O cerco dos EUA levará o Brasil a produzir bomba atômica



Dilma retomando  ao comando  do Brasil deve fazer graves críticas ao apoio dos EUA aos golpistas. E as críticas devem ser acompanhadas de ações, com por exemplo, a volta do embaixador do Brasil nos EUA. 


Nesse momento, o Brasil está cercado por terra, mar e ar, do atlântico ao pacífico. ndo Os vizinhos do Brasil estão sendo cooptados pelos EUA para instalação de bases militares.

No atlântico sul  tem a IV Frota, além do aliado incondicional com as suas de destruição ancoradas nas ilhas Malvinas. 


E países como Colômbia, Paraguai e agora Argentina com duas bases militares dos EUA em áreas estratégicas, nas de defesas, mas de ataques ao território brasileiro. 


As peças do xadrez da máquina de guerra dos EUA avançaram muito além do que deveriam, principalmente pelo apoio ao golpe contra o Brasil. 


De acordo com a Revista Carta Maior, IV Frota, foi fundada para atuar na Segunda Guerra Mundial, com o objetivo de caçar submarinos nazistas nas águas do Atlântico Sul e foi desmontada em 1950. 

Sua rearticulação em 12 de julho de 2008, conta com 22 embarcações: treze fragatas com mísseis, 4 cruzadores com mísseis, quatro destroieres com misseis e um navio hospital. Além do poderio bélico, a esquadra traz uma arma potente contra as democracias populares do cone sul das américas, poderoso aparato cibernético, capaz de realizar escutas telefônicas em solo e rackear computadores.

Pois bem, o que resta ao Brasil?

Fortalecer a defesa do território brasileiro e de seu povo. 

Nossas Forças Armadas precisam entender que o antipetismo é o antinacionalismo com objetivos claros de enfraquecer  as defesas do território brasileiro e de destruir a soberania do Brasil no mundo. 

Então, é forçoso reconhecer que o Brasil será obrigado a retomar o projeto da bomba atômica. 
  

“A campanha subterrânea dos grupos internacionais aliou-se à dos grupos nacionais revoltados contra o regime de liberdade e garantia do trabalho”.

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