Translate / Tradutor

Mostrando postagens com marcador Filosofia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Filosofia. Mostrar todas as postagens

sábado, 23 de julho de 2011

Vale a leitura: Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores


A letra abaixo de Geraldo Vandré é muito profunda e me deixa introspectivo, pensando no Brasil e nas lutas do povo brasileiro. Meu Deus quantos jovens perderam suas vidas, quantos trabalhadores deram suas vidas pelos seus ideais.

A letra é profunda e não nos deixa esquecer desses maravilhosos jovens. Aliás, devemos recontar a historia brasileira e colocar os jovens e brasileiros que de fato lutaram por este país. Somos o que somos porque uma elite se apoderou deste pais, mas o que poderíamos ser pode ser desenterrados dos livros oficiais deste país.

Eu cá aqui com os meus botões fico indignado quanto mais conheço as oportunidades que este país perdeu durante a sua história.

Meu Deus, com todo o potencial deste país, tivemos a sorte de perder as três últimas décadas do século passado. Quanta incompetência, quanta malandragem desta elite branca e perversa.

Devemos então, escutar o poeta e mais do que nunca, agora é preciso pensar e fazer porque esperar não é saber e vamos fazer agora acontecer.

Por isso, Olhos do Sertão convidam a todos para que, de olho na mídia, lutemos por este Brasil que está dando certo.

Assista ao vídeo e conheça mais um pouco da história deste país.

Aos professores de História oriento que procure trabalhar uma história viva, de fatos concretos. O vídeo e a própria letra são excelentes recursos para se recontar a história recente de nossa república. Falo recontar porque a historia oficial dos livros segue uma linha oficial.


Veja um vídeo abaixo e reflita sobre a letra 

O que estamos fazendo?





Caríssimos, creio que estejamos anestesiadas pela própria condição de sobrevivência humana. As respostas o mundo está dando: violência, exploração do trabalho infantil, a condição humana, a desigualdade social, o aquecimento global, por fim os fenômenos sociais e ambientais de nosso século estão aí, “gritando” a plena goela e a olhos vistos por todos (respostas). 

E nós, o que estamos fazendo? Onde estão as perguntas que deveríamos fazer e não fazemos? Como diz o poeta Mário Quitana, o que mata o jardim é indiferença e por que somos indiferentes? Achamos normais a violência, a miséria, as condições de trabalhos e todos os graves problemas sociais e ambientais de nosso tempo? Vivemos o paradigma da normalidade? 

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Sim, um novo mundo é possível construir.


Como já afirmei a realidade não é apenas esta que está posta (corrupção, violência, políticas ineficazes de saúde e educação), mas uma realidade que se pode construir pela participação do povo nos grandes embates políticos de nosso tempo. 

O povo tem poder, mas este poder está por ser construído pela união e participação. O voto sem consciência é um poder efêmero porque acaba na urna, o voto consciente tem poder profícuo e efetiva a democracia, embora concorde com Plataõ de que a democraica não é perfeita porque nem sempre vence os melhores.

Portanto, o que imperativo refletir é que, mesmo existindo o embate e conflito no sistema politico, a participação da sociedade é importante. 

Os empresários querendo flexibilizar as leis trabalhistas e os trabalhadores vigilantes na garantia destes direitos na Constituição de 88 (Constituição Cidadã). 

É verdade que a organização empresarial tem mais influência junto ao governo porque tem mais recursos políticos,. domina a mídia hegemônica  e só o povo organizado pode equilibrilar este poder de influencia que exerce ao governo a classe empresarial . 

Isso faz parte do processo democrático e tem razão o presidente Lula de pedir ao povo que se organize e vá lutar por seus direitos e cobrar políticas públicas que venham melhorar a vida do povo brasileiro. 

Entendo, portanto, que o Estado sozinho não vai resolver todos os problemas de um país, é preciso que a sociedade esteja com um sentimento de responsabilidade pelo seu país. Sim, um novo mundo é possível construir com a participação efetiva do povo nas decisões políticas.
REFERÊNCIAS

BORBA, Julian. Ciência Política.Florinópolis. SeaD/UFSC, 2006

Que animal político temos no século XXI?




O animal político o qual se refere Aristóteles conseguiu sobrevier às intempéries da natureza e às poderosas mandíbulas dos predadores a uma política de organização e defesa do bem comum que era a própria vida e da espécie. 

Alguns caçavam, outros cuidavam das crias, outros vigiavam e outros morriam em defesa da própria espécie e esta organização do bem comum se revelava na forma de pensar e se relacionar uns com outros.

Nesta linha de pensamento, tem-se na Grécia, berço da democracia, a invenção da política com leis e instituições (polis), onde as decisões eram tomadas através de muitas discussões e debates públicos. 

Percebe-se pela definição que estamos bem distantes deste ideal, mesmo porque as decisões são tomadas por uma democracia representativa (herança do liberalismo) que está em processo de descrédito e falência (poucos se consideram representados nos poderes legislativos deste país).

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Outra realidade é possível construir?

Pedrinho Guareschi, em Sociologia Crítica faz uma bela reflexão sobre definição ideológica de realidade. 



Nós sempre formos ensinados, desde que começamos a ouvir, a ver, que realidade é o que está aí, o que nós vemos, o que nós podemos apalpar, o que existe. Nós formamos uma idéia de realidade a partir do que está presente, a partir do que existe agora. 

Podemos, então perguntar: Mas realidade é isso? Realidade não é também o que será? O que é possível não faz parte também da realidade? Mas o que implica aceitar como verdade e realidade o que está aí, o positivo? 

Em poucas palavras, isso implica em fechar o caminho à transformação, à mudança; melhor, isso significa trancar a esperança.! 

terça-feira, 12 de julho de 2011

O socialismo é uma doutrina triunfante”

Entrevistas - Brasil de Fato

Aos 93 anos, Antonio Candido explica a sua concepção de socialismo, fala sobre literatura e revela não se interessar por novas obras

Joana Tavares da Redação
Crítico literário, professor, sociólogo, militante. Um adjetivo sozinho não consegue definir a importância de Antonio Cândido para o Brasil. Considerado um dos principais intelectuais do país, ele mantém a postura socialista, a cordialidade, a elegância, o senso de humor, o otimismo. Antes de começar nossa entrevista, ele diz que viveu praticamente todo o conturbado século 20. E participou ativamente dele, escrevendo, debatendo, indo a manifestações, ajudando a dar lucidez, clareza e humanidade a toda uma geração de alunos, militantes sociais, leitores e escritores.

Tão bom de prosa como de escrita, ele fala sobre seu método de análise literária, dos livros de que gosta, da sua infância, do começo da sua militância, da televisão, do MST, da sua crença profunda no socialismo como uma doutrina triunfante. “O que se pensa que é a face humana do capitalismo é o que o socialismo arrancou dele”, afirma.

Brasil de Fato – Nos seus textos é perceptível a intenção de ser entendido. Apesar de muito erudito, sua escrita é simples. Por que esse esforço de ser sempre claro?
Antonio Candido – Acho que a clareza é um respeito pelo próximo, um respeito pelo leitor. Sempre achei, eu e alguns colegas, que, quando se trata de ciências humanas, apesar de serem chamadas de ciências, são ligadas à nossa humanidade, de maneira que não deve haver jargão científico. Posso dizer o que tenho para dizer nas humanidades com a linguagem comum. Já no estudo das ciências humanas eu preconizava isso. Qualquer atividade que não seja estritamente técnica, acho que a clareza é necessária inclusive para pode divulgar a mensagem, a mensagem deixar de ser um privilégio e se tornar um bem comum.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores

A letra abaixo de Geraldo Vandré é muito profunda e me deixa introspectivo, pensando no Brasil e nas lutas do povo brasileiro. Meu Deus quantos jovens perderam suas vidas, quantos trabalhadores deram suas vidas pelos seus ideais.

A letra é profunda e não nos deixa esquecer desses maravilhosos jovens. Aliás, devemos recontar a historia brasileira e colocar os jovens e brasileiros que de fato lutaram por este país. Somos o que somos porque uma elite se apoderou deste pais, mas o que poderíamos ser pode ser desenterrados dos livros oficiais deste país.

Eu cá aqui com os meus botões fico indignado quanto mais conheço as oportunidades que este país perdeu durante a sua história.

Meu Deus, com todo o potencial deste país, tivemos a sorte de perder as três últimas décadas do século passado. Quanta incompetência, quanta malandragem desta elite branca e perversa.

Devemos então, escutar o poeta e mais do que nunca, agora é preciso pensar e fazer porque esperar não é saber e vamos fazer agora acontecer.

Por isso, Olhos do Sertão convidam a todos para que, de olho na mídia, lutemos por este Brasil que está dando certo.

Assista ao vídeo e conheça mais um pouco da história deste país.

Aos professores de História oriento que procure trabalhar uma história viva, de fatos concretos. O vídeo e a própria letra são excelentes recursos para se recontar a história recente de nossa república. Falo recontar porque a historia oficial dos livros segue uma linha oficial.



Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores
Geraldo Vandré
Composição: Geraldo Vandré


Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Caminhando e cantando
E seguindo a canção...

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(2x)

Pelos campos há fome
Em grandes plantações
Pelas ruas marchando
Indecisos cordões
Ainda fazem da flor
Seu mais forte refrão
E acreditam nas flores
Vencendo o canhão...

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(2x)

Há soldados armados
Amados ou não
Quase todos perdidos
De armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam
Uma antiga lição:
De morrer pela pátria
E viver sem razão...

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(2x)

Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Somos todos soldados
Armados ou não
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não...

Os amores na mente
As flores no chão
A certeza na frente
A história na mão
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Aprendendo e ensinando
Uma nova lição...

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer...(4x)

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

O QUE ESTAMOS FAZENDO?


Caríssimos, creio que estejamos anestesiadas pela própria condição de sobrevivência humana. As respostas o mundo está dando: violência, exploração do trabalho infantil, a condição humana, a desigualdade social, o aquecimento global, por fim os fenômenos sociais e ambientais de nosso século estão aí, “gritando” a plena goela e a olhos vistos por todos (respostas). 


E nós, o que estamos fazendo? Onde estão as perguntas que deveríamos fazer e não fazemos? Como diz o poeta Mário Quitana, o que mata o jardim é indiferença e por que somos indiferentes? Achamos normais a violência, a miséria, as condições de trabalhos e todos os graves problemas sociais e ambientais de nosso tempo? Vivemos o paradigma da normalidade? 


Que educação devemos professorar? Segundo a pensadora Maria Anita Martins, em o professor como agente político, o professor pode desenvolver uma educação como instrumento de transformação e interpretação da realidade, removendo as concepções folclóricas, e pela explicação, abrir o caminho para que os alunos possam, conhecendo a realidade, transformá-la. 


A sociologia é importante porque caminha e pretende ser este instrumento desmistificador da realidade e da condição humana. Mas não a sociologia do nebobo – do esqueça o que eu escrevi, mas a sociologia crítica de Florestan Fernandes.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

SIM, UM NOVO MUNDO É POSSIVEL



Como já afirmei a realidade não é apenas esta que está posta (corrupção, violência, políticas ineficazes de saúde e educação), mas uma realidade que se pode construir pela participação do povo nos grandes embates políticos de nosso tempo.

O povo tem poder, mas este poder está por ser construído pela união e participação. O voto sem consciência é um poder efêmero porque acaba na urna, o voto consciente tem poder profícuo e efetiva a democracia, embora concorde com Plataõ de que a democraica não é perfeita porque nem sempre vence os melhores.

Portanto, o que imperativo refletir é que, mesmo existindo o embate e conflito no sistema politico, a participação da sociedade é importante.

Os empresários querendo flexibilizar as leis trabalhistas e os trabalhadores vigilantes na garantia destes direitos na Constituição de 88 (Constituição Cidadã).

É verdade que a organização empresarial tem mais influência junto ao governo porque tem mais recursos políticos,. domina a mídia hegemônica  e só o povo organizado pode equilibrilar este poder de influencia que exerce ao governo a classe empresarial .

Isso faz parte do processo democrático e tem razão o presidente Lula de pedir ao povo que se organize e vá lutar por seus direitos e cobrar políticas públicas que venham melhorar a vida do povo brasileiro.

Entendo, portanto, que o Estado sozinho não vai resolver todos os problemas de um país, é preciso que a sociedade esteja com um sentimento de responsabilidade pelo seu país. Sim, um novo mundo é possível construir com a participação efetiva do povo nas decisões políticas.
REFERÊNCIAS

BORBA, Julian. Ciência Política.Florinópolis. SeaD/UFSC, 2006