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sexta-feira, 21 de abril de 2017

Para 68% da população, Lava Jato erra ao acusar Lula sem provas

Para 68% da população, Lava Jato erra ao acusar Lula sem provas
Novos dados da pesquisa CUT/Vox Populi mostram que interesse do brasileiro pela Lava Jato caiu. Para 42%, procuradores atacam mais Lula
20/04/2017 15h56 - atualizado às 16h56
Cejana Di Guimarães

Pesqusa Vox/Populi mostra que interesse do brasileiro pela Lava Jato diminuiu

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quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Dilma, o que teria acontecido com o Brasil se não tivesse BB, Caixa Econômica e BNDS?

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Em BH, Dilma diz ser temerário mexer com bancos públicos, como propõe Marina

Presidenta, candidata à reeleição, questiona o que teria acontecido com a economia brasileira não fosse o papel dos três bancos públicos no início da crise, em 2009

Brasil de Lula e Dilma reduziu pobreza em várias dimensões.

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Quarta-feira, 3 de setembro de 2014 às 10:27

Brasil reduziu pobreza em suas várias dimensões, revela estudo do Banco Mundial

A pobreza crônica no Brasil, que considera privações além da renda, caiu de 6,7% para 1,6% da população no período de oito anos – entre 2004 e 2012 –, segundo estudo do Banco Mundial. A queda é de 76%.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Por que Dilma teve a honra de ser escolhida para discursar em missa de Mandela?

Do Estadão
 
Além da presidente do Brasil, Obama, Raúl Castro, o sul-africano Jacob Zuma e líderes de Namíbia e Índia falarão na despedida
Andrei Netto e Rafael Moraes Moura, enviados especiais a Johannesburgo
 
JOHANNESBURGO - Em uma homenagem histórica a um dos maiores líderes políticos do século 20, a presidente Dilma Rousseff será um dos seis chefes de Estado a discursar na terça-feira, 10, na missa fúnebre do líder sul-africano Nelson Mandela, morto aos 95 anos, na última quinta-feira. 
 

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Pesquisa da CNI: Depois de 10 anos governos Lula e Dilma o povo diz que é mais fácil subir na vida hoje.

Uma excelente notícia para desconstruir o Brasil falido que é pintado todo dia na tela da Rede Globo. E depois não consegue entender a queda da audiência e o apoio ao PT, Lula e Dilma. Como afirmava Rui Barbosa: o Brasil não tem problemas, tem oportunidades adiadas. E hoje vemos o Brasil das oportunidades com o povo acreditando que podem melhorar as suas vidas porque os filhos estão nas universidades e em escolas federais.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Dilma e Lula: avanços históricos, aprovação histórica

Um belo texto para entender o projeto político proposto e exeutado por Lula e continuado por Dilma. Um projeto que está tirando milhões de brasileiros da linha de probreza e que está transformando o Brasil. Em 2014 será o momento de votar para a continuidade deste projeto.  Veja o texto extraído do blog Palavras Diversas

Crescimento econômico com distribuição de renda, 18 milhões de empregos formais gerados, redução da desigualdade social entre outros fatores, explicam aprovação extraordinária de Dilma e Lula. [imagem Brasil 247]
O portal Brasil 247 publicou matéria em que identifica de onde vem o grande apoio popular à Dilma e Lula, mesmo considerando o cenário atual, em que os dois primeiros anos do governo Dilma devem completar-se com crescimento do PIB bem abaixo do obtido pelo ex-presidente Lula.

domingo, 16 de dezembro de 2012

Vitória do Corinthians, vitória de Lula, o militante torcedor.

Datafolha e a força de Dilma-Lula

 
Por Ricardo Kotscho, no blog Balaio do Kotscho:

"Se a eleição fosse hoje, Dilma ou Lula venceriam", anuncia a manchete da "Folha" deste domingo para surpresa dos muitos analistas da grande imprensa que nos últimos meses chegaram a prever o fim da hegemonia do PT e das suas principais lideranças, que em janeiro completam dez anos no comando do país.


Após sofrer o mais violento bombardeio midiático desde a sua fundação, em 1980, o PT chega ao final de 2012, em meio do seu terceiro mandato consecutivo no Palácio do Planalto, como franco favorito para a sucessão presidencial, sem adversários à vista, segundo o Datafolha.

Os dois petistas estão praticamente empatados: Dilma teria 57% dos votos e Lula, 56%, ambos com mais votos do que todos os adversários juntos.

Na pesquisa espontânea, Lula, Dilma e o PT chegariam a 39%, enquanto os candidatos de oposição somariam apenas 7%.

A grande surpresa da pesquisa é a força demonstrada por Marina Silva (ex-PT e ex-PV), que ficaria em segundo lugar nos quatro cenários pesquisados.

O curioso é que Marina, que teve 19,3% dos votos na eleição de 2010, está há dois anos sem partido, desaparecida do noticiário político, e chega a 18% das intenções de voto na pesquisa estimulada, bem acima do principal candidato da oposição, o tucano Aécio Neves, que oscila entre 9% e 14%.

Por mais que a mídia se empenhe em jogar criador contra criatura, a verdade é que a atual presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva parecem formar uma entidade só, a "Dilmalula" - e é exatamente daí que emana a força da dupla, cada um fazendo a sua parte no intricado jogo do poder.

Dilma, que até aqui vem sendo preservada pela imprensa, mais preocupada em destruir a imagem de Lula e do seu governo, saiu esta semana em defesa do ex-presidente quando se tornaram mais violentos os ataques - e foi bastante criticada por isso.

Mas é exatamente na lealdade entre os dois, tanto pessoal como no projeto político, que se baseia esta parceria aprovada por 62% da população brasileira, de acordo com a pesquisa CNI-Ibope divulgada esta semana.

Desde a posse em janeiro do ano passado, Dilma e Lula combinaram de se encontrar a cada 15 dias para conversar pessoalmente sobre os rumos do governo, afastando assim as intrigas que costumam frequentar os salões palacianos.

O resultado está aí: com julgamento do mensalão, Operação Porto Seguro e novas denúncias contra o PT e Lula quase todos os dias, as pesquisas mostram que a grande maioria da população continua satisfeita com o governo e quer que ele continue.

No auge do bombardeio dos últimos dias, e certamente ainda sem saber os resultados das pesquisas, Gilberto Carvalho, ministro da secretaria-geral da Presidência da República, amigo tanto de Dilma como de Lula, desabafou:

"Os ataques sem limites que estão fazendo ao nosso querido presidente Lula têm um único objetivo: destruir nosso projeto, destruir o PT, destruir o nosso governo".

Pelo jeito, até agora não conseguiram. Ao contrário, apenas revelaram o tamanho do abismo que existe hoje entre o mundo real dos brasileiros, que vivem melhor do que antes, e o noticiário dos principais meios de imprensa, que coloca o país permanentemente à beira do abismo, envolvido em crises sem fim.

Isso talvez explique também porque aumentou, no mesmo Datafolha, o índice dos que não confiam na imprensa, que passou de 18% em agosto para 28% em dezembro.

Por tudo isso, penso que é hora do PT sair da defensiva e contar ao país e aos seus militantes o que está em jogo neste momento, dizendo de onde partem e com que interesses os ataques denunciados por Gilberto Carvalho.
Extraído do blog do Miro

Pesquisa do Datafolha mostra força do #MexeuComLulaMexeuComigo. Tanto Lula como Dilma vencem no primeiro turno.

  Os amigos do presidente Lula

Povo dá o troco: na pesquisa Datafolha, tanto Lula como Dilma vencem no 1o. turno

A pesquisa Datafolha que sai neste domingo joga uma ducha de água fria nos demotucanos e no PIG. Ela mostra o significado do "mexeu com Lula, mexeu comigo" para a maioria dos brasileiros.

Se a eleição presidencial de 2014 ocorresse hoje, a presidenta Dilma Rousseff estaria reeleita, com um percentual que variaria de 53% a 57% dos votos a depender de seus adversários. Já no único cenário projetado com o presidente Lula no lugar de Dilma, ele venceria o pleito com 56% dos votos.

sábado, 15 de dezembro de 2012

A entrevista de Dilma ao Le Monde

Aposentado Invocado 
 
ComTextoLivre. Dilma parece ter descoberto que só vai conseguir mesmo ser ouvida direito na mídia internacional. A qual publicação ela poderia dar uma entrevista sem que se sentisse num terreno francamente hostil? Ao Globo de Merval? À Veja de Reinaldo Azevedo? À Folha de Otavinho? Ao Estadão de Dora Kramer?


Dilma parece ter descoberto que só vai conseguir mesmo ser ouvida direito na mídia internacional
Dilma com o presidente francês Hollande, em Paris
Há algo de muito errado ou na presidenta Dilma ou na mídia brasileira quando, para dar uma entrevista relevante, ela opta por publicações estrangeiras, como foi o caso, agora, do Le Monde.
Faça sua escolha.
Imaginemos que Dilma considerasse a mídia brasileira para falar o que pensa sobre a questão da corrupção e do cerco a Lula.
A qual publicação ela poderia dar uma entrevista sem que se sentisse num terreno francamente hostil? Ao Globo de Merval? À Veja de Reinaldo Azevedo? À Folha de Otavinho? Ao Estadão de Dora Kramer?

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Enquanto o Brasil de Lula e Dilma atrai atenção da mídia francesa, no Brasil a mídia apresenta outro país e parte para o golpismo.









“Brasil, o país onde é preciso estar”, diz semanário francês 
A presença da presidenta Dilma Rousseff e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Paris, ganhou a atenção dos meios de comunicação e do empresariado francês. Como prova disso, o influente semanário econômico “Challanges” dedicou a capa à visita de Dilma a França. A manchete da publicação não poderia ser mais explícita: “Brasil, o país onde é preciso estar”. Dilma convidou os empresários franceses a investir no Brasil e o ministro da Indústria francês convidou o Brasil a “utilizar a França como cabeça de ponte” para o mercado europeu. O artigo é de Eduardo Febbro, direto de Paris.

Sob ataques mídia velha brasileira, Lula debate com Hollande crescimento como saída para a crise.

Lula e Hollande participam do seminário “Crescimento como saída para a crise” em Paris

Lula e Hollande durante encontro na Rio + 20 (Foto de arquivo, dia 20 de junho de 2012) 
Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
Lula e Hollande durante encontro na Rio + 20 (Foto de arquivo, dia 20 de junho de 2012)
Instituto Lula e Fundação Jean-Jaurès organizam seminário com os presidentes Dilma Rousseff e François Hollande para discutir saída da crise econômica e retomada do progresso social no mundo
 A Fundação Jean-Jaurès e o Instituto Lula organizam em Paris, nos dias 11 e 12 de dezembro de 2012, um encontro internacional de alto nível intitulado “Fórum pelo progresso social. O crescimento como saída para a crise”. A partir desta iniciativa comum, a Fundação Jean-Jaurès e o Instituto Lula querem provocar uma reflexão profunda e ambiciosa, que esteja à altura dos desafios que a globalização institui, a fim de encontrar as condições para um crescimento mundial harmonioso e sustentável, recolocar no centro das políticas públicas o progresso social e dar precedência ao bem estar dos cidadãos sobre as performances econômicas. Leia mais aqui

Nassif: Lula e Hollande lançam o "anti-consenso de Washington"





É um desses paradoxos da história. Enquanto é achincalhado em seu próprio país, em Paris, junto com o presidente francês François Hollande, Lula lança o que será considerado, provavelmente, o mais importante manifesto sobre a governança global desde o "Consenso de Washington", que marcou a vida das nações nas últimas décadas. É o 'anti-consenso de Washington", que deverá servir de base para a reaglutinação da social democracia em nível global.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Dilma e Hollande defendem compromisso com o crescimento e o emprego


Presidentes do Brasil e da França participaram da abertura do Fórum (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)

Presidentes do Brasil e da França discursaram na abertura do “Fórum pelo Progresso Social: o Crescimento como Saída da Crise”, em Paris.


A presidenta Dilma Rousseff e o presidente francês, François Hollande, defenderam nesta terça-feira (11) o compromisso com o crescimento econômico e a geração de emprego como forma de combater a crise. Os discursos foram feitos durante a abertura do “Fórum pelo progresso social: o crescimento como saída da crise”, coorganizado pelo Instituto Lula e pela Fundação Jean Jaurès.
“É preciso de muita cooperação, diálogo e que se assuma um compromisso com o crescimento, o emprego, a justiça social e o meio ambiente, para que se possa criar um caminho sustentável para saída da crise”, afirmou Dilma, concordando com a fala de Hollande. Para ele, as iniciativas devem ter seu peso sobre o emprego medido, e que o crescimento deve ser a primeira exigência.
Dilma também apoiou a sugestão de Hollande para a criação de um conselho de segurança econômica e social, nos moldes do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU). Dilma afirmou que a recessão e a desordem fiscal podem ter consequências sociais e políticas graves, como a descrença na política, o abandono da democracia, a xenofobia e o desespero pela falta de futuro.
“Superamos a visão incorreta que contrapõe, de um lado, as medidas de incentivo ao crescimento e, de outro, os planos de austeridade. Esse é um falso dilema. A responsabilidade fiscal é tão necessária quanto são imprescindíveis medidas de estímulo ao crescimento, pois a consolidação fiscal só é sustentável em um contexto de recuperação da atividade econômica”, conclui.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Entrega de 1 milhão de casas é momento histórico para o país, afirma Dilma

do blog do Planalto

Café com a presidentaNo programa Café com a Presidenta desta segunda-feira (10), Dilma Rousseff falou da entrega de 1 milhão de casas pelo Minha Casa Minha Vida, classificada por ela como um “momento histórico para o país e uma mudança na vida das pessoas, brasileiros e brasileiras, que recebem sua moradia própria”. Dilma ainda lembrou que mais da metade dessas unidades habitacionais foram entregues para famílias com renda mensal de até R$ 1,6 mil.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

O discurso de Dilma defendendo a redução tarifária

Do blog do Nassif

Por Oswaldo Alves

A posição de Dilma em relação aos "não colaboradores" da redução do custo da energia no Brasil

São 8 minutos nos quais a presidente esclarece o esforço do governo e concentra suas críticas.

Nós somos um dos países que temos de ter a energia elétrica mais barata do mundo, uma das mais baratas do mundo. E não temos , mas não temos, mas a boa notícia é que podemos ter, podemos caminhar para isso.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Culpa de Lula e Dilma, Brasil atnge a menor desigualdade de renda em 30 anos.


A pesquisa chegou a essa constatação por meio de um indicador internacional, o Coeficiente de Gini - um índice de 0 a 1, que sobe com a disparidade de rendimentos. O índice do País, que era de 0,583 em 1981, caiu para 0,508 em 2011. Apesar do avanço, a pesquisa mostra que o País continua a ser um dos mais desiguais do mundo, longe da média de países da União Europeia.
http://por1novobrasil.blogspot.com.br/

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Lula para governador de São Paulo?

'Lula é o melhor para governo paulista em 2014', diz marqueteiro João Santana

FERNANDO RODRIGUES
DE BRASÍLIA
Mais político e engajado do que nunca esteve, o marqueteiro preferido pelo PT desde 2006, João Santana, declara que o melhor nome do partido para disputar o governo de São Paulo é o do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
"É uma pena o nosso candidato imbatível, Lula, não aceitar nem pensar nesta ideia de concorrer a governador de São Paulo. Você já imaginou uma chapa com Lula para governador tendo Gabriel Chalita, do PMDB, como candidato a vice?", disse Santana, em tom irônico, numa longa entrevista à Folha

domingo, 11 de novembro de 2012

Enquanto a mídia golpista se ocupa do mensalão, o povo das periferias vai às compras.

Grandes redes de varejo e bancos crescem nas comunidades pacificadas do Rio, de olho no mercado de R$ 13 bilhões

Luciane Carneiro


Rocinha recebe grandes marcas, como Bradesco e Drogaria Pacheco na Via Ápia
Foto: Marcelo Carnaval / Agência O Globo

Rocinha recebe grandes marcas, como Bradesco e Drogaria Pacheco na Via Ápia Marcelo Carnaval / Agência O Globo 
RIO — Wakayama Surf, Karisma, Because e Mercadinho Zé do Bode agora dividem as ruas da Rocinha com Casas Bahia, Ricardo Eletro, Bradesco, Banco do Brasil, Itaú, Caixa Econômica Federal, Pacheco e Bob’s. O aumento da população da classe C e a chegada das UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) deram fôlego para a expansão de marcas nas comunidades do Rio.