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sábado, 29 de outubro de 2011

Seres unicelulares escrevem: se o LULLA ficasse sem falar ia ser mto bom pros nossos ouvidos

Do portal do PT do ABC estou estarrecido com esse tipo de manifestação. Revela que estamos caminhando por caminhos bem complicados nesse país. 

Este tipo de manifestação revela os instintos mais selvagens de um ser humano, que não respeita a dor de quem está enfermo. 

E as palavras apenas revelam os sentimentos dessas coisas, que se dizem seres humanos. 

Em várias referências sobre o assunto ele destila seu ódio:

• “NÃO TO FELIZ NADA... SE ESSE PORRA MORRER VAI VIRAR MARTIR E BRASILEIRO IDIOTA VAI VOTAR NO PT POR CAUSA DELE”.

• “ASSINOU O ATESTADO DE CACHACEIRO RT @UOLNoticias Tumores na laringe têm relação direta c/ tabaco e bebida, diz médico”.

• “hahaha #LulalánoSUS RT @JoaoCardosoPSDB: QUE O LULA VENÇA O CANCER, PQ PRO FERNANDO HENRIQUE ELE PÉRDEU 2 VEZES KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK” .

• “Gente, eu não gosto de desejar a desgraça pra ninguem, mas se o LULLA ficasse sem falar ia ser mto bom pros nossos ouvidos rsssssss”

Leia mais aqui

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Herança maldita de Aécio Neves: Com um dos piores salários, professora de MG trabalha 3 turnos

A professora Alice Gomes da Silva, 50 anos, dá aula em três turnos para garantir um salário melhor em Belo Horizonte (MG). Foto: Ney Rubens/Especial para Terra


A professora Alice Gomes da Silva, 50 anos, dá aula em três turnos para garantir um salário melhor em Belo Horizonte (MG)
Foto: Ney Rubens/Especial para Terra
NEY RUBENS
Terra
Direto de Belo Horizonte
O sinal da Escola Estadual Professora Maria Amélia Guimarães, que fica no bairro São Paulo, região nordeste de Belo Horizonte (MG), toca pontualmente às 13h todos os dias, marcando o início das aulas da tarde. Para a professora Alice Gomes da Silva, 50 anos, é apenas o início do segundo dos três turnos de trabalho que ela cumpre diariamente.

sábado, 14 de novembro de 2009

O Roubanel de Serra


Paulo Henrique Amorim: desabou o Roubanel dos Tunganos
O jornalista Paulo Henrique Amorim ironizou, em seu blog, os comentários do governador José Serra (PSDB-SP) sobre o desmoronamento das vigas de sustentação de um trecho em obras do Rodoanel. “Sobre o desabamento do Roubanel dos Tunganos, Zé Pedágio (Serra) pronunciou-se: admitiu haver falhas na obra. Ele é um gênio. É impossível haver economista competente mais competente do que ele”, zombou PHA no Conversa Afiada.
Amorim foi além e relacionou o acidente desta sexta-feira (13) à cratera de metrô que se abriu, no começo de 2007, em obras do governo tucano na linha 4 do Metrô. Segundo o jornalista, “é provável que um dos motivos da cratera do metrô tenha sido a pressa do então candidato a presidência da República Geraldo Alckmin em entregar a obra aos eleitores. O desabamento do Roubanel pode ter tido a mesma motivação”.

Confira abaixo a íntegra do texto de Amorim.


O apagão do Zé Pedágio: desabou o Roubanel dos Tunganos

Por Paulo Henrique Amorim, no blog Conversa Afiada


Saiu no site da Agência Brasil:

Três vigas de sustentação de um viaduto na Rodovia Régis Bittencourt, altura do quilômetro 270 sentido São Paulo, caíram hoje (13) por volta das 21h15. O viaduto faz parte das obras do Rodoanel.

A Polícia Rodoviária Federal informou à Agência Brasil que cinco veículos foram atingidos – um caminhão e quatro carros. Não há informações de mortes. Uma pessoa foi socorrida e está em estado grave e outra com ferimento leve, segundo a polícia.

A Rodovia Régis Bittencourt está interditada no sentido São Paulo e os carros estão fazendo um desvio por dentro do município de Embu das Artes, onde ocorreu o acidente.


O PiG (*) paulista passou a dar cobertura ao engarrafamento na Régis Bittencourt.O PiG paulista vai tentar esconder o fracasso desse monumento à incompetência dos tucanos.

Há 15 anos eles tentam construir uma estrada que ficou conhecida como Roubanel dos Tunganos e não conseguem.

O Zé Pedágio sumiu depois da abertura solene e trágica da cratera do metrô.

Até hoje ele não disse uma palavra sobre o assunto, embora o Ministério Público já tenha indiciado os criminosos.

Sobre o desabamento do Roubanel dos Tunganos, Zé Pedágio pronunciou-se: admitiu haver falhas na obra.

Ele é um gênio.

É impossível haver economista competente mais competente do que ele.

Embora não seja economista nem competente, como já demonstrou à exaustão o Conversa Afiada.

O PiG omitirá o desabamento, ou o Ali Camel (**) será capaz de demonstrar que foi uma forma genial de o Zé Pedágio aperfeiçoar a obra inacabada.

Em tempo: é provável que um dos motivos da cratera do metrô tenha sido a pressa do então candidato a presidência da República Geraldo Alckmin em entregar a obra aos eleitores. O desabamento do Roubanel pode ter tido a mesma motivação.

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

(**) Ali Camel é aquele que se utiliza da Globo para povoar mentes desérticas e disseminar idéias conservadoras

Dilma e a barbeiragem tucana de 2002

Dilma: Não se pode comparar blecaute de terça com barbeiragem tucana de 2002

Na noite de ontem (12), após participar da cerimônia do programa Arco Verde-Terra Legal no Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef concedeu entrevista coletiva para falar sobre o blecaute que atingiu 18 estados na última terça-feira (10).

Ela reafirmou que o episódio não pode ser comparado com o que aconteceu em 2002, pois a queda no fornecimento de energia ocorrida na noite de terça-feira não foi provocada por falta de planejamento do setor, mas por fatores climáticos.

A ministra reafirmou que o sistema elétrico brasileiro está entre os melhores do mundo e que ainda assim o presidente Lula pediu a todos os órgãos governamentais do setor que busquem formas de aprimorá-lo. Confira trecho da entrevista de Dilma:

O diretor do Inpe, Gilberto Câmara, afirmou ao Blog do Planalto que o órgão ainda não tem uma posição oficial sobre o assunto e revelou que as análises dos dados de seu sistema de detecção de raios ainda não foram concluídas. Um relatório será enviado ao Operador Nacional do Sistema (ONS) para comparar com os dados levantados pela rede de transmissão do ONS e só então o Inpe se pronunciará oficialmente sobre o caso.
Fonte: PT Nacional
Veja abaixo o vídeo com a entrevista da ministra:

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

O desespero da Rede Globo e oposição demo-tucana.

 O auitor deste blog viu ontem o tom desesperado da Rede Globo e outras midias demo-tucanas desesperadas para desconstruir a imagem da Dilma. O desespero e falta de inteligência para desconstruir a imagem de Dilma de um lado, de outro para construir a imagem do Serra. Santa paciência, até quando vamos aguentar isso. Não gosto de utilizar a palavra apagão, mas vivemos o apagão da Rede Globo, cada vez mais perdendo audiência e suas companheiras de assuntos para atemorizar o povo brasileiro.
 

Pesquisa de Cesar Maia comprova apagão da Oposição no Rio

No seu Ex-Blog de hoje, Cesar Maia divulga pesquisa de intenção de votos para Governador do Rio, com 1.600 entrevistas feitas no último fim de semana pelo Instituto GPP: “Cabral 29% \ Garotinho 23% \ Gabeira+Cesar Maia (que será candidato a senador) 23% \ Lindbergh 4%”. O grifo é nosso, destacando a confissão de Cesar Maia de que será candidato a Senador, tentando se aproveitar dos votos de Gabeira. Como nem Gabeira (PV) nem Cesar Maia (DEM) serão candidatos a Governador, os números da pesquisa não têm valor. Mas a disposição de Cesar Maia de se candidatar a Senador deve acender uma luz amarela na campanha de Gabeira. A associação de seu nome com o do ex-Prefeito pode afastar muitos eleitores da candidatura verde. E no final os dois podem acabar vendo suas candidaturas derrotadas por uma luz negra...


O apagão da Oposição

No seu desespero anti-Lula, a Oposição tenta encontrar um fio de luz no apagão elétrico dessa semana. Sem visão clara do que aconteceu, tenta fazer passar a idéia de que agora não tem mais como acusar Fernando Henrique pelo racionamento que ele provocou. Raciocínio ingênuo, por dois motivos: primeiro, porque no caso tucano faltou planejamento, o que é um absurdo; segundo, porque com isso ressurge da penumbra o fantasma de Fernando Henrique para a comparação eleitoral. A Oposição também tentou se ligar nas explicações do estranho Lobão (o ministro, não o compositor), mas deu curto-circuito, porque tratava-se de armadilha: Lobão estava apenas acendendo o holofote para a entrada em cena de Dilma. A Oposição/Mídia ainda tenta levantar a tocha do investimento insuficiente, mas essa pilha está fraca, porque, comprovadamente, o país dispõe hoje de um dos mais avançados sistemas elétricos do mundo, exatamente o oposto dos tempos “à meia-luz” de Fernando Henrique. Enquanto isso, a Oposição tateia no escuro vivendo um apagão de candidatos. Para a Presidência, acende uma vela a Aécio e outra a Serra; em São Paulo, não consegue ver brilho nem na candidatura de Alckmin nem na de Aloysio Nunes; no Rio, faltam fósforos, isqueiro, interruptor, lâmpada... falta tudo! Enfim, a Oposição está completamente às cegas. Com relação ao apagão propriamente dito, as explicações dadas ao Bom Dia Brasil por Eduardo Barata, diretor de operações do ONS, me pareceram convincentes. E o artigo de hoje na Folha (ver abaixo) de Luiz Pinguelli Rosa serve de facho seguro para quem ainda tem dúvidas.

Blecaute
LUIZ PINGUELLI ROSA

Não há sistema tecnológico sem falhas. Mas o sistema interligado é inteligente, pois otimiza o uso da geração hidrelétrica
AINDA PAIRAM algumas dúvidas sobre o blecaute que atingiu vários Estados brasileiros, mais drasticamente São Paulo e Rio de Janeiro.
É preciso esclarecer, porém, que o ocorrido na terça-feira foi totalmente diferente do chamado apagão de 2001, quando o governo decretou um racionamento obrigatório de energia elétrica para toda a população, sob pena de desligamento de residência ou empresa por alguns dias caso não fosse cumprido o corte no consumo.
Naquela ocasião, havia falta de energia para atender a demanda, pois esta vinha crescendo mais rapidamente do que a capacidade instalada no país. Enquanto houve chuvas suficientes para a geração hidrelétrica, o sistema funcionou e o problema foi adiado. Quando as chuvas se reduziram, os reservatórios estavam vazios e faltou energia no sistema.
Alertei o então presidente Fernando Henrique Cardoso por uma carta, como coordenador do Instituto Virtual da Coppe/UFRJ, e cheguei a conversar com José Jorge, à época ministro de Minas e Energia.
Naquele caso, houve falta de investimento. As estatais elétricas, a começar pela Eletrobrás, reduziram seus investimentos, pois aguardavam a privatização. Já as empresas privatizadas, a maioria delas distribuidoras nos Estados, pouco investiram.
O problema da última terça-feira tem mais semelhança com o blecaute de 1999, que também desligou São Paulo e muitas outras cidades, algumas por muito mais horas do que o recente incidente. Aquele problema se originou em uma subestação de transformadores em Bauru (SP), causado por uma sobretensão elétrica supostamente devida a um raio que atingiu a linha de transmissão a muitos quilômetros de distância e se propagou até a subestação -que deveria estar protegida. Como não estava, o sistema falhou.
O que ocorreu nesta semana foi a interrupção de três linhas que trazem a energia de Itaipu ao Sudeste, acarretando o desligamento de todas as turbinas da usina e causando o desligamento de várias outras linhas em cascata. Daí a propagação do blecaute ter atingido tantas cidades. O efeito é como uma série de pedras de dominó que caem uma por cima da outra.
O desligamento das linhas em sobretensão é correto, pois as protege e evita danos a equipamentos e perdas de transformadores por sobrecarga. Portanto, o desligamento automático das linhas de transmissão é inevitável em certos casos críticos como o de agora. Os efeitos seriam muito piores se o desligamento não ocorresse.
No entanto, algumas questões ainda precisam ser respondias. A primeira delas é o que causou a sobrecarga. Uma hipótese aventada é que raios tenham causado tudo isso. Três linhas sofreram colapso, embora todas sejam protegidas por para-raios, que são fios paralelos ao longo das linhas.
Talvez uma delas tenha sido atingida, a sobretensão tenha se propagado indevidamente para dentro da subestação em que as outras também tenham sido afetadas. É uma hipótese.
Como evitar a repetição de blecautes? Não há sistema tecnológico com 0% de falhas. O que pode ser feito é minimizá-las, tanto na frequência de ocorrências desse tipo como na gravidade delas.
Eliminar o uso da transmissão de longa distância seria uma bobagem, pois o Brasil é uma Arábia Saudita hidrelétrica. Integrando em um longo tempo a energia que se pode obter do potencial hidrelétrico brasileiro, o resultado é maior que a energia do petróleo do pré-sal. O sistema interligado é inteligente, pois otimiza o uso da geração hidrelétrica, complementada por outras fontes.
Uma proposta que tem sido recentemente estudada em todo o mundo é o de redes elétricas inteligentes, ou seja, fazer uma gestão melhor das redes para diminuir incertezas, evitar problemas de pico de tensão e falhas, com um sistema de controle ponto a ponto ao longo das redes.
Nos Estados Unidos, Nova York sofreu um blecaute em 2003 que, sob certos aspectos, foi mais grave.
Há poucos meses, o professor Pravin Varaiya, da Universidade da Califórnia, em Berkeley, esteve no Programa de Planejamento Energético da Coppe para participar de um seminário sobre essas redes inteligentes de energia elétrica. Mas os estudos ainda precisam avançar, inclusive para prevenir vulnerabilidades como o acesso indevido à rede por hackers.
O que se mostrou vulnerável aqui no nosso caso foi a enorme extensão da área atingida e a grande população que sofreu as consequências, pois não se conseguiu ilhar a propagação do efeito para circunscrever suas consequências a uma região menor. É necessário apurar os fatos para corrigir as falhas e aperfeiçoar o sistema.
LUIZ PINGUELLI ROSA , 67, físico, é diretor da Coppe-UFRJ (Coordenação dos Programas de Pós-Graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro) e secretário do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas. Foi presidente da Eletrobrás (2003-04).

sábado, 7 de novembro de 2009

A míida demotucana não entende ou não quer entender a popularidade de Lula.


Em três anos, 18,5 milhões de brasileiros passaram para faixa de renda maior
Autor(es): De São Paulo e Brasília
Valor Econômico - 06/11/2009

Entre 2005 e 2008, 18,5 milhões de brasileiros subiram de classe social, segundo levantamento realizado pelo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O número representa quase 10% da população do país, hoje com cerca de 193,7 milhões de habitantes. O estudo mostra que, no período, 11,5 milhões de pessoas passaram para o nível de maior renda, enquanto 7 milhões passaram para a classe média.

O Ipea, que utilizou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) do IBGE, dividiu a população do país em três partes iguais. No primeiro terço, ficaram pessoas com rendimento de até R$ 188 mensais no ano de 2008. No segundo terço, que compreende o segmento intermediário, aqueles dentro do intervalo de rendimento individual de R$ 188 a R$ 465 mensais. Na terceira parte, que representa o estrato superior da renda, ficaram os rendimentos individuais acima de R$ 465 mensais.

A partir dessa divisão, se tornou possível aos pesquisadores retroagir e avançar no tempo em relação ao ano de 2001. Com a atualização do valor do rendimento individual, em termos reais, constitui-se a evolução da população brasileira em relação às três faixas de renda entre 1995 e 2008.

Os dados mostram também que, nos últimos anos, a população de menor renda perdeu importância dentro do conjunto - representava 34% da população até 2004, e passou a 26% em 2008, o menor índice desde 1995. Apesar disso, aponta o Ipea, o Brasil ainda possui um quarto da população vivendo com rendimentos extremamente baixos.

As classes média e alta, por outro lado, ganharam maior representatividade. O segundo estrato de renda passou de 21,8% de participação em 1995 para 37,4% em 2008. No caso do estrato de maior renda, de 31,5% em 2004, subiu para para 36,6% no ano passado.

O Sudeste e o Nordeste se destacam como as as regiões que mais registraram casos de ascensão entre as faixas baixa e média de renda. Juntas, elas responderam por quase 71% do movimento nacional da mudança na estrutura social na base da pirâmide brasileira. Em seguida, vêm Sul (11,1%), Norte (10,4%) e Centro-Oeste (8,1%). No movimento de ascensão para a classe mais alta, a região Sudeste respondeu pela incorporação de 51,2% dos indivíduos. Na sequência, ganhou importância o Sul, com 18,1%, o Nordeste com a inclusão de 16,4%, o Centro-Oeste com 7,6%, e o Norte com 6,7%.

Na avaliação de Rogério César de Souza, economista do Instituto de Estudos para Desenvolvimento Industrial (Iedi), foram esses fatores de ascensão social que colocaram o Brasil em condição favorável neste ano, quando comparado a outros países. "E isso é bom para a indústria em particular", diz, citando o consumo de alimentos e da construção civil.

O economista do Iedi lembra que a indústria sofreu muito com a diminuição de exportações, durante o auge da crise internacional, mas "cresce de forma contínua se valendo do mercado interno".

Além do setor industrial, os bancos comemoram a expansão das atividades financeiras ocorridas a partir do aumento das pessoas com renda na faixa intermediária. Segundo dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), entre 2005 e 2008 o número de contas correntes passou de 95 milhões para 125,7 milhões. As contas de caderneta de poupança saltaram de 71,8 milhões para mais de 92 milhões. O total de cartões de crédito no período teve o maior crescimento: passou do patamar de 68 milhões para 124 milhões.

O diretor de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, Jorge Abrahão de Castro, diz que a "elevação desse conjunto grande de pessoas no mercado" se dá também com a diminuição das desigualdades sociais. Para ele, a sustentabilidade do movimento depende da manutenção da política de ganhos salariais efetivos e pode ser incrementada com a diminuição dos juros. (Agências noticiosas)

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

FHC convida mídia e parte do judiciário para o golpismo?

Carissimos

Excelente discussão sobre o convite de FHC para o golpismo no Brasil. Aproveito para   convidá-los a entrarem nesta discussão. Lendo o texto e as discussões travadas nele, entendo que FHC, vendo a impossibilidade de ganhar as eleições pelo voto em 2010, apela para a mídia e parte do judiciário para entrarem no jogo do golpismo e criarem instabilizações no Brasil.

Vejam que a fina flor do atraso neste país como Folha de São Paulo, Rede Globo, Estadão e alguns ministros do STF como Marcos Aurélio de Melo e Gilma Mendes replicaram o convite de FHC.Vamos estar atentos para os próximos movimentos porque o país pode pegar fogo nos próximos meses em uma luta de vida e morte para oposição, mídia golpista e parte do judiciário.

Vejam que enquanto o país é elogiado la fora e o Lula ganhando mais um prêmio aqui dentro a midia tenta tirar a todo o custo a esperança do povo brasileiro com as notícias falando de um Brasil atrasado e toda a má sorte possível e até um ministro Marcos Aurério pedindo para fechá-lo para balança.

Cuidem-se porque as matérias da Rede Globo e suas midias replicadoras vão aterrorisar vocês e dia e noite para que o Brasil venha ser entregue novamente às mãos dos demotucanos.

Importante lembrar quem ganhar as eleições de 2010 vai receber o país com grandes projetos de infra-estrutura no pais, com crescimento do PIB, dois grandes eventos como a Copa do Mundo em 2014 e 2016  caso ganhe a reeleiçao. E mais importante o pré-sal e grandes investimentos neste país.

Vejam que grande responsabilidade teremos em 2010. Por gentileza leitores divulgem para os jovens, família e toda relaçao de amigos e pessoas que tiverem sobre a importância estratégica para o futuro deste país que serão as eleições de 2010.

Caso Serra ganhe esta eleição com cumplicidade da mídia como Rede Globo, o dinheiro do pré-sal estaremos condenados e nem Lula em 2014 será páreo para a forma como se apoderão do Estado brasileiro como fizeram em São Paulo.

Aliás São Paulo está condenada a ser governada pelo resto da vida pelos demotucanos. E veja que é um estado em ruína com o primeiro comando da capital governando dos presídios, com um cinturão de miséria nos grandes centros urbanos, com educação pública da pior qualidade e policiais se matando na porta do Palácio dos Bandeirantes. Tudo isso "abençoado com o o poder paralelo que exerce Folha de São Paulo, Estadão, Veja, Rede Gloobo que são compensados com dinheiro público na aquisição de seus produtos pela prefeitura de São Paulo e o próprio Estado de São Paulo.

Um grande questionamento e que responde esta situação é: como este grupo poderoso consegue eleger um cara desconhecido, incompetente e sem projeto para a cidade de São Paulo como o Kassab?

Com certeza a mídia demotuca vai para uma luta de vida e morte na aliança mortal com demotucanos. Duvidam? Acham que esta eleição de 2010 será tranquila? Vocês não acham estranho que a Veja está muito silenciosa? Vocês não acham que os institutos de pesquisas estão bem silenciosos?

Vocês não acham que o Serra está muito duvidoso para a campanha?

As coisas estão muito silenciosas não?

Enquanto isso Rede Globo, Folha, Estadão, Band e outros vão testando hipóteses e dando caminhos para a oposição atuar. Até quando?

Vejam o texto de Luís Nassif e as belas contribuições de seus leitores e colaboradores.


Leiam dois comentários importantes no post sobre FHC, do Rui Daher e do João Vergílio Cutter (que coloco na sequencia). Depois, o editorial do Estadão e o artigo do Elio Gaspari, sobre o artigo de domingo do FHC.

Somando-se tudo, chega-se aos pontos essenciais sobre o discurso de guerra de FHC. Antecipo aqui minhas conclusões, a partir da leitura dos quatro artigos – especialmente as observações do Rui e do João. Cada um que tire as suas conclusões:

1. FHC deu o tom para a oposição: o combate à República sindicalista de Lula. É um tema de forte apelo junto a setores institucionais; de escasso apelo junto aos eleitores. Arregimenta forças, não atrai votos. Portanto, a saída que propõe não é a do jogo eleitoral.

2. Como lembra o Gaspari, foi o mesmo mote levantado pela UDN em 1950, quando sentiu que não se poderia contrapor a Getúlio no plano popular.

3. O grito de guerra de FHC ganha relevância devido à própria fragilidade da oposição. Não há uma liderança com dimensão para contrapor um discurso propositivo. José Serra e Aécio Neves não conseguiram dimensão política para se contrapor a FHC.

4. A rigor, os aliados dessa empreitada serão grande mídia e algumas instâncias do Judiciário. No primeiro caso, a capacidade de escandalizar da mídia está reduzido. No segundo, sobressai a falta de limites de Gilmar.

E aí aparece o grande dilema nacional, que abordamos algumas vezes aqui: a enorme dificuldade de se construir uma oposição propositiva. A absoluta ausência de uma oposição competente, paradoxalmente, reforça o discurso da tomada do Estado por Lula, capaz de recriar novas cassandras.

A falta de uma oposição politicamente viável gera dois riscos: do lado da situação, a falta de um poder moderador; do lado da oposição, as tentações golpistas.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

FHC + O GLOBO partiram para baixaria contra o Lula e seu governo.



Poucas vezes vi uma ilustração tão própria como a que o jornal O Globo escolheu para acompanhar a carta-testamento de Fernando Henrique Cardoso.

O ilustrador Cláudio Duarte está de parabéns.

Primeiro, pela originalidade. A não ser por duas ou três ocasiões, nunca tinha visto esse uso de um defeito físico alheio para mandar uma mensagem política. Uma dessas ocasiões foi em Roraima, quando apoiadores do prefeito de Pacaraima, Paulo César Quartiero, usavam os quatro dedos de Lula para denunciar o que diziam ser interferência federal. Foi quando o governo mandou a PF evitar violência entre as partes envolvidas na disputa pelas terras da reserva Raposa Serra do Sol. Violência que, na verdade, partiu de Quartiero e outros grileiros e não foi episódica. Vinha sendo praticada há alguns anos sob as barbas das autoridades brasileiras.

Mas, voltando ao Duarte, além de "original" o trabalho dele exibe nuances que capturam toda a complexidade da cena política brasileira. É uma ilustração de fineza e sutileza ímpares. Teria sido sofisticação intelectual do Duarte escolher o "Stop", em inglês, para sugerir a matriz do pensamento fernandista? Ou o ilustrador se deixou trair pelo próprio macaquismo intelectual? Só perguntando a ele.

De qualquer forma, acho que a ilustração resume a qualidade intelectual e moral do projeto político capitaneado pelo governador paulista José Serra. Deveria fazer parte da campanha dos tucanos em 2010.

Comentários: poucas vezes se viu uma baixaria tão explícita de um jornal e seus representantes políticos como FHC e CIA para tentar desconstruir um governo na tentativa de eleger um dos seus: SERRA ou AÉCIO. É a falta ds escrúpulos, de cinismo e falta de vergonha. Eles esquecem que FHC comprou uma reeleição e deu um golpe na Constituição para poder ficar mais quatro anos no poder e e terminar de fazer a privataria e criar gangues do tipo de Daniel Dantas nas palavras do grande homem público Delegado Protógenes. Este pessoal perdeu a compostura e a eminente derrota não os deixa outra alternativa do que fazer baixaria. Além de ter uma oposição sem votos temos agora uma mídia sem leitores, ouvintes  e telespectadores. É o desespero de quem não tem nada a que oferecer ao Brasil do século XXI. De fato os brasileiros e o próprio Brasil encontraram um novo jeito de caminhar. Certamente os brasileiros não vão querer voltar ao caminho das privatizações, da entrega do patrímônio público, do alinhamento automático aos interesses americanos, da subverciência. Creio que não porque de fato o Brasil encontrou o seu caminho, caminho que certamente não é do FHC, da Rede Globo, de Serra que é líder hoje dos demotucanos. Quem quer ver o FHC como um tipo de chanceler voltando ao cenário internacional para novamente utilizar o aparelho do estado para se promover? Porque certamente, caso tenhamos a infelicidade da volta dos demotucanos, o FHC vai exigir um cargo de representação no cenário internacional para tentar reconstruir sua imagem aqui e lá fora a custa dos interesses de Nação brasileira.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Paulo Henrique Amorim: Zepedágio boicota o ENEM nas universidades subordinadas ao governo de São Paulo


ENEM vazou em São Paulo.

Quem imprimiu as provas do ENEM foi a gráfica da Folha (*), a Plural.

As universidades de São Paulo subordinadas ao Governador do Estado, aqui conhecido como Zé Pedágio – clique para votar em trepidante enquete – decidiram não dar bola para o ENEM.

O novo prazo das provas do ENEM não atrapalha em absolutamente nada o programa escolar para o ano que vem.

Trata-se de uma forma de secessão.

Um Fort Sumter da Paulicéia – o início da Guerra da Secessão em que os estados escravocratas decidiram sair da União americana.

O Governo de São Paulo usa sempre um mesmo tipo de “tapetão” para boicotar políticas públicas do Governo Federal.

O Governo do Pedágio gosta é do dinheiro federal para inaugurar obras e dizer que são dele.

O “tapetão” funcionou na “gripe suína”.

Uma gripe de letalidade igual ou menor do que a gripe de inverno, de todos os anos, Zé Pedágio, a Folha (*) e a Globo transformaram numa hecatombe universal.

Zé Pedágio, célere, para desmoralizar o Ministério da Saúde, fechou as portas das escolas de São Paulo e não cancelou os jogos do Brasileirão da Globo, onde o risco de contágio era muito maior.

Agora, no “tapetão”, por coincidência, escolas subordinadas ao Zé Pedágio – USP e Unicamp – ignoram o ENEM.

O ENEM do Ministro Fernando Haddad é muito melhor, mais amplo e mede melhor conhecimento do aluno do que o do Paulo Renato, que tentou privatizar os elevadores do Ministério da Educação, no tempo do Fernando Henrique.

O dedo dele deve estar na canhoneira de Fort Sumter.

Ele foi o primeiro a dizer que culpa do vazamento era do Lula.

Como diz o sábio Fernando Lyra, São Paulo não pensa o Brasil.

Ou como diz esse modesto Conversa Afiada, a elite branca de São Paulo – de que Zé Pedágio é a barriga de aluguel – é separatista.

A prova ?

Vá ver, amigo navegante, como Zé Pedágio trata os nordestinos das favelas de São Paulo.

Paulo Henrique Amorim

Leia também

(*) Folha é aquele jornal que entrevista Daniel Dantas DEPOIS de condenado e pergunta o que ele acha da investigação, da “ditabranda”, do câncer do Fidel, da ficha falsa da Dilma, de Aécio vice de Serra, e que nos anos militares emprestava os carros de reportagem aos torturadores.

A mídia e o poste do trololó


domingo, 4 de outubro de 2009

A inveja mata. O ódio enterra.


Bastaram poucas horas após o anúncio de que o Rio será sede das Olimpíadas 2016 para que uma série de artigos de crítica ao presidente Lula e aos seus sentimentos de patriotismo, inundassem como uma torrente, as páginas on-line da Folha de São Paulo. Os artigos se repetem e questionam Lula como se, ao presidente de um país, não coubesse, nessa hora, elogiar o esforço daqueles que contribuíram para que a maior festa de congraçamento da humanidade viesse para o Brasil em 2016. O artigo é de Rogério Mattos Costa.

Rogério Mattos Costa

A inveja mata, diz um conhecido ditado.

Bastaram poucas horas após o anúncio de que o Rio será sede das Olimpíadas 2016 para que uma série de artigos de crítica ao presidente Lula e aos seus sentimentos de patriotismo, inundassem como uma torrente, as páginas on-line da Folha de São Paulo.

Os artigos se repetem e questionam Lula como se, ao presidente de um país, não coubesse, nessa hora, elogiar o esforço daqueles homens e mulheres que contribuíram para que a maior festa de congraçamento da humanidade, viesse para o Brasil, ainda que no longínquo 2016.

Acostumado a dizer que tem vergonha de ser brasileiro, um dos jornalistas da Folha dedica-se não só a ofender, como sempre faz, ao presidente Lula, mas a lembrar dos males que quinhentos anos de má administração, preconceito racial, irresponsabilidade social e muita impunidade, fizeram ao país.

Como se a Lula coubesse a culpa pela situação e não os méritos de pela primeira vez, enfrentá-la com boa, ainda que não suficiente, dose de coragem. Lembram ainda com ironia este e outros jornalistas da Folha, que o patriotismo foi usado pela ditadura militar para combater à esquerda, quando esta reclamava da falta de liberdades básicas, como a de imprensa. Assim, segundo eles, a esquerda, da qual Lula faz parte, não poderia usar o patriotismo, “uma arma exclusiva da ditadura” para
comemorar o bom momento que vive o país em todos os setores da economia, da evolução da sociedade e do prestigio do país no exterior.

Outros vão mais além, merecendo o carinhoso apelido de “colonistas”, criado por Paulo Henrique Amorim em seu blog, para designar aqueles colunistas que pregariam abertamente a volta do Brasil à condição de colônia de potencias estrangeiras. Agora, é claro, já não a colônia de Portugal, mas de um grande país da América do Norte.

De qualquer forma, para um jornal que tem em seu currículo a acusação, nunca desmentida de haver emprestado veículos próprios, de seu patrimônio, para o transporte ilegal de cidadãos que caíram presos políticos, sem mandado judicial, durante uma ditadura militar, a Folha está em péssimas condições para combater o patriotismo ou o uso, por Lula das conquistas de seu governo.

Afinal, as acusações de colaboracionismo com a tortura não prescreveram e estão ao alcance de qualquer pesquisa, mesmo acadêmica e pela internet.
Ao fazer brincadeiras e ironias com os sentimentos patrióticos do povo e do presidente da República, a Folha ofende a memória não só dos mortos e torturados que suas caminhonetes eventualmente teriam transportado, mas de todos os que morreram combatendo o regime de exceção que seu proprietário, à época, ajudou a implantar.

Rodrigo Vianna: Vira-latas tentam atrapalhar a festa do Rio-2016



O complexo de vira-lata segue fortíssimo em nosso país. Se bem que, agora, parece mais restrito a setores da classe média... Falo das estranhas reações a esse acontecimento maravilhoso: a vitória do Rio como sede das Olimpíadas de 2016.

Por Rodrigo Vianna
Estava eu fora do alcance da internet - gravando uma reportagem nas proximidades de Iguape, no litoral sul de São Paulo - quando o Rio foi anunciado vencedor. Comemorei, em mensagens enviadas por celular à minha mulher - que é carioca.

Quando cheguei a São Paulo, na noite desta sexta, também comemorei com meu filho Vicente, outro nascido no Rio de Janeiro.

Dois brasileiros que ajudam o país a superar o complexo de vira-lata

Em qualquer lugar do planeta seria mesmo motivo para comemorar. Mas, no Brasil, aparecem nessas horas os corvos agourentos: e a a corrupção? e as favelas? e a violência?

Mas que diabos! Parece-me tão óbvio que Olimpíadas não são (nem nunca serão) o remédio para nossos problemas seculares, parece-me isso tão óbvio (repito!) que sinto até vergonha de precisar argumentar diante de certas coisas que comecei a ouvir e a ler, assim que botei os pés de novo em São Paulo, nesta histórica sexta-feira.

Aos poucos, fui-me lembrando das diferenças entre Rio e São Paulo. Paulistano que sou, posso dizer sem medo de errar: parte das pessoas que vivem aqui na minha terra não gosta muito do Brasil. A verdade é essa.

Era esse o tom dos comentários que ouvi no rádio do carro, a caminho de casa. O locutor ia lendo os e-mails dos ouvintes, que criticavam a escolha do Rio: eram comentários mal-humorados, ranhetas, complexados.

No futebol, o brasileiro superou esse complexo de vira-lata. Nelson Rodrigues foi quem cunhou a expressão. Foi ele também quem mostrou como Pelé, com sua pose de rei, indicava a seus colegas em campo: somos fortes, somos bons, falta só acreditar em nós mesmos.

Lá pelas décadas de 50/60, com Pelé, superamos o complexo. Mas só no futebol. A síndrome do vira-lata infeliz continuou a nos abater em outras áreas..

Os mais pobres, em anos recentes, parecem ter vencido o complexo. Até porque não têm muita escolha. São brasileiros até o último fio de cabelo. Para o bem e para o mal. Melhor brigar e trabalhar pra fazer dese país uma terra um pouco melhor.

A vitória e a reeleição de Lula são a prova de que parte dos brasileiros, especialmente os de origem mais humilde, superou o complexo. É uma parcela de brasileiros que foi capaz de eleger um homem monoglota, sem estudo, e além de tudo sem um dedo (ah, como essa marca do trabalho braçal incomoda nossas elites) para liderar o país.

Em contrapartida, a escolha - por duas vezes - de um presidente com esse perfil parece ter acirrado ainda mais o complexo de vira-lata, entre certos setores de nossa classe média. É uma parte dos brasileiros (e como são numerosos em São Paulo) que não gostam de ser brasileiros. Gostam de ser netos de italianos, bisnetos de alemães, trinetos de poloneses, tataranetos de espanhóis.

Eles se envergonham do Lula que discursa em "português" na cerimônia do comitê olímpico (ouvi um sujeito falando disso hoje na rua). Queriam que discursasse em javanês?

Eles se envergonham do Lula que chora. Preferiam, talvez, o tom afetado daquele outro presidente, que adorava fazer piadas sem graça, e preferia discursar em francês ou inglês (tremendo complexo de vira-lata) para agradar os gringos...

Com Lula, o Brasil deixou de se ver como colônia.

Os problemas do Brasil - com ou sem Olimpíadas - são enormes. Cabe a nós resolvê-los. Podemos tentar fazer as duas coisas ao mesmo tempo: cuidar de nossos problemas, e organizar as Olimpíadas. Isso parece uma obviedade sem tamanho!

Ou alguém acha - por exemplo - que um sujeito, só porque ainda está pagando as prestações da casa, não pode fazer uma bela festa de fim-de-ano para os vizinhos e os amigos?

A escolha do Rio é reconhecimento da grandeza do Brasil. Não deve nos fazer ufanistas. Mas a verdade é que merecemos comemorar. Sem dar bola para os corvos agourentos. Eles que curem seus complexos viajando para Miami nas férias. E deixem o Brasil trabalhar para fazer uma bela Olimpíada em 2016.

Parabéns ao Rio. Viva o Brasil.

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