com interesses estratégicos, econômicos e ideológicos — entre eles:

quinta-feira, 4 de maio de 2017

As tropas dos EUA na Amazônia. Traição do exército brasileiro.

 

As tropas dos EUA na Amazônia

Por Wevergton Brito Lima, no site Vermelho:

A informação veiculada nesta quinta-feira (4), pela agência BBC Brasil, dando conta de que em novembro tropas americanas irão participar de exercícios militares conjuntos na tríplice fronteira amazônica com os exércitos brasileiro, peruano e colombiano, é uma grave e preocupante notícia.

domingo, 30 de abril de 2017

Do que um país precisa no século 21 para ser atacado por uma superpotência global ou uma coalizão.


Do que um país precisa no século 21 para ser atacado por uma superpotência global ou uma coalizão.
As razões preliminares para a invasão de qualquer país no século 21, cujo governo e população apresentem pelo menos 3 das características a seguir:
Ter banco central controlado pelo Estado e grande reserva de ouro estocado.

Sr. Macron; um homem, oriundo do banco Rothschild & Cia, apoiado, agora, por todos os patrões das empresas do CAC40




Os Franceses tramam-se a si próprios
Thierry Meyssan
Assistimos a uma reviravolta histórica em França onde o antigo espectro político voa em pedaços e onde uma nova fractura aparece. Tendo em conta a intensa propaganda mediática que se abateu sobre o país, os Franceses não captam os sinais essenciais e fixam-se em linhas vermelhas que não têm qualquer existência real. No entanto, os factos são claros e certas evoluções previsíveis.
Rede Voltaire | Beirute (Líbano) | 26 de Abril de 2017

Serão privado em La Rotonde : felicitado como o novo presidente Francês, Emmanuel Macron recebe personalidades do CAC40 e do espectáculo na noite da primeira volta da eleição. Aqui em conversa com o seu amigo, o banqueiro Jacques Attali.

Na sequência de uma campanha de eleitoral muito agitada, os Franceses escolheram Emmanuel Macron e Marine Le Pen para a segunda volta (turno-br) das eleições presidenciais.

Desde logo quase todos os candidatos derrotados, à excepção de Jean-Luc Mélenchon —e isto não é um acaso—, apelaram ao voto em Macron, o qual deverá pois ser facilmente eleito.

Os dois grandes partidos históricos que governaram a França desde o início da Vª República, os Republicanos (ex-Gaullistas) e o Partido Socialista (ex-Jaurésianos) foram batidos. Enquanto um recém aparecido, "En Marche!", chega ao primeiro lugar do pódio face à Frente Nacional (Front National).
Há um candidato do fascismo?

Na história da França, não é a primeira vez que esta divisão se impõe : de um lado, um partidário da aliança com o que parece ser a maior potência do momento (os Estados Unidos), do outro, um movimento em busca de independência nacional; de um lado, a totalidade da classe dirigente, sem grandes excepções, do outro, um partido feito de remendos, esmagadoramente composto por proletários, dos quais dois terços provêem da Direita e um terço da Esquerda.

À primeira vista, o futuro presidente francês será portanto o Sr. Macron; um homem, oriundo do banco Rothschild & Cia, apoiado, agora, por todos os patrões das empresas do CAC40.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

O Brasil é um país derrotado no século XXI em uma guerra que não travou nenhuma batalha.

O Brasil foi dominado sem os EUA precisar enviar um único míssil. Com essa elite predatória, colonizada e lesa-pátria, os EUA não precisam gastar balas e energias. O povo brasileiro é dominado na mente, tendo a Globo como o instrumento de dominação ideológica.

Corrupção ou traição: o Brasil é o país derrotado na guerra que não guerreou.
1 de janeiro de 2017 - Dinâmica Global


Jacob Rothschild e David Rockfeller os ‘manda-chuvas’ do sistema bancário.

Com um mínimo de reflexão, talvez passássemos a entender a ação dos impérios, as farsa das propagandas nos veículos de comunicação de massa e a atuação deletéria de vários homens públicos, reduzindo nosso Brasil a uma eterna colônia de escravos. Não é em seu bolso que metem a mão, é em seu cérebro, pobre brasileiro que ainda acredita no perigo comunista e no surgimento de um salvador.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

A geopolítica, o desmanche do Brasil, o pré-sal e o golpe.




Agência Petrobras  - Carta Capital
Geopolítica dos EUA é ameaça ao pré-sal
por Alex Prado — publicado 24/09/2015 11h40
Raphael Padula, professor da UFRJ, afirma que entre os 10 maiores importadores de petróleo, apenas China e Índia estão fora do controle americano
 

EUA estão transformando a América do Sul em novo Oriente Médio.


Da Agência Sputinik

Estados Unidos e seus aliados estão preparando o terreno na América Latina pra uma intervenção a longo prazo, disse à Sputnik o especialista em relações internacionais, Ghazi Nassendini, presidente do Centro de Análise e Estudos Global AZ.

domingo, 19 de junho de 2016

O companheirismo de Lula com as elites brasileiras, Globo, EUA e com militares golpistas significa que não leu a Arte da Guerra.

Lula, PT, Dilma sabem que erraram, mas erraram muito, principalmente o "companheirismo com as elites e militares brasileiros. De certa forma, faltaram estrategistas ao PT, Lula e Dilma. Certamente não leram a Arte da Guerra. 
A lição é que não dá para servir a dois deuses ao mesmo tempo. As elites brasileiras não querem ser "socializadas" e nem interessam a distribuição de renda. E não esqueçamos o "companheirismo de Lula" com a Globo quando lhe deu a primeira entrevista exclusiva após a vitória de 2002.
É verdade, não se pode chorar sobre o "leite derramado", mas a história mostra que os derrotados de hoje poderão ser os vitoriosos de amanhã, mas é importante aprender com erros da derrota.  
Em a Arte da Guerra existe a principal lição a ser aprendida: “Não é preciso ter olhos abertos para ver o sol, nem é preciso ter ouvidos afiados para ouvir o trovão. Para ser vitorioso você precisa ver o que não está visível.”  ― Sun Tzu

E outros ensinamentos importantes: 
Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas... Sun Tzu 

Os que ignoram as condições geográficas - montanhas e florestas - desfiladeiros perigosos, pântanos e lamaçais - não podem conduzir a marcha de um exército.
Sun Tzu 

E por fim, Lula tentou fazer a "governabilidade pelo andar de cima" quando deveria ter tentado fazer a governabilidade pelo andar de baixo".

E o andar de cima aproveitou as fraquezas do governo Dilma para dá o bote final. .  



Ditadura no Brasil e o Novo 'Companheiro' dos Militares, Luiz Inácio
10.06.2016
Ditadura no Brasil e o Novo 'Companheiro' dos Militares, Luiz Inácio

Os telegramas confidenciais e secretos emitidos pela Embaixada dos Estados Unidos em Brasília liberados por Wikileaks evidenciam que praticamente todos os políticos brasileiros, do PSDB, DEM, PMDB e até PT, reuniram-se nos últimos anos com os norte-americanos não para defender os interesses do Brasil, muito pelo contrário.

sábado, 4 de janeiro de 2014

Como o Brasil poderá defender a soberania sobre o pré-sal no seu "mar interior", estando cercado pelos EUA e Inglaterra?

Fiori: Grã Bretanha e EUA seguem controlando “mar interior” do Brasil - Viomundo

publicado em 2 de janeiro de 2014 às 12:41
Mapa extraído do Geopolítica do Petróleo
27/12/2013 – Copyleft
O Brasil e seu “mar interior”
Situado entre a costa leste da América do Sul, e a costa oeste da África Negra, o Atlântico Sul ocupa um lugar decisivo do ponto de vista do interesse econômico e estratégico brasileiro: como fonte de recursos, como via de comunicação, e como meio de projeção da influência do país no continente africano.