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quarta-feira, 10 de maio de 2017

A humanidade tem uma dívida – econômica, política, social e cultural com todos os cidadão da hoje ex-União Soviética.



por Antonio Nardeli·

A Segunda Guerra Mundial (1939-1945), foi o maior conflito bélico que envolveu os Estados em geral em todo o período dos tempos históricos. Foi um desdobramento do conflito mundial de 1914-1918, cujas causas, os embates entre as grandes nações capitalistas do final do século XIX e dos princípios do século XX, não foram solucionadas pela pioneira guerra mundial imperialista. 
 
Mas o grande ingrediente do encaminhamento do conflito iniciado em 1939, foi, sem nenhuma dúvida, a existência do primeiro Estado operário da História, União Soviética que, sendo filha da grande Revolução Socialista Russa de outubro de 1917 e tendo sido fundada em 1922 por Lênin, era objeto de terror de toda a burguesia mundial. A grande burguesia, através das corporações bancárias, alicerçaram financeiramente a direita e a extrema direita mundial, então melhor personificadas pelo eixo Alemanha, Itália e Japão, países que, conduzidos a partir da década de 1920 e começo dos anos de 1930 por regimes bizarros imperialistas, leia o nazifascismo europeu e o militarismo japonês, passariam a suja missão de levar uma guerra de extermínio a então jovem União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). A brutalidade da guerra conduzida na URSS pelo imperialismo nazifascista alemão e sócios menores, como a Espanha franquista, a Itália de Mussolini, além de países fascistas da época como a Hungria, Romênia, Áustria, da Finlândia, ucranianos bandeiristas e de colaboracionistas europeus fascistas em geral, levaram os soviéticos a denominar, com toda propriedade, a terrível guerra de Grande Guerra Patriótica. Desde a invasão das tropas alemãs e colaboracionistas nazifascistas, em junho de 1941, até a derrocada das hordas hitlerianas frente ao Exército Vermelho e hasteamento da bandeira vermelha no Reichstag em 9 de maio de 1945, mais de 25 milhões de cidadão soviéticos de diversas nacionalidades, incluindo 9 milhões de civis – adultos, mulheres, idosos e crianças - foram mortos, vitimados por massacres que incluíram estupros coletivos, esquartejamentos, incineração, fuzilamentos em massa; centenas de cidades e aldeias desapareceram. Lembremos que em todo o conflito pereceram, diretamente, cerca de 60 milhões de pessoas.... Hitler, em discursos, afirmava que era preciso exterminar a praga eslava, ‘criadora’ do comunismo, e que seus exércitos consumiriam 90 milhões de soviéticos e escravizariam a outra parte. As mais terríveis batalhas do conflito aqui em questão foram travadas entre os exércitos Hitlerianos e o Exército Vermelho que, sob a duríssima liderança de Josef Stálin acabou por emburrar as tropas nazifascistas para dentro do seu próprio covil. No pós-guerra, os já ex-carrascos e cientistas nazifascistas, passariam a trabalhar para o grande timoneiro dos imperialismo, os Estados Unidos da América e seus sócios pelo mundo afora, no exaustivo embate da Guera-fria, criada pelo peão do capitalismo internacional, o Sr. Churchil. A humanidade tem uma dívida – econômica, política, social e cultural - a qual jamais poderá pagar, para com todos os cidadão da hoje ex-União Soviética.

OBS: Praça Velha.

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