Translate / Tradutor

Mostrando postagens com marcador III Guerra Mundial. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador III Guerra Mundial. Mostrar todas as postagens

sábado, 29 de abril de 2017

A Rússia está preparada para uma guerra nuclear




Na sequência do ataque norte-americano a um Estado soberano membro das Nações Unidas, a Síria, a 6 de Abril de 2017, as Forças Armadas da Rússia foram equipadas com novas armas nucleares.

O ataque unilateral à Síria é um crime face ao Direito Internacional.

A tríade nuclear da Rússia está em capacidade operacional permanente a 96%. A tríade está equipada em 60% com bombas atómicas de última geração.

terça-feira, 25 de abril de 2017

China envia 100 mil homens para fronteira com Coreia e eleva tensão na região


China envia 100 mil homens para fronteira com Coreia e eleva tensão na região

China enviou um grupo de 100 mil militares para a sua fronteira com a Coreia do Norte, como parte de uma estratégia preventiva diante das fortes tensões na Península Coreana; medida foi tomada há algumas semanas após os EUA anunciarem que deslocaram o porta-aviões USS Carl Vinson e parte da sua frota, incluindo um submarino nuclear, à península, para a realização de exercícios militares conjuntos com os navios de guerra japoneses Ashagara e Samidare, além da partcipação de tropas sul-coreanas

domingo, 16 de abril de 2017

Especialista russo em armas afirma que Coreia do Norte surpreender com seus equipamentos de guerra.


Equipamentos bélicos da Coreia do Norte supreenderam e muito diz perito militar
Especialista russo em armas disse que o recente desfile militar na praça central de Pyongyang impressionou pelo avanço nas armas da Coreia do Norte.



As relações entre os EUA de Donald Trump e a Coreia do Norte de Kim Jong-un parecem estar alcançando o ponto máximo de deterioração, o que pode levar a uma guerra nuclear sem precedentes entre esses os dois países, arrastando no vácuo do conflito, outras nações e o que é pior, ceifando a vida de milhares, se não milhões de pessoas inocentes. Tanto é assim que o escritório russo da Sputnik, agência de notícias internacional, com filial na Coreia do Sul entrevistou a Vladimir Khrustalev, que é um especialista de renome da fundação chamada “LifeBoat Foundation”, quando a pauta da discussão é o programa do governo da #Coreia do Norte em relação aos seus mísseis com ogivas nucleares. Não é à toa que os norte-coreanos provocaram uma impressão bastante forte durante o desfile bélico dos seus militares na principal praça da capital daquele país, Pyongyang. Tudo isso porque os equipamentos de guerra responsáveis pela defesa da nação traziam muitas novidades e avanços tecnológicos, até então desconhecidos para muitos.

Rússia e China temem ataque nuclear dos EUA. III Guerra mundial a caminho.


China e Rússia temem ataque nuclear insano dos EUA. Está o Armageddon a surgir sobre o horizonte?
Dinâmica Global




A indiferença do mundo ocidental é extraordinária. Não são apenas os americanos que se deixam lavar o cérebro pela CNN, a MSNBC, a NPR, o New York Times e o Washington Post, mas também os seus homólogos na Europa, Canadá, Austrália e Japão, que confiam na máquina de propaganda de guerra que se apresenta como uma mídia. http://www.bbc.com/news/world-us-canada-39573526

Os “líderes” ocidentais, ou seja, os fantoches no final das cordas, puxados pelos poderosos grupos de interesses privados e pelo Estado Profundo, são igualmente desmanzelados. Trump e seus homólogos no Império Americano não devem estar conscientes de que estão provocando a guerra com a Rússia e a China, ou então são psicopatas.

sábado, 15 de abril de 2017

China adverte: 'EUA e Coreia do Norte já estão a um passo da guerra'

País asiático avisa que mundo pode chegar a um estágio "irreversível e incontrolável", em relação a uma suposta guerra contra o regime norte-coreano.



O aumento exponencial da tensão entre grandes potências no mundo, já torna o ambiente internacional e principalmente a diplomacia como um dos meios cada vez mais raros para que tente evitar o que seria a deflagração de uma guerra envolvendo o extremo oriente, especialmente, a península coreana. A #China veio a público nesta sexta-feira (14), advertir o mundo para os riscos inerentes a uma suposta guerra, que está na iminência de acontecer, se caso persistirem os temores de que o regime da #Coreia do Norte, que tem como base a capital do país, Pyongyang, continue a fazer testes com nucleares.

Coreia do Norte avisa aos EUA: responderemos com armas nuclares.


Coreia do Norte avisa que está pronta para guerra
Coreia do Norte avisa que está pronta para guerra


Choe Ryong-hae, vice-presidente do "PT"da Coreia do Norte, disse neste sábado durante um grande desfile militar em Pyongyang que o povo norte-coreano está “preparado para a guerra” contra os Estados Unidos com suas armas nucleares.

EUA e o Holocausto Nuclear. Trump, a besta-fera.



Trump e o Holocausto Nuclear, por Fábio de Oliveira Ribeiro - Luis Nassif

sab, 15/04/2017 - 11:54

Trump e o Holocausto Nuclear

por Fábio de Oliveira Ribeiro

Alguns analistas estão considerando a escalada militar de Donald Trump um beco sem saída que pode acarretar uma guerra nuclear total entre EUA e Rússia (por causa da Síria ou por causa da Ucrânia) ou entre EUA e China (por causa da Coréia do Norte) ou entre EUA e Rússia/China (por causa do unilateralismo criminoso dos EUA). Os norte-americanos certamente podem impor pesadas perdas aos seus inimigos. Mas isto não significa que eles mesmos serão poupados da devastação nuclear.

Ataque dos EUA à Coreia do Norte criará a III Guerra Mundial

Ataque preventivo à Coreia do Norte criará guerra atômica, diz ex-secretário de Defesa - Brasil247

Um ataque preventivo dos EUA contra a Coreia do Norte, cuja possibilidade foi noticiada pela imprensa, pode resultar em uma guerra atômica, disse o ex-Secretário de Defesa dos Estados Unidos, Leon Panetta; segundo Panetta, que chefiou o Pentágono durante a administração de Barack Obama, "as declarações da administração [de Trump] criam uma tensão ainda maior, considerando as provocações já existentes". Ele disse que os EUA "devem tomar cuidado" e "não devem fazer movimentos bruscos"

15 de Abril de 2017 às 06:07 // 247 no Telegram // 247 no Youtube



Da Sputnik Brasil

Um ataque preventivo dos EUA contra a Coreia do Norte, cuja possibilidade foi noticiada pela imprensa, pode resultar em uma guerra atômica, disse o ex-Secretário de Defesa dos Estados Unidos, Leon Panetta.

"Há uma explicação para o fato dos presidentes dos EUA, no passado, não terem 'apertado o gatilho' contra a Coreia do Norte. Mais de 20 milhões de pessoas em Seul se tornarão alvo de um ataque. Existe a possibilidade de uma guerra atômica, que poder custar a vida de milhões de pessoas. Por isso eu penso que devemos ser mais cuidadosos", disse Panetta à emissora NBC.

Segundo Panetta, que chefiou o Pentágono durante a administração de Barack Obama, "as declarações da administração [de Trump] criam uma tensão ainda maior, considerando as provocações já existentes". Ele disse que os EUA "devem tomar cuidado" e "não devem fazer movimentos bruscos".

Panetta avisou que a possibilidade de ações "preventivas" contra Pyongyang é "perigosa", pois provocará uma resposta, cujo alvo pode ser a capital da Coreia do Sul.

"Recentemente demos uma chance à China de participar desse processo. Vamos ver o que eles podem fazer", disse o ex-Secretário de Defesa.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

A presença dos EUA na Coreia do Sul impulsiona instabilidade


 
Presença dos EUA na Coréia do Sul impulsiona instabilidade.
2 de abril de 2017 - Dinâmica Global
Os interesses dos Estados Unidos e da Europa continuam a retratar o governo e a nação da Coréia do Norte como uma ameaça de segurança perpétua para a Ásia e para o mundo. As alegações relativas aos programas de armas nucleares e de mísseis balísticos da nação são usadas continuamente como justificativa para não apenas uma presença militar contínua dos EUA na Península Coreana, mas como justificação para uma presença mais ampla e contínua em toda a região da Ásia-Pacífico.

Embaixador russo: Eu recomendaria aos EUA não atacar Coreia do Norte




Sputnik - As ações dos EUA na península da Coreia são imprevisíveis, pois Washington ainda não tem equipe formada para "cuidar" dos problemas desta aérea. A Rússia espera que, na tomada de decisão sobre como EUA irão reagir quanto a Pyongyang, as emoções não vençam.

O embaixador da Rússia na Coreia do Norte conversa com a Sputnik sobre a posição da Rússia em relação ao assunto.

Na Síria EUA iniciam a III Guerra Mundial.

Ou o mundo para os EUA ou os EUA acabarão com o mundo. Todo o império tem a sua derrocada. Penso que o mundo está por um fio. E nesse momento, o império estadunidense testa o mundo com suas ameaças e sua máquina de matar, mas apertará o botão? E afinal, se não podemos viver em paz, ter vida com qualidade, o que nos resta? Apertar o botão? Viver sob à tirania de um monstro a nos devorar a cada dia? Se não podemos vencer esse monstro e ter uma vida digna e repleta de paz e harmonia, que apertemos os botões. O mundo não pode continuar a viver em guerra enquanto uma Nação tudo pode e utiliza todos os recursos planetários com a pobreza dos demais países. Os verdadeiros terroristas estão na América. Os EUA são um país terrorista comandado por meia dúzia de corporações suicidas e gananciosas.
Síria: Trump pode ter iniciado a III Guerra Mundial
O ataque tem todo o cheiro de operação de falsa bandeira. Mas ninguém apura o assunto, ninguém quer desvendá-lo, ninguém quer ouvir e nem falar sobre isso
Peter Koenig/Information Clearing House

12 de Abril de 2017 - Os EUA iniciam a III Guerra Mundial.

O EUA começam uma nova guerra mundial. E ninguém sabe o que vai acontecer nas próximas semanas. Uma nova corrida armamentista inicia nesse início de século. Agora estamos vendo que iniciará os próximos passos. Tudo pode acontecer nos próximos dias, por exemplo, o novo teste nuclear da Coreia do Norte e as respostas que virão da Síria e a mesmo a loucura dos EUA na tentativa de dominar o mundo de uma vez por todas.
12 de Abril de 2017 : o mundo inclina-se de novo para a guerra
Thierry Meyssan - Rede Voltarenet


A Casa Branca alinhou-se finalmente com a Coligação constituída pelos neo-conservadores(neo-cons) junto com o Reino Unido e diversas empresas multinacionais. Os Estados Unidos retomam a política imperialista que tinham assumido em 1991 e reactivam a OTAN. A ruptura com a Rússia e a China ficou consumada a 12 de Abril de 2017. O mundo está de novo à beira da guerra nuclear.
Rede Voltaire | Damasco (Síria) | 14 de Abril de 2017
françaisDeutschEspañolفارسىEnglishελληνικάTürkçeitalianoعربي






No decorrer de duas semanas de intensa batalha no seio da Administração Trump, os Estados Unidos atacaram a base aérea de Shairat (Síria) ilegalmente, multiplicaram depois os sinais contraditórios antes de mostrar o seu jogo : definitivamente, relançam a sua política imperialista.

Em menos de duas semanas, a Administração Trump defendeu 7 posições diferentes em relação à República Árabe Síria [1].

A 12 de Abril de 2017, os Estados Unidos assumiram a sua grande reviravolta.

No preciso momento em que o Secretário de Estado Rex Tillerson se dirigia a Moscovo (Moscou-br) para tentar uma última abordagem pacífica; o Conselho de Segurança da ONU reunia-se e registava o choque; o Presidente Trump relançava a OTAN contra a Rússia.

O conselheiro especial do Presidente Trump, Steve Bannon e o seu adjunto, Sebastian Gorka, preparavam-se para se juntar ao General Michael Flynn, enquanto a imprensa outrora pró-Trump já fazia o balanço da sua actuação. Rumores garantem que o genro do Presidente, Jared Kushner, é quem agora detêm a atenção privilegiada do Presidente, embora esta informação não seja confirmada.

Parece que a Casa Branca terá virado sob o impulso dos Britânicos que procuram preservar, por todos os meios, o sistema jiadista que criaram [2]. O Ministro dos Negócios Estrangeiros Boris Johnson apoiou-se nos dirigentes europeus que se tinham já deixado convencer pelos neo-conservadores durante a Conferência sobre Segurança, em Munique, a 19 de Fevereiro [3].

Para justificar a agressão de um Estado soberano membro das Nações Unidas, Rex Tillerson apenas se pode referir a um resumo de síntese dos serviços de «Inteligência» US sobre o incidente de Khan Shaikhun ; síntese que não apresenta nenhum indício permitindo atribuir as suspeitas à Síria, antes atirando para informações classificadas, e concluindo com um apelo para o derrube do «regime» [4].

O carácter irreversível desta reviravolta mede-se pela leitura da proposta de Resolução apresentada pela OTAN no Conselho de Segurança da ONU, à qual a Rússia opôs o seu veto [5]. Apresentado no Ocidente como um simples pedido de investigação neutro sobre o incidente químico Khan Shaikhun, tratava-se na realidade da colocação da Força Aérea síria sob o contrôlo do número 2 da ONU, Jeffrey Feltman . Este antigo adjunto de Hillary Clinton, é o autor de um plano de capitulação total e incondicional da Síria [6].

O texto desta Resolução retoma o do rascunho entregue a 6 de Abril, mas que os Estados Unidos não tinham submetido à votação na altura, já que estavam então muito pouco seguros de si próprios. Ele não leva em conta a tentativa de mediação dos membros não-permanentes(eleitos) do Conselho de Segurança, que tentaram regressar ao pedido de uma normal de investigação onusina [7].

O princípio da colocação da Força Aérea síria sob o contrôlo da ONU retoma a táctica que fora usada, contra a Sérvia, há 19 anos, em 1998, até ao momento da intervenção militar ilegal da OTAN.

O Presidente Donald Trump concluiu a sua reviravolta recebendo na Casa Branca o Secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg. Durante uma conferência de imprensa conjunta, ele indicou não considerar mais a Aliança como obsoleta, agradecer-lhe pelo seu apoio contra a Síria, e aprestar-se para trabalhar estreitamente com os seus aliados [8].

Em resposta, a Rússia anunciou ter actualizado 60% da sua força nuclear e estar preparada para a guerra [9].

Voltamos, assim, seis meses atrás, quando os Estados Unidos de Barack Obama recusavam trabalhar com a China, a Rússia e os seus aliados (Organização de Cooperação de Xangai e Organização do Tratado de Segurança Colectiva). Eles propunham-se então cortar o mundo em duas partes distintas não mais comunicando, o que quer que fosse, um com o outro [10].
Thierry Meyssan