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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Serviçal da Veja publica montagem grosseira contra Lula e depois pede desculpas.

Colunista da Veja "se retrata" após divulgar foto falsa de LULA

Por DiAfonso do Terra Brasilis]

Das três uma: o colunista da Veja, Ricardo Setti, é ingênuo, incompetente ou malicioso. 

Acaso ele não sabe da guerra que a mídia golpista tem travado para, irresponsavelmente, desconstruir a imagem de LULA e a vitoriosa gestão petista frente ao governo federal? 

Acaso ele não sabe o que a revista Veja tem feito com o seu jornalismo de esgoto e banditismo midiático, sendo o próprio Ricardo Setti um dos feitores da merda de jornalismo executado pelo Grupo Abril?

Ora!!!

Veja, abaixo, imagem montada veiculada pelo colunista e, em seguida, a imagem original e as posteriores desculpas do jornalista. Desculpas públicas, vindas da Veja, é jogo de cena. 

Note que ele pede desculpas "às três pessoas" que aparecem na montagem, mas não lhes dá o nome. Proferir o nome do ex-presidente LULA e lhe pedir desculpas públicas é demais, né não, Ricardo Setti?



domingo, 2 de dezembro de 2012

Estes serviçais, no minimo seriam feitores da "casa grande".

Dez jornalistas mais burros e reacionários do Brasil





É hora dos prêmios de 2012.

A divulgação sai mais cedo porque tudo pode acabar dia 12 de dezembro.

A lista dos mais burros e reacionários deu trabalho aos julgadores.

É muito difícil encontrar um jornalista de opinião política na grande mídia brasileira que não seja burro, reacionário ou as duas coisas.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Apesar dos desafios grandes, nós podemos vencê-los.


Caríssimos o texto abaixo me toca profundamente e me leva de volta para o ano de 1989. Era nesta época jovem professor, recém-casado com esposa grávida, trabalhava em comunidades rurais de minha cidade. Foi o ano de minha entrada no glorioso Partido dos Trabalhadores. Juntos com alunos, colegas e demais representantes da sociedade russana fundamos o partido. Fizemos uma campanha pela eleição de Lula com muita motivação e esperança.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Folha fabricou epidemia de febre amarela e a estrela foi a Aedes Cantanhêde.

O pré-Brasil de 2010 vivia e ainda vive a fábrica de crises costurada pela Rede Globo, Folha, Veja e Estadão. 

E entre em 2007 e 2008 disseminou-se que o Brasil vivia uma crise da febre amarela. 

Muitas pessoas ficaram apavoradas e buscaram os serviços de saúde. 

E teve até gente que morreu por tomar duas pela texto alarmista de Castanhede, colunista da Folha. Veja o que ele escreveu: 



Com sua licença, vou usar este espaço para fazer um apelo para você que mora no Brasil, não importa onde: vacine-se contra a febre amarela! Não deixe para amanhã, depois, semana que vem... Vacine-se logo!


A febre amarela é uma doença infecciosa causada por vírus e pode ser fatal. Hoje mesmo (terça, 08/01), morreu um homem de 38 anos em Brasília, plena capital da República, com febre alta, dores musculares, náuseas e vômitos. Possivelmente, foi vítima da doença. O alerta nem é mais amarelo, já é vermelho. E a vacina é altamente eficaz. Tomou, está livre da doença. (A íntegra do texto está aqui)


Mello e Eduardo escreveram sobre esse assunto - a crise amarela da Folha naquele período.


Naquele momento e agora tudo é válido para desgastar os governos Lula e Dilma. [


Agora, criou-se a faxina de ministros, enquanto isso #privatariatucana fica no silêncio sepulcral.  

Eliane Cantanhêde amarelinha

Folha fabricou epidemia de febre amarela, diz pesquisadora

No verão de 2007-2008, matérias publicadas na Folha de S. Paulo alardearam o "aumento progressivo" da doença, assustaram a população e sobrecarregaram ainda mais o sistema de saúde

Por: Cida de Oliveira, Rede Brasil Atual
Publicado em 20/12/2011, 17:53
Última atualização às 18:41

São Paulo – O aumento progressivo do número de casos de febre amarela de grandes proporções, projetadas nas matérias publicadas pelo jornal Folha de S. Paulo no verão entre 2007 e 2008 felizmente não foi além das estratégias discursivas da cobertura jornalística deste que se intitula "um jornal a serviço do Brasil". Mas foi propagada a tese de uma iminente epidemia da doença, de grandes proporções, na qual a vacinação representava o limite entre a vida e a morte, sem que os riscos do uso indiscriminado do imunizante antiamarílico fossem divulgados.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Rede Globo perdeu a vergonha, a dignidade e principalmente o respeito ao povo brasileiro.

Tenho dito que o livro - Privataria Tucana de Amaury Jr - é um grande remédio para o surto de ética seletiva da grande imprensa desse país.

O povo brasileiro não pode mais aceitar a moralidade seletiva da Rede Globo, Folha, Veja, Estadão, Band,SBT, etc. 

Precisamos de mídia que atente para os fatos, que faça jornalismo e não militância política. 

Com o tema da última semana - privataria tucana - de repente, o tema corrupção sai dos telejornais e pior, a o livro é censurado por toda a imprensa, dita grande. 

E depois de quase uma semana, duas matérias tanto da Folha de São Paulo como do Estadão têm conteúdos de defesa dos tucanos Serra e FHC de um lado, de outro constrói a tese de desqualificar o referido jornalista  e os documentos que estão contidos no livro. 

E por fim, a Rede Globo continua tentando derrubar ministros do governo Dilma por um lado, de outro silencia sobre privataria tucana. 

Esse pessoal perdeu a capacidade de discernimento, a vergonha e a dignidade e fundamentalmente o respeito pelo brasileiro. 

O Rede Globo como sempre, com sua visão enviesada e míope prefere ocultar do povo brasileiro o maior escândalo da história da República brasileira - a privataria tucana. E você leitor, o que espera para dá um power e mudar de canal? 


Enquanto isso, Rede Globo e o resto da grande mídia tentam derrubar mais um ministro. E na Tucolândia, o emendão tucano for colocado em banho-maria pela mesma mídia. Dois pesos e duas medidas, mas até quando?


E tal do Geraldo se faz surdo e mudo com o escândalos das propinas nas emendas dos deputados tucanos e aliados. E o Ministério Público de SP, o que dizer do Emendão Tucano. 


E assim, criou-se no Brasil a Tucolândia, onde tudo parece estar controlado. E por sinal, lá a grande mídia também silencio sobre mais um escândalo dos #privatas tucanos na Toculândia. 


Por fim, repito: Rede Globo perdeu a vergonha, a dignidade e principalmente o respeito ao povo brasileiro, até para transmitir o jogo Santos na quarta-feira passada, pacote que comprou para tentar controlar a concorrência. Não transmite e nem que os jogos sejam transmitidos para os torcedores santistas.  


Bem, no próximo domingo santistas terão a oportunidade de assistir Santos, através do Esporte Interativo 
O ALVO É OUTRO



Retrato do Brasil


Com a repetição de denúncias contra ministros e a criação incessante de pequenos fatos jornalísticos em geral mal investigados, a grande mídia conservadora visa transformar o governo Dilma num grande escândalo político


A substituição do ex-ministro do Esporte Orlando Silva, numa cerimônia na qual a presidente Dilma Rousseff fez grandes elogios a ele, a seu sucessor, Aldo Rebelo, e à legenda de ambos, o PCdoB, foi considerada, pelos maiores meios de comunicação do País, um escárnio, um desprezo à opinião pública. Jornais e revistas como O Estado de S. Paulo, O Globo, Veja, Época e IstoÉ promoveram uma agressiva e eficiente campanha de denúncias contra Silva e seu partido e acham que falam de um Olimpo, acima do bem e do mal, em nome de todos, “da sociedade”, como se fatos extraordinários tivessem se arremessado sobre eles por imposição divina, para que denunciassem a gestão do ex-ministro e de seu partido no Ministério do Esporte.



terça-feira, 15 de novembro de 2011

O golpismo da mão invisível da imprensa

O PIG tem conseguido algum resultado com as suas teses, por isso todo o cuidado é pouco. É preciso que a sociedade esteja vigilante com os passos do PIG. Rede Globo, Estadão, Folha de São Paulo, Veja e assemelhados (mídias periféricas como SBT, Band, etc) não recuarão de seus objetivos de eleger um dos seus e criar uma ditadura midiática e de controle total sobre as mentes dos brasileiros. 

Band, acostumou-se com as migalhas da Rede Globo, tanto é que mantém em seus quadros um jornalista da pior espécie possível, que não vale nada - Boris Casoy, no alto de seu preconceito de classe. 

O Brasil precisa com urgência fazer o dever de casa como a Argentina está fazendo, enfrentando os monstros que as ditaduras da América do Sul criaram. 

(Rede Globo está acostumada com as migalhas que caem das mesas dos ditadores e serviçais). 

por Gilson Caroni Filho

Não há mais como transigir , em nome da diversidade de opiniões, com a velha ortodoxia assimilada pelos jornalões, portais e emissoras de televisão como "exemplo de racionalidade econômica". Já aprendemos demais com a tragédia para vê-la rediviva como farsa.

Quando o PIG ( Rede Globo, Estadão, Veja e Folha) preparava a PETROBRAX demotucana.




Em 15 de março de 2001, inexplicavelmente, o governo incompetente (poderia ser entreguista) de FHC deixou que a P-36 afundasse. E foram muitas acidentes, derramento de petróleo durante o governo de FHC (preparando a Petrobrás para ser entregue às grandes dos EUA). Nesse sentido, era preciso desvalorizar, reduzir o preço da Petrobrás.


(esse serviçal de FHC e SERRA e  das 07 grandes dos EUA, já estava preparando um pacote para entregar a Petrobrás )


Hoje, pode-se fazer uma relação entre quem, de fato defende os interesses do Brasil - Governos Lula e Dilma e de FHC-SERRA e possivelmente de Aécio (aquele que estava dirigindo bêbado no RIO e não quis soprar o bafômetro, porque bafômetro nos outros é refresco, segundo o mesmo. 

E qual é a verdadeira capa do PSDB e de setores da mídia brasileira (Rede Globo, Folha de São Paulo, Estadão e Veja)? Defender os interesses das multinacionais estrangeiras e de países como EUA, por exemplo. 

A imagem abaixo fala por si.


Importante entender, que a energia que move a economia mundial, principalmente a energia fóssil será um componente estratégico até metade desse século.

E muitos conflitos, golpes de Estados e assassinatos como na Líbia serão uma guerra de "sobrevivência". Não importa. Ditadores bons e "democracias boas" são aquelas subservientes ás 07 grandes dos EUA 

A mídia brasileira, essa que citei, tenta a todo custo reduzir a importância do Estado brasileiro como regulador da economia em nosso país. Por quê? 

Porque é uma mídia com o pensamento colonizado, que aprendeu a viver de migalhas dos generais ditadores e de países imperialistas com os EUA. A depender dessa elite egoísta, seríamos eternamente dependentes dos EUA e não passaríamos de uma colónia. 

O que  o povo brasileiro pode sentir e se orgulhar, é que somos um país mias soberano e com suas potencialidades sendo desenvolvidas pelo governo Dilma agora. E devemos estar atentos aos passos da Rede Globo, Estadão, Folha e Veja, porque está em curso várias frentes para derrotar o governo popular e soberano em 2014, para introduzir uma ditadura midiática. 
Não tenha dúvida meus amigos e minhas amigas - essa relação promíscua entre Rede Globo, Estadão, Folha, Veja, PSDB-DEMOS-PPS, empresas petrolíferas multinacionais como a Chevron e países como os EUA, precisa ser esmagada pelo povo brasileiro. Não podemos deixar que um dia chegue à presidência da República um governo entreguista e que afunde a soberania de nosso país. 

Que relação podemos estabelecer entre a P-36 e o derramamento de petróleo da Chevron?

Amigos e amigas, a gente vem acompanhando a forma como a mídia brasileira vem tratando do tema Petróleo e Pré-sal e principalmente a Petrobrás desde quando os demo-tucanos (FHC e SERRA) assumiram o poder nesse país, em uma relação promíscua com essa mesma mídia. 

Os acontecimentos estão revelando coisas gravíssimas  que podem atingir gravemente a República brasileira, os seus interesses no mundo, cada vez mais em colapso. 

Além de termos uma imprensa golpista (historicamente Rede Globo, Estadão, Veja e Folha s desenvolveram recebendo as migalhas que caíam das mesas dos generais golpistas) temos também uma imprensa, defendendo os interesses das empresas multinacionais e de países como EUA e da EUROPA,tendo, inclusive jornalistas brasileiros como William Waak como informante desses países. 

Nesse momento, é preciso questionar, até quando o povo brasileiro, o Estado brasileiro e suas instituições vai permitir essa traição. Como seriam tratados esses grupos midiáticos nos EUA? Como traidores? Provavelmente. E você, caro leitor, como analisa essa situação? 





O título é apenas uma versão mais radical do comportamento da imprensa brasileira, até agora, em relação ao vazamento de petróleo junto à plataforma de perfuração da Chevron-Texaco no Campo de frade, ao largo de campos, no Rio de Janeiro. 

A relação de promiscuidade entre Rede Globo, Estadão, Folha, Veja e empresas multinacionais de petróleo.

Meus amigos e e amigas leitores de Olhos do Sertão, vocês se lembram, quando os acidentes (derramamento de petróleo) eram frequentes na Petrobrás?

Era um período de "preparação" para privatização da Petrobrás, que já se chamava,dentro do círculo privatizante demotucano, de Petrobrax. E veio o golpe final com o afundamento da P- 36, um "golpe" de mestre do PSDB-DEMO e do PIG, para destruir a Petrobrás, desvalorizá-la e depois privatizá-la.

Pergunta: por que nos governos Lula e Dilma não aconteceram acidentes do tipo que acontecia durante o governo entreguista de FHC?
As duas fotos aí de cima foram publicadas pelo blog SkyTruth ,especializado em interpretação de foto de satélites com fins ambientais, mantido pelo geógrafo John Amos, e registram em dois momentos o que é identificado como sendo a mancha de óleo provocada pelo vazamento provocado pela Chevron-Texaco e que está sendo mantido na sombra pela imprensa.

Cheguei até elas pela dica do leitor Henrique, que parece ser mais eficiente que toda a imprensa brasileira reunida.

Aliás, os próprios releases dizem que há 18 navios trabalhando no combate ao vazamento. Devem ser navios-fantasmas, como é a direção da Chevron. Não têm nome, não têm comandante, não tem tripulação, não têm coordenadores. Não há uma pessoazinha que seja, com nome e sobrenome, que diga: “olha, as coisas aqui estão assim ou assado”.

Ninguém tem uma máquina fotográfica, uma filmadora, um reles celular que tire fotos. Internet, então, nem pensar.

Será que vamos ter que esperar que coloquem uma mensagem na garrafa, para que a nossa imprensa publique algo além de notas oficiais?

Relação de promiscuidade da mídia brasileira com a Chevron-Texado



Até agora nenhuma nota, nenhuma notícia . Passou-se uma semana do início do vazamento de petróleo no poço da Chevron-Texaco no Campo do Frade, ao largo da Bacia de Campos.

Brizola Neto tem feito uma cobertura desse vazamento de petróleo da Chevron-Texado que precisa ser reverberada em toda a blogosfera, para que o povo brasileiro entenda a promiscuidade da mídia para proteger os interesses das empresas multinacionais no Brasil.

Certamente, não sei o que é pior: uma imprensa golpista ou uma imprensa defendendo os interesses das multinacionais? E não se fosse trágigo: jornalistas como William Waak e outros, sendo informantes dos EUA?

Brizola Neto denuncia em seu blog:

Até agora, e no primeiro dia, só a assessora de imprensa da Chevron-|Texaco falou – e besteira – no primeiro dia, dizendo que era um acidente natural.

Pode procurar nos jornais e nos sites: nenhum diretor da empresa deu entrevista. A empresa só fala por comunicados, fiel e inquestionadamente reproduzido pelos jornais.

Quem é o presidente ou diretor responsável pela Chevron? O que ele tem a dizer? Só a muito custo se descobre que é o senhor Charles Buck, subordinado ao sr. Ali Moshiri, presidente da empresa para a África e América Latina.

A Chevron é uma empresa fantasma, sem rosto, sem voz, sem seres humanos. Tinha capacidade técnica para perfurar o pré-sal, como provavelmente estava fazendo?

Suas informações são repetidas sem qualquer aprofundamento ou dúvida.

É o oráculo de Houston falando aos pobres tupiniquins, incapazes de formular uma única pergunta.

Embora, é claro, tenham ido perguntar sobre o vazamento à Petrobras, sócia minoritária e sem poder operacional sobre o campo.

Não há uma ONG, um ambientalista, ninguém protestando, ninguém – além da Presidenta Dilma – exigindo apruação completa do acidente.

O vazamento vai ser tampado com press-releases?

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Ao PIG e seus cães raivosos, o meu desprezo

Câncer do Lula: PSDB jovem mostra a cara (de ódio)



Aninha Zortea: “Como esse moço quer chegar algum dia ao poder?”


por Conceição Lemes


Em 31 de março de 2010, nós postamos no Viomundo a carta aberta do ex-deputado José Carlos Aleluia à Universidade de Coimbra contra a concessão do título de doutor honoris causa ao ex-presidente Lula. Demonstração inequívoca de mesquinhez, dor-de-cotovelo, inveja.  Preconceito de classe explícito.

Recebeu repúdio quase unânime dos leitores do Viomundo. Entre eles, o de Ana Giulia Zortea, que dizia ter 10 anos de idade, desancando Alelulia: “Não foi nada legal o que ele falou do Lula”.


Tudo isso dito por uma menina de 10 anos!? Como teria vindo parar no Viomundo?! Quem sugeriu?! O que estava fazendo por aqui?!  Foram questões que me vieram à cabeça nos segundos em que li e aprovei o comentário de Ana Giulia Zortea.  Eu e muitos leitores ficamos embasbacados. Babando, mesmo!

sábado, 14 de novembro de 2009

Quando a Rede Globo não consegue esconder a incompetência do Serra no Rouboanel.


Na foto, uma carreta transporta uma viga para ser utilizada na construção do Rodoanel, totalmente trincado. A estrutura foi vista e fotografada por quem passava na região dias antes do acidente desta sexta-feira, em que três vigas caíram sobre três veículos na rodovia Régis Bittencourt.


É muito estranho que uma viga se quebre no transporte e outras três depois de colocadas na ponte. Isto prova que existe falhas na execução da obra, e o material que está sendo usado pela empreiteira é de baixa qualidade, como foi denunciado tempos atrás. No entanto, na Assembléia Legislativa nenhum deputado fala em CPI para investigar a distribuição de recursos público entre as construtoras contratadas por José Serra.


A auditoria, realizada entre maio e julho de 2008, por técnicos do TCU (Tribunal de Contas da União), a obra teve a compra de itens com valor, em média, 30% acima dos preços usados como referência no orçamento. também aponta alterações no projeto básico. As empresas contratadas alteraram métodos construtivos com redução no número de vigas usadas em pontes, substituição de estacas metálicas por pré-moldadas e troca de areia por brita em muros de contenção, por exemplo.Veja

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

O desespero da Rede Globo e oposição demo-tucana.

 O auitor deste blog viu ontem o tom desesperado da Rede Globo e outras midias demo-tucanas desesperadas para desconstruir a imagem da Dilma. O desespero e falta de inteligência para desconstruir a imagem de Dilma de um lado, de outro para construir a imagem do Serra. Santa paciência, até quando vamos aguentar isso. Não gosto de utilizar a palavra apagão, mas vivemos o apagão da Rede Globo, cada vez mais perdendo audiência e suas companheiras de assuntos para atemorizar o povo brasileiro.
 

Pesquisa de Cesar Maia comprova apagão da Oposição no Rio

No seu Ex-Blog de hoje, Cesar Maia divulga pesquisa de intenção de votos para Governador do Rio, com 1.600 entrevistas feitas no último fim de semana pelo Instituto GPP: “Cabral 29% \ Garotinho 23% \ Gabeira+Cesar Maia (que será candidato a senador) 23% \ Lindbergh 4%”. O grifo é nosso, destacando a confissão de Cesar Maia de que será candidato a Senador, tentando se aproveitar dos votos de Gabeira. Como nem Gabeira (PV) nem Cesar Maia (DEM) serão candidatos a Governador, os números da pesquisa não têm valor. Mas a disposição de Cesar Maia de se candidatar a Senador deve acender uma luz amarela na campanha de Gabeira. A associação de seu nome com o do ex-Prefeito pode afastar muitos eleitores da candidatura verde. E no final os dois podem acabar vendo suas candidaturas derrotadas por uma luz negra...


O apagão da Oposição

No seu desespero anti-Lula, a Oposição tenta encontrar um fio de luz no apagão elétrico dessa semana. Sem visão clara do que aconteceu, tenta fazer passar a idéia de que agora não tem mais como acusar Fernando Henrique pelo racionamento que ele provocou. Raciocínio ingênuo, por dois motivos: primeiro, porque no caso tucano faltou planejamento, o que é um absurdo; segundo, porque com isso ressurge da penumbra o fantasma de Fernando Henrique para a comparação eleitoral. A Oposição também tentou se ligar nas explicações do estranho Lobão (o ministro, não o compositor), mas deu curto-circuito, porque tratava-se de armadilha: Lobão estava apenas acendendo o holofote para a entrada em cena de Dilma. A Oposição/Mídia ainda tenta levantar a tocha do investimento insuficiente, mas essa pilha está fraca, porque, comprovadamente, o país dispõe hoje de um dos mais avançados sistemas elétricos do mundo, exatamente o oposto dos tempos “à meia-luz” de Fernando Henrique. Enquanto isso, a Oposição tateia no escuro vivendo um apagão de candidatos. Para a Presidência, acende uma vela a Aécio e outra a Serra; em São Paulo, não consegue ver brilho nem na candidatura de Alckmin nem na de Aloysio Nunes; no Rio, faltam fósforos, isqueiro, interruptor, lâmpada... falta tudo! Enfim, a Oposição está completamente às cegas. Com relação ao apagão propriamente dito, as explicações dadas ao Bom Dia Brasil por Eduardo Barata, diretor de operações do ONS, me pareceram convincentes. E o artigo de hoje na Folha (ver abaixo) de Luiz Pinguelli Rosa serve de facho seguro para quem ainda tem dúvidas.

Blecaute
LUIZ PINGUELLI ROSA

Não há sistema tecnológico sem falhas. Mas o sistema interligado é inteligente, pois otimiza o uso da geração hidrelétrica
AINDA PAIRAM algumas dúvidas sobre o blecaute que atingiu vários Estados brasileiros, mais drasticamente São Paulo e Rio de Janeiro.
É preciso esclarecer, porém, que o ocorrido na terça-feira foi totalmente diferente do chamado apagão de 2001, quando o governo decretou um racionamento obrigatório de energia elétrica para toda a população, sob pena de desligamento de residência ou empresa por alguns dias caso não fosse cumprido o corte no consumo.
Naquela ocasião, havia falta de energia para atender a demanda, pois esta vinha crescendo mais rapidamente do que a capacidade instalada no país. Enquanto houve chuvas suficientes para a geração hidrelétrica, o sistema funcionou e o problema foi adiado. Quando as chuvas se reduziram, os reservatórios estavam vazios e faltou energia no sistema.
Alertei o então presidente Fernando Henrique Cardoso por uma carta, como coordenador do Instituto Virtual da Coppe/UFRJ, e cheguei a conversar com José Jorge, à época ministro de Minas e Energia.
Naquele caso, houve falta de investimento. As estatais elétricas, a começar pela Eletrobrás, reduziram seus investimentos, pois aguardavam a privatização. Já as empresas privatizadas, a maioria delas distribuidoras nos Estados, pouco investiram.
O problema da última terça-feira tem mais semelhança com o blecaute de 1999, que também desligou São Paulo e muitas outras cidades, algumas por muito mais horas do que o recente incidente. Aquele problema se originou em uma subestação de transformadores em Bauru (SP), causado por uma sobretensão elétrica supostamente devida a um raio que atingiu a linha de transmissão a muitos quilômetros de distância e se propagou até a subestação -que deveria estar protegida. Como não estava, o sistema falhou.
O que ocorreu nesta semana foi a interrupção de três linhas que trazem a energia de Itaipu ao Sudeste, acarretando o desligamento de todas as turbinas da usina e causando o desligamento de várias outras linhas em cascata. Daí a propagação do blecaute ter atingido tantas cidades. O efeito é como uma série de pedras de dominó que caem uma por cima da outra.
O desligamento das linhas em sobretensão é correto, pois as protege e evita danos a equipamentos e perdas de transformadores por sobrecarga. Portanto, o desligamento automático das linhas de transmissão é inevitável em certos casos críticos como o de agora. Os efeitos seriam muito piores se o desligamento não ocorresse.
No entanto, algumas questões ainda precisam ser respondias. A primeira delas é o que causou a sobrecarga. Uma hipótese aventada é que raios tenham causado tudo isso. Três linhas sofreram colapso, embora todas sejam protegidas por para-raios, que são fios paralelos ao longo das linhas.
Talvez uma delas tenha sido atingida, a sobretensão tenha se propagado indevidamente para dentro da subestação em que as outras também tenham sido afetadas. É uma hipótese.
Como evitar a repetição de blecautes? Não há sistema tecnológico com 0% de falhas. O que pode ser feito é minimizá-las, tanto na frequência de ocorrências desse tipo como na gravidade delas.
Eliminar o uso da transmissão de longa distância seria uma bobagem, pois o Brasil é uma Arábia Saudita hidrelétrica. Integrando em um longo tempo a energia que se pode obter do potencial hidrelétrico brasileiro, o resultado é maior que a energia do petróleo do pré-sal. O sistema interligado é inteligente, pois otimiza o uso da geração hidrelétrica, complementada por outras fontes.
Uma proposta que tem sido recentemente estudada em todo o mundo é o de redes elétricas inteligentes, ou seja, fazer uma gestão melhor das redes para diminuir incertezas, evitar problemas de pico de tensão e falhas, com um sistema de controle ponto a ponto ao longo das redes.
Nos Estados Unidos, Nova York sofreu um blecaute em 2003 que, sob certos aspectos, foi mais grave.
Há poucos meses, o professor Pravin Varaiya, da Universidade da Califórnia, em Berkeley, esteve no Programa de Planejamento Energético da Coppe para participar de um seminário sobre essas redes inteligentes de energia elétrica. Mas os estudos ainda precisam avançar, inclusive para prevenir vulnerabilidades como o acesso indevido à rede por hackers.
O que se mostrou vulnerável aqui no nosso caso foi a enorme extensão da área atingida e a grande população que sofreu as consequências, pois não se conseguiu ilhar a propagação do efeito para circunscrever suas consequências a uma região menor. É necessário apurar os fatos para corrigir as falhas e aperfeiçoar o sistema.
LUIZ PINGUELLI ROSA , 67, físico, é diretor da Coppe-UFRJ (Coordenação dos Programas de Pós-Graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro) e secretário do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas. Foi presidente da Eletrobrás (2003-04).

domingo, 8 de novembro de 2009

Uma contribuição de Elio Gaspari para a eleição plebiscitária de 2010

Carísssimos (as)

Um boa contribuição de Elio Gaspari para o debate na eleição plebiscitária de 2010. A tucanagem quer renegar o passado e sua história de subserviência ao capital estrangeiro, ao aumento da carga tribuitária e principalmente sua incompetência para gerir este país. Eliás, este pessoal demotucano, representado pela tríade FHC/SERRA E AÉCIO NEVES, não tem discurso, não tem projeto e apenas depende dos ataques da mídia demotucana como Globo, Folha, Estadão, Veja, Band e assemelhados.

Como atua a mídia demotucana? A Veja faz a matéria atacando o governo Lula, o Jornal Nacional faz a divulgação e entrevista os de sempre como: Senadores José Agripino, Alvaro Dias e para e a turma da "ética": Pedro Simon, Eduardo Suplicy, Cristóvam Buarque e agora Marina Silva.

Vejam o texto abaixo de Elio Gaspari e tirem as suas conclusões.

Duas crises financeiras, dois resultados

Na crise de 97/99 o tucanato avançou no bolso da patuleia, na de 2008 Nosso Guia apostou no consumo

De Elio Gaspari:

Um malvado devorador de números fez um exercício e comparou as iniciativas tomadas pelo tucanato durante a crise financeira internacional de 1997/1999 com as medidas postas em prática pelo atual governo desde o ano passado. Fechando o foco nas mudanças tributárias, resulta que os tucanos avançaram no bolso da patuleia, enquanto Nosso Guia botou dinheiro na mão da choldra.

Entre maio de 1997 e dezembro de 1998 o governo remarcou, para cima, as alíquotas de sete impostos, além de passar a cobrar um novo tributo.

A alíquota do Imposto de Renda do andar de cima passou de 25% para 27,5%. O IOF de créditos pessoais dobrou e aumentaram-se as dentadas nas aplicações. O IPI das bebidas ficou 10% mais caro, e a alíquota do Cofins passou de 2% para 3%. Tudo isso e mais a entrada em vigor da CPMF, que arrecadou R$ 7 bilhões em 1997.

A voracidade arrecadatória elevou a carga tributária de 28,6% para 31,1% do PIB. O produto interno fechou 1998 com um crescimento de 0,03% e a taxa de desemprego pulou de 10% para 13%. Em 1999, o salário mínimo encolheu 3,5% em termos reais.

A crise financeira mundial de 2008/ 2009 foi mais severa que as dos anos 90. Em vez de aumentar impostos, o governo desonerou setores industriais, baixou o IPI dos carros, geladeiras e fogões, deixando de arrecadar cerca de R$ 6 bilhões nos primeiros três meses do tratamento.

Uma mudança na tabela do Imposto de Renda das pessoas físicas, resolvida antes da crise, deixou cerca de R$ 5,5 bilhões na mão da choldra. A carga tributária caiu de 35,8% do PIB para 34,5%. Em 2009 o salário mínimo teve um ganho real de 6,4%.

O desemprego deu um rugido, mas voltou aos níveis anteriores à crise. Ao que tudo indica, a crise de 2008 sairá pelo mesmo preço que a de 1997/98: um ano de crescimento perdido.

As duas situações foram diferentes, mas o fantasma do populismo cambial praticado pela ekipekonômica de 1994 a 1998 acompanhará o tucanato até o fim de seus dias. O dólar-fantasia teve uma utilidade, ajudou a reeleger Fernando Henrique Cardoso. Ele derrotou Lula em outubro, e o real foi desvalorizado em janeiro.