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sexta-feira, 17 de junho de 2016

Bomba: Delator Sérgio Machado aafirma PSDB e PMDB articularam o "pacto de Caxias" para tirar a Dilma e e barrar a Lava Jato. PSDB e PMDB estão no abraço dos afogados.

As coisas estão claras. A cada semana vai se desenrolando as entranhas do golpe e as vísceras dos golpistas vão ficando expostas. Os hipócritas golpistas do PSDB: Aécio, Serra, Alckmin, FHC, Gilmar Mendes e os patetas do PMDB: Temer, Jucá, Padilha, Moreira, Gedel. E o governo golpista vai apodrecendo a cada revelação dos delatores e outras denúncias da mídia. Os conspiradores e golpistas estão nus e seus objetivos vão ficando claros: assumir o poder para acabar com as investigações da Lava Jato. PSDB e PMDB estão no abraço dos afogados: salvem-se que puder. 
Machado: Golpe pró-Temer foi parte do Pacto Caxias

Ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado disse à Procuradoria-geral da República que políticos do PMDB e do PSDB articularam o “Pacto Caxias” para tirar Dilma Rousseff da Presidência e para barrar a Lava Jato; os tucanos possuem três ministérios no governo interino, incluindo o da Justiça, responsável, dentre outros, pela Polícia Federal; eles se referiam a Duque de Caxias, patrono do Exército conhecido como Pacificador, por ter acabado com a instabilidade política com as revoltas regionais durante o Império; segundo Machado, o próprio senador Romero Jucá – que caiu do Ministério do Planejamento – teria lhe confidenciado “sobre tratativas com o PSDB nesse sentido facilitadas pelo receio de todos os políticos com as implicações da Operação Lava Jato”
17 de Junho de 2016 às 08:33

247 – O ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado disse à Procuradoria-geral da República que políticos do PMDB e do PSDB articularam o “Pacto Caxias”, pró-governo Temer, para barrar a Lava Jato.

Eles se referiam a Duque de Caxias, patrono do Exército conhecido como Pacificador, por ter acabado com a instabilidade política com as revoltas regionais durante o Império.

Segundo ele, próprio senador Romero Jucá – que caiu do Ministério do Planejamento após sugerir em áudio o impeachment de Dilma Rousseff para “estancar” a Lava Jato – teria lhe confidenciado “sobre tratativas com o PSDB nesse sentido facilitadas pelo receio de todos os políticos com as implicações da Operação Lava Jato”.

O PSDB possui três ministérios no governo interino, incluindo o da Justiça, responsável, dentre outros, pela Polícia Federal.

Ele ainda relata que o presidente do Senado, Renan Calheiros, deixou claro que seria a “esperança única” do PSDB para tomar as medidas que podem impedir os avanços da operação.

“Quando Renan Calheiros diz (na conversa gravada) que ‘eu sou a esperança única que eles têm de alguém para fazer alguma coisa’, ‘eles’ refere-se especificamente ao PSDB, embora o temor dos políticos da Operação Lava Jato seja generalizado; que ‘fazer alguma coisa’ refere-se a um pacto de medidas legislativas para paralisar a Operação Lava Jato, que incluía proibir colaboração premiada de réu preso, proibir a execução provisória de sentença penal condenatória e modificar a legislação dos acordos de leniência”, relatou, segundo reportagem de Fausto Macedo e Mateus Coutinho (leia aqui).

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