Sigam-me os bons.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Brasil: panela de pressão? Quando irá explodir?

Brasil em colapso.
A burguesia, em aliança com o grupo Globo-Irmãos Marinho,fez uma aposta de alto risco para acabar com Lula, PT, Dilma. Fizeram a guerra de terra arrasada, agora não há mais saída. O país entrou em colapso financeiro, político, econômico e caos social irá tomar conta de todo o país, cedo ou mais tarde.

Espírito Santo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Amazonas, Pará, Pernambuco Rondônia e outros estados estão em situações críticas ou até diria em situação pré-falência. Em vários municípios a miséria e a violência estão aumentando. O desemprego atinge 16milhões de pessoas. A fome está chegando às famílias. O desespero está tomando de conta do povo e o governo golpista tem uma única preocupação – salvar as peles dos seus ministros, deputados, senadores corruptos, para não falar de setores da mídia, da justiça, empresários. 

A saudade de um lado, de outro a imbecilidade. Quem vencerá em 2018?


A saudade de um lado, de outro a imbecilidade. Quem vencerá em 2018? Como manter um povo em estado de choque? Coloque mais noticiários pesados contra Lula e seu governo. Ataque cerrado? Jogue nas redes milhares de fake e boatos. O povo tem saudades, mas sua idiotização e consequente a sua imbecilidade trará dificuldades em relacionar fatos? O país, portanto, em 2018 estará entre a saudade de um tempo em que se produzia navios nos estaleiros brasileiros, comprava-se carros, casas, escolhia-se o emprego para trabalhar, e agora? O que restou de nós? De nosso país? Como reconstruir o desmantelamento do Estado brasileiro?
Xadrez da saudade de Lula

O Xadrez do Golpe

Luis Nassif


Peça 1 – a nostalgia de Lula

Como era previsível, há total incapacidade das forças que planejaram o golpe em montar qualquer projeto minimamente competitivo para 2018.

Não há uma estratégia para superar a crise econômica, mas apenas um projeto ideológico de desmonte do Estado de bem-estar.

domingo, 22 de janeiro de 2017

FHC liderou o golpe de 2016 para concluir a sua do Brasil privatizado e entregue para os EUA.

FHC: o príncipe da privataria
Nossa Política
 https://lelivros.pro/book/download-o-principe-da-privataria-palmerio-doria-em-epub-mobi-e-pdf/

FHC: o príncipe da privataria – Crédito: Reprodução
Muito mais grave ainda que os privilégios e gentilezas do processo de privatização de curto prazo, são as opções de longo prazo realizadas pelos tucanos de privatização de empresas estratégicas para o Brasil.

É importante entender a cobiça da base de Alcântara dos EUA e a entrega de parte do território brasileiro pelo PSDB-PMDB.


O destino de Alcântara - Carta Capital.
por Roberto Amaral — publicado 08/08/2013 08h35
Enquanto o Brasil for ocupado ideologicamente, não conseguirá fazer política soberana em temas como o programa espacial

Lançamento do foguete brasileiro de médio porte VSB-30 V07 da Base de Alcântara, em 2010 

O Estadão (29 de julho, p. A6) diz que o “Brasil volta a negociar uso de base de Alcântara com os EUA.” Há, no título o primeiro erro, pois não se trata de uso de "base de Alcântara", que não existe, mas de cessão de território estratégico brasileiro, para que nele os EUA e, mais tarde, "europeus e japoneses", continua o jornal, instalem bases para lançamentos de satélites, suprindo assim suas (deles) atuais carências, exatamente aquelas que hoje tornam concorrencialmente viável o projeto espacial brasileiro – o qual tem (ou deveria ter) objetivos estratégicos determinantes e fins comerciais secundários.

Por que PSDB-PMDB vão doar a base de Alcântara para os EUA que sabotarm o Veículo Lançador de Satélites brasileiro?

É importante recordar a maior sabotagem que se tem história no Brasil. E agora devemos fazer uma pergunta: por que o governo do PSDB-PMDB vai doar a base de Alcântara para os EUA?


A Maior de Todas as Sabotagens J. W. Bautista Vidal*

Texto publicado em A Nova Democracia

por pardalmatusca - Nova Era

Viveu o Brasil no dia 22 de agosto último — sempre em agosto — uma de suas grandes tragédias com a misteriosa explosão — cheirando a sabotagem — do Veículo Lançador de Satélites (VLS-1), na base de Alcântara, MA, a melhor localizada em todo o mundo, chegando a economizar 30% da energia necessária aos lançamentos.

Depois de sabotar o programa de foguetes espaciais do Brasil, agora os EUA vão receber do PSDB-PMDB a base de Alcântara.


 Agosto de 2003: Presidente Lula conforta parentes de vítimas da explosão em Alcântara (Foto Ricardo Stuckert)

Da Redação - em 23/08/2015

Há 12 anos, em 22 de agosto de 2003, às 13h26, uma explosão até hoje não suficientemente esclarecida pegou o Brasil e o Governo Lula de surpresa: misteriosamente explodia nosso foguete Veículo Lançador de Satélites (VLS), na base militar de Alcântara, três dias antes do lançamento. Sabe-se que, desde alguns dias antes do “acidente”, mais de 20 “turistas americanos” estavam hospedados nas pequenas pousadas de Alcântara, subitamente despertada para tão grande movimentação turística americana.

O golpe confirma que os EUA estão sabotando o desenvolvimento do Estado brasileiro e seu programa de desenvolvimento tecnológico.


EUA tentaram impedir programa brasileiro de foguetes, revela WikiLeaks
por José Meirelles Passos - Globo
 
RIO - Ainda que o Senado brasileiro venha a ratificar o Acordo de Salvaguardas Tecnológicas EUA-Brasil (TSA, na sigla em inglês), o governo dos Estados Unidos não quer que o Brasil tenha um programa próprio de produção de foguetes espaciais. Por isso, além de não apoiar o desenvolvimento desses veículos, as autoridades americanas pressionam parceiros do país nessa área - como a Ucrânia - a não transferir tecnologia do setor aos cientistas brasileiros.

PSDB e EUA na maior sabotagem contra o desenvolvimento tecnológico brasileiro.


SABOTAGEM NA BASE DE ALCÂNTARA  - blog do Rodrigo

A EXPLOSÃO DO FOGUETE BRASILEIRO LANÇADOR DE SATÉLITES NÃO FOI ACIDENTE FOI SABOTAGEM (ESTAVAM BLOQUEANDO O ACESSO A ESTE TÓPICO)
 



“A Abin (Agência Brasileira de Inteligência) investiga a possibilidade de espionagem e até mesmo risco de sabotagem no programa brasileiro e ucraniano de lançamento de foguetes. Recentemente, a agência elaborou relatório reservado, ao qual a Folha teve acesso, sobre equipamentos de telemetria (que podem captar, enviar e processar dados à distância) instalados em bóias apreendidas em praias que cercam o CLA (Centro de Lançamentos de Alcântara, Maranhão), no dia 11 de outubro do ano passado. É a terceira vez que a agência encontra o mesmo tipo de aparelho nos arredores de Alcântara.
Abin

Wikileaks revela sabotagem dos EUA contra o desenvolvimento tecnológico brasileiro.

As peças do xadrez do golpe de 2016 vão se encaixando e revelando como os EUA deram apoio logístico para desmanchar o Estado brasileiro, através das aves de rapinas do PSDB e PMDB. Muitos brasileiros ainda não perceberam que estamos nos transformando em província exportadora de produtos in natura das multinacionais norte-americanas e europeias. 
Wikileaks revela gravíssima sabotagem dos EUA contra Brasil com aval de FHC - Pragmatismo Político
Telegramas revelam intenções de veto e ações dos EUA contra o desenvolvimento tecnológico brasileiro com interesses de diversos agentes que ocupam ou ocuparam o poder em ambos os países

Os EUA e o GOLPE do Impeachment de Dilma - jornalista Pepe Escobar



Os EUA e o GOLPE do Impeachment de Dilma - jornalista Pepe Escobar -
pbitt2000

Ótima explanação feita pelo correspondente internacional Pepe Escobar, em entrevista ao canal de mídia alternativo francês “Le Cercle des Volontaires”, sobre a queda da presidente Dilma Rousseff. Segundo ele, o que está por trás do GOLPE e da LAVA JATO (que é o instrumento dos EUA para alçar o GOLPE) é o desejo norte-americano de tomar as riquezas do pré-sal e que tudo começou com os grampos da NSA contra a presidente Dilma Rousseff... Excelente definição dele sobre Sergio Moro...

Fonte do video : https://youtu.be/P63XFVSgMFo

__

O


















 por Roberto Santana,
Brasil tenta desde a década de 1980,colocar os nossos satélites em órbita terrestre utilizando tecnologia própria. O Brasil trabalha na construção de um foguete nacional. Em 1997, foi testado o primeiro protótipo do Veículo Lançador de Satélites VLS-, que explodiu poucos segundos após a decolagem. Em 1999, outra tentativa com um teste e mais uma explosão. Na terceira tentativa, em 22 de agosto de 2003, antes mesmo de começar a contagem regressiva, o foguete explodiu três dias antes do lançamento durante a checagem dos engenheiros na base de Alcântara no Maranhão. Os peritos do comando da Aeronáutica investigou e concluiu que o acidente foi causado por uma falha elétrica. O problema é que o relatório oficial não convenceu todo mundo. Especialistas em pesquisas espaciais desconfiam que o programa brasileiro foi sabotado. Um complô estrangeiro teria completado a sua missão em território brasileiro? Alguns fatos indicam que sim.

Primeiro os EUA sabotam a base de Alcântara, agora querem se apoderar de parte do território brasileiro.












 




Um ano antes da explosão da base de lançamentos de foguetes de Alcântara, no Maranhão, o coronel do exército Roberto Monteiro de Oliveira fez uma "premonição": o projeto brasileiro de enviar um satélite ao espaço sofreria sabotagem. 

Em seu depoimento, feito em agosto de 2002, o coronel revelou que na época havia um plano para implantar uma base norte-americana no Brasil -- o que ameaçava gravemente a soberania do país. 

Tal plano não era somente especulação, mas um projeto prontinho para ser colocado em prática. E quem governava o país era Fernando Henrique Cardoso, do PSDB. Saliente-se que as denúncias do cel. Monteiro não mereciam atenção somente por sua patente no exército brasileiro, mas principalmente porque ele fora chefe do (extinto) Serviço Nacional de Informação -- SNI --, órgão estatal de inteligência (a "CIA" brasileira) que era encarregado de trabalhar com informações e contra-informações altamente estratégicas para o Brasil. 

Em tese, claro. Pois, como todo mundo sabe, o SNI, criado em 1964 (e extinto em 1999, sendo substituído pela Abin), acabou desvirtuando suas funções para virar um instrumento da repressão do governo militar de então. 


Mas a despeito de tal desvirtuamento, não se pode negar que o SNI dispunha de informações altamente relevantes para a soberania brasileira, como bem mostra este depoimento do cel. Monteiro. 

No vídeo, ele ressalta que o sucesso do projeto do satélite brasileiro implicaria na inutilidade de outro projeto, que era a pretensão dos EUA de transformar a base de Alcântara em base norte-americana. Eis a transcrição do que disse o cel. 

Monteiro: "Eu vou bancar o profeta. Aquilo é tão importante pra eles [os EUA] que eu vou dar duas hipóteses: ou não vão lançar o satélite (vão apresentar qualquer desculpinha; qualquer argumentação técnica); ou vão lançar e ele vai explodir. 

E como eu tenho 76 anos, eu digo que não há uma terceira hipótese. Porque se lançar [o satélite] e ele funcionar, tudo isso que está aqui [ele exibe documentos] podemos jogar na lata do lixo". Os documentos que o coronel trazia em mãos eram informações sobre o projeto dos EUA de encampar a base de Alcântara. 

E o raciocínio dele é simples de entender. Porque o sucesso do projeto do satélite daria ao Brasil autonomia para suas ambições no campo aeroespacial -- logo, altamente estratégico para a soberania do país. 

 Mas tal autonomia obviamente ia contra a pretensão dos EUA de manter o Brasil (e toda a América Latina) subserviente aos seus interesses. Tal prepotência sempre vinha com a eufêmica fachada de "parceria". Um ano depois do depoimento do cel. Monteiro, a Base de Alcântara explodiu antes do lançamento do satélite. Coincidência? 

Em 2009, ou seja, sete anos após a denúncia do cel. Monteiro, documentos vazados pelo Wikileaks revelaram que o coronel não estava fazendo "premonição" alguma, mas sim revelando uma assustadora realidade. Pois as correspondências trocadas entre autoridades dos EUA revelaram que eles não queriam de jeito algum que o Brasil desenvolvesse a energia nuclear e a tecnologia aeroespacial. 

E para evitar isto, exerceram enorme pressão contra os países parceiros do Brasil no desenvolvimento de tais tecnologias. No caso do lançamento do satélite brasileiro (fruto de longos anos de investimento financeiro e científico), os norte-americanos estavam dispostos inclusive a sabotar o projeto. 

O mais incrível desta revelação do Wikileaks foi a anuência do então presidente Fernando Henrique Cardoso, quando aceitou que órgãos estratégicos (como a Polícia Federal) fossem cooptados pela inteligência norte-americana -- como denunciou o jornalista Bob Fernandes em longas e detalhadas reportagens feitas entre março de 1999 e abril de 2004 na revista Carta Capital (confira no link do vídeo logo abaixo). http://www.youtube.com/watch?v=aPV0ke...

De forma sorrateria, PSDB e PMDB vão entregar a base de Alcântara aos EUA.

É sabido que o golpe contra o BRASIL e seu povo foi patrocinado pelos EUA para colocar no comando do país aves de rapinas que estão a devorar, de forma cruel, a soberania brasileira. Novamente precisamos de um governo de política e conteúdo Nacional.

Serra e Temer retomam entrega da Base de Alcântara aos EUA Serra e Temer retomam entrega da Base de Alcântara aos EUA – Foto: Reprodução
O processo de entrega da Base de Alcântara foi retomado secretamente em acordo com os Estados Unidos. Desde a era FHC este era o sonho do PSDB.

domingo, 8 de janeiro de 2017

Olhos do Sertão é mais acessado nos EUA, por quê? Estamos sendo espionados?

Toda vez que cito os EUA em qualquer post, o blog é acessado imediatamente nos EUA em vários lugares, por quê? Tenho tantos admiradores por lá?  

Estamos em época em que poucos ainda não perceberam o poder da informação e a guerra que se trava na mente das pessoas. 

Dilma e PT caíram porque não souberam fazer a guerra da informação. Perderam para uma mídia vagabunda que ainda faz um telejornal vagabundo, mas muito eficiente na cabeça das pessoas. 

E nessa guerra da informação, estamos todos fichados. E vivemos em grande BBB, vigiado dia e noite. E essas ferramentas que usamos, Facebook, Google, Yahoo, Microsof se tornaram grandes instrumentos de construção de bancos de dados dos EUA. Veja agora a imagem. Estou preocupado com isso? Não, mas eles estão. Eles têm medo de um povo que sabe usar as ferramentas de informação e comunicação e possa construir um Estado soberano e nacional. 
 

O governo Temer-FCH-PSDB-PMDB é informante e está entregando todos os segredos estratégidos do Brasil aos EUA.

Novo presidente do Brasil era informante dos serviços secretos dos EUA. Dinâmica Global.
Wikileaks revela que o novo presidente em exercício, Michel Temer, é um informante para a inteligência dos Estados Unidos.

Agora é oficial. O impeachment da presidente brasileira esquerdista Dilma Rousseff pelo Congresso do Brasil tem provavelmente transformado o país de um jogador vital no grupo das nações “BRICS” que buscam um mundo multi-polar para outro estado cliente dos EUA na América Latina.

EUA: o Mensalão em 2005, a Operação Lava jato em 2015 e o desmonte da economia brasileira. Brasil derrotado sem guerra convencional.



E tudo porque a ignorância da classe média, associada à venalidade das elites e o permanente interesse na colonização de um país rico não encontram um povo disposto a lutar pela existência digna. Sempre a espera de um messias, sempre aguardando a sorte e o milagre.
Houve um Senador Afonso Arinos, lembro-me quando ocupava a tribuna do Senado, no Rio de Janeiro, perorando sobre o “mar de lama” que corria no Palácio do Catete, ocupado pelo Presidente Getúlio Vargas. Cerca de duas décadas depois, em artigo no Jornal do Brasil, reconheceu que eram discursos meramente oposicionistas, pois jamais soubera de qualquer ato de improbidade de Getúlio Vargas.



Se, de um lado, devemos reconhecer a sinceridade tardia, por outro fica a frustração da impunidade por tamanha agressão ao Brasil e aos brasileiros.

O império de hoje, e desde 1990, não é mais um país, como foram os Estados Unidos da América (EUA) e o Reino Unido (UK) anteriormente. O império é um sistema, que denomino “a banca”, o sistema financeiro internacional, constituído por 100 famílias, aproximadamente, que controlam na ordem de US$ 25 a 30 trilhões da movimentação financeira mundial. Isto significa até seis vezes o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Porque mais da metade destas famílias residem nos EUA e por serem a maior influência nas decisões governamentais daquela nação, podemos simplificar tratando, indistintamente, ou da banca ou dos organismos estatais estadunidenses.

Brasil decifrou a Bomba Atômica. O golpe de 2016 tem o objetivo dos EUA evitar que o Brasil seja uma potência nuclear.

 

O brasileiro que decifrou a Bomba Atômica

Filipe Vilicic e Roberta Abreu Lima

Rafael Cruz

A Noticia é velha, mas vou coloca-la aqui, pois acredito que muitos brasileiros ainda não sabem disso.

Quem é e o que fez o físico do Instituto Militar de Engenharia para, segundo o WikiLeaks, preocupar os Estados Unidos e levar a ONU a investigar se o Brasil tentava produzir armas nucleares

De uma nova batelada de vazamentos do WikiLeaks, a fome na internet de milhares de telegramas diplomáticos roubados do governo americano, veio uma revelação sobre o Brasil que soou ao mesmo tempo anacrônica e curiosa. A embaixada americana em Brasília notificou Washington da existência de um cientista brasileiro que parecia estar de posse de segredos nucleares americanos. O personagem dos telegramas era um físico cearense chamado Dalton Girão Ellery Barroso, de 59 anos, pesquisador do Centro Tecnológico do Exército, no Rio de Janeiro. Seu livro A Física dos Explosivos Nucleares, publicado há dois anos, chamou a atenção dos diplomatas americanos, que registraram sua apreensão nos telegramas que acabaram sendo vazados pela internet. Washington quis, então, saber como Barroso conseguiu estimar com enorme precisão a arquitetura interna, o peso e os materiais que compõem uma das mais letais e secretas ogivas atômicas do arsenal americano, a W87. Também não parecia crível que Barroso tivesse conseguido pelos próprios meios, conforme demonstrado em um capítulo do livro, simular em computador o complexo e delicado processo de explosões atômicas secundárias que fazem detonar o núcleo da W87, liberando um poder destruidor dezessete vezes maior que o da bomba jogada sobre Hiroshima, em 1945.

Por que os EUA, através da Lava-Jato acertaram a prisão do Almirante Othon e o desmantelamento do programa nuclear brasileiro?


 O pai do programa nuclear brasileiro está preso e ninguém sabe mais nada do seu paradeiro. Estará vivo? Por que o prenderam? Agora, Assange denuncia que Temer entregou aos EUA segredos importantes do Brasil. É para isso o golpe? Acabar com a nossa soberania? Entregar os segredos estratégicos do país a um país inimigo e imperial? 

Luis Nassif - Jornal GGN 
A prisão do pai do programa nuclear brasileiro
O Brasil deve a Othon o maior feito de inovação da sua história moderna: o processo de enriquecimento de urânio através de ultra centrífugas.

Na operação Eletrobrás, a Lava Jato prendeu o Almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva. Seu nome apareceu na delação premiada de Danton Avancini, diretor da Camargo Correia, que lhe teria feito três pagamentos.

A operação Lava Jato se desnuda. Não é a corrupção seu objetivo. O seu objetivo é a destruição do Estado brasileiro soberano.


 
 Tenho-me questionado quais interesses estão por trás da prisão do Almirante Othon e implicações do desmantelamento do Estado brasileiro.
A prisão do Almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva nada tem com a corrupção, nem deveria estar sob a Lava Jato, mas ali domina um representante do império para eliminar a engenharia e a tecnologia brasileiras.
A operação Lava Jato se desnuda. Não é a corrupção seu objetivo, fosse-o e estariam atrás das grades os FHCs e filhos, seus apartamentos e fazendas, os Aécios e sócios, com helicópteros do tráfico, aeroportos e desvios de dinheiro de estatais, as cúpulas dos partidos no governo, ávidas das gorjetas e farelos que lhes deixam os donos do mundo. A Lava Jato é um caso de traição, o antro dos Joaquins Silvérios dos Reis do século XXI.
Corrupção ou traição: o Brasil é o país derrotado na guerra que não guerreou. - Dinâmica global
1 de janeiro de 2017

Jacob Rothschild e David Rockfeller os ‘manda-chuvas’ do sistema bancário.

Assange: governo lesa-pátria do PSDB-PMDB-Temer-FHC trocou dados sigilosos do Brasil com os EUA por apoio ao golpe.

video


ASSISTA: Assange do Wikileaks diz que Temer trocou dados sigilosos do Brasil por apoio dos EUA ao Impeachment de Dilma



Em entrevista exclusiva ao escritor Fernando Morais, editor do Nocaute, o fundador do Wikileaks, Julian Assange, afirmou que Michel Temer forneceu informações estratégicas sobre o Brasil à embaixada norte-americana, em troca de apoio dos Estados Unidos ao golpe parlamentar de 2016; “Michel Temer teve reuniões privadas na embaixada dos Estados Unidos e forneceu informações políticas às quais muitos não tinham acesso. Não digo que ele tenha sido um espião pago. Falo de outra coisa: de trocar informação por apoio político”, afirma; administração de Barack Obama, que tem John Kerry como secretário de Estado, apoiou três golpes recentes na América Latina: os de Honduras, Paraguai e Brasil 247 – Em entrevista exclusiva ao escritor Fernando Morais, editor do Nocaute, o fundador do Wikileaks, Julian Assange, afirmou que Michel Temer forneceu informações estratégicas sobre o Brasil à embaixada norte-americana, em troca de apoio dos Estados Unidos ao golpe parlamentar de 2016.

Governo traíra Temer-FHC-PSDB-PMDB entrega segredos do Brasil para os EUA por apoio ao golpe.


Assange: Temer trocou segredos do Brasil por apoio dos Estados Unidos - brasil247

Em entrevista exclusiva ao escritor Fernando Morais, editor do Nocaute, o fundador do Wikileaks, Julian Assange, afirmou que Michel Temer forneceu informações estratégicas sobre o Brasil à embaixada norte-americana, em troca de apoio dos Estados Unidos ao golpe parlamentar de 2016; "Michel Temer teve reuniões privadas na embaixada dos Estados Unidos e forneceu informações políticas às quais muitos não tinham acesso. Não digo que ele tenha sido um espião pago. Falo de outra coisa: de trocar informação por apoio político", afirma; administração de Barack Obama, que tem John Kerry como secretário de Estado, apoiou três golpes recentes na América Latina: os de Honduras, Paraguai e Brasil

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Um texto para análises dos erros petistas e construção de 2017 e 2018.



Amigos(as) vamos fazer grupos de estudos sobre política e geopolítica em 2017. 
 
Cada post será momento de reflexão, construção e reconstrução. Começo por esse post aqui da mídia Ninja em que destaco essa parte do longo e excelente texto do Pastor Ariovaldo. (veja abaixo). 
 
E veja que na entrevista de Haddad, ele não tem a coragem ou o discernimento de reconhecer que faltou mídia em seu bom governo. Como pode a periferia paulista abandonar o PT depois de tantos anos?

‘Não basta distribuir renda’, diz Haddad sobre projeto do PT e da esquerda para o país

- Entenda que o Haddad  faz esse questionamento e não consegue encontrar resposta que o Pastor Ariovaldo dá abaixo em seu texto. 
 
Veja o que diz Haddad em três pontos que destaco:
1. Então não se podia mexer em nada. A faixa de ônibus era criticada, ciclovia era criticada, redução de velocidade era criticada, enfim. Vivemos aqui um momento de muita dificuldade de comunicação porque havia por parte dos meios de comunicação uma espécie de ordem unida contra qualquer iniciativa modernizadora.
Ou seja, Haddad reconhece a força da velha mídia, mas pouco faz para fazer a contra-argumentação ou criar canais de comunicação diretos com a periferia. E a periferia fala que Haddad era um prefeito das elites. A periferia não se achava em Haddad, por quê?

Por então, perdeu na periferia? Haddad não tem consciência do erro nessa sua fala aqui:

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Governo golpista PSDB-PMDB nega o direito de posse às terras indígenas.


O Regime de Temer nega o direito de posse à terras no Brasil. Dinâmica Global
 
Contrariando recentes recomendações das Nações Unidas (ONU), o governo federal prepara mudanças radicais no procedimento de demarcação de terras indígenas. Uma minuta de decreto está sobre a mesa do ministro da Justiça Alexandre Moraes e teve o conteúdo divulgado pela imprensa nacional nesta segunda-feira, 12.

No documento é possível verificar que as alterações atendem duas das principais pautas da bancada defensora de latifundiários do Congresso Nacional. “Não vamos aceitar. Queremos o respeito à Constituição, ao nosso direito. Governo declarou guerra contra os povos indígenas e vamos reagir”, declara Tupã Guarani Mbya da Comissão Guarani Yvyrupa.

No último mês, a Articulação Nacional dos Povos Indígenas (Apib) havia antecipado, com acentuada temeridade, o desejo do governo Temer em atender os aliados ruralistas. Com uma ocupação no Palácio do Planalto, a Articulação dos Povos e Comunidades Tradicionais ressaltou que não aceitaria qualquer mudança no procedimento. Ao contrário, exigiu que o governo federal retomasse as demarcações e fortalecesse a Fundação Nacional do Índio (Funai).

Nenhum órgão governamental, até o momento, procurou as organizações indígenas para tratar de tal minuta. A bancada indígena do Conselho Nacional de Política Indigenista (CNPI) chegou a se posicionar contra o possível decreto e exigiu que o governo não descumpra a Convenção 169 da Organização Nacional do Trabalho (OIT), que confere aos povos indígenas o direito à consulta prévia, livre e informada em caso de intervenções estatais que afetem seus territórios e suas vidas.

A minuta do decreto tem como título ‘Proposta de Regulamentação da Demarcação das Terras Indígenas’. Conforme estimativas do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), o decreto, caso seja baixado pelo presidente Michel Temer do jeito em que se encontra, afetará diretamente 600 terras indígenas. O dado é baseado nas inúmeras restrições da minuta às demarcações em curso, impactando até mesmo terras já homologadas, além das demandas demarcatórias sem nenhum procedimento iniciado pela Funai.

Lançando uma pá de cal sobre os artigos 231 e 232 da Constituição Federal, o governo não altera o que neles está disposto, mas os atrofia e inviabiliza. A minuta do decreto deixa evidente que o governo brasileiro pretende criar empecilhos variados à ocupação e posse dos territórios pelos povos. Por exemplo, se hoje um fazendeiro é indenizado por estar sobre uma terra indígena, a minuta propõe o contrário: o indígena será indenizado para não ocupar o que é seu por direito e jamais voltar a fazê-lo.

O governo trabalha, acompanhando passo a passo o raciocínio apresentado pelos ruralistas nos últimos anos, a falsa ideia de atualização do Decreto 1775, baixado durante o segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso, em 1996, para atender o direito de “trabalhadores rurais da pequena e da média propriedade, que nela morem e cultivem a terra; os trabalhadores das partes ocupadas e produtivas de assentamentos de reforma agrária; habitantes de assentamentos humanos ocupados por população de baixa renda em áreas urbanas consolidadas (Código Florestal)”, conforme a minuta.

Um outro ponto do possível decreto é que ele limitará ainda mais as demarcações: o marco temporal. A interpretação, baseada em uma condicionante à homologação da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, e definida pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) como não vinculante às demais terras indígenas, defende que apenas os povos indígenas que disputavam ou ocupavam terras reivindicadas em 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição, têm o direito a elas. Os demais, não.

“A gente foi expulso das nossas terras, por isso muitas comunidades não estavam sobre elas em 88. Governo sabe disso, então eles querem usar massacre que sofremos como arma contra a gente. Chamo isso de um novo massacre, tão ruim quanto os primeiros. Governo não atira na gente com arma, não mata com arma: atira e mata com esse decreto”, afirma Eliseu Guarani e Kaiowá, integrante da bancada indígena do CNPI e da Aty Guasu – Grande Assembleia Guarani e Kaiowá.

Medidas mais radicais, caso da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 215, aquela que transfere do Poder Executivo para o Poder Legislativo a demarcação de terras indígenas, tornam-se desnecessárias de seguirem adiante nas tramitações legislativas. O decreto abarca todo o conteúdo defendido pelos parlamentares ruralistas em quase 100 propostas de emendas, projetos de lei e medidas envolvendo o desejo do agronegócio, mineradoras e grandes empreendimentos em terras indígenas.


Por Renato Santana, da Assessoria de Comunicação (Cimi)

Fonte: Pravda.ru

"O fim da aposentadoria", a cartilha explica que a regra para se aposentar passa a ser a mesma para homens e mulheres, do campo ou da cidade

Cartilha explica a Reforma da Previdência e mostra como ficará a aposentadoria no Brasil
 
Foto: Divulgação

A Central Única dos Trabalhadores (CUT) divulgou uma cartilha explicativa sobre a Reforma da Previdência e as novas regras para se aposentar no Brasil, caso a medida seja aprovada no Congresso Nacional.

Com o título "O fim da aposentadoria", a cartilha explica que a regra para se aposentar passa a ser a mesma para homens e mulheres, do campo ou da cidade. A idade mínima para se aposentar passa a ser de 65 anos e o tempo de contribuição será de 25 anos (era de 15 anos). No entanto, para receber a aposentadoria integral, será necessário trabalhar 49 anos.

A pensão por morte também passará por mudanças, que passa a ser de 50% da aposentadoria do falecido, mais 10% por dependente. O documento mostra ainda que os militares ficaram de fora da Reforma, "apesar de serem responsáveis por metade do chamado rombo da Previdência".

Sobre a aposentadoria rural, a cartilha explica que, hoje, a maioria dos rurais só se aposenta por idade (homens, aos 60 anos e, mulheres, aos 55 anos). "Com a reforma, os rurais só poderão se aposentar aos 65 anos, depois de contribuir 25 anos, mesmo que não tenham produtos para vender. E, ao invés de uma contribuição por família, terão de contribuir individualmente. Como não terão dinheiro, jamais se aposentarão", diz o documento.



A cartilha lembra também que a Reforma irá tirar benefícios de idosos e de pessoas com deficiência, com o fim do Benefício de Prestação Continuada (BPC), que é pago para idosos e pessoas com deficiência de famílias pobres. "A idade mínima para receber o benefício vai aumentar de 65 anos para 70 anos. E Temer quer desvincular o BPC do salário mínimo. Ou seja, o valor vai minguar até não dar para comprar nem um cacho de banana, pois não terá reajuste".

As mulheres serão ainda mais prejudicadas com a Reforma Previdenciária, pois terão de contribuir dez anos a mais e esperar até os 65 anos de idade, como os homens, se quiserem se aposentar. "Temer ignorou a Constituição. Se ele desse bola para leis, veria que lá está escrito que as mulheres têm direito a um tratamento diferente porque são elas que cuidam dos filhos, da casa; têm tripla jornada, ganham menos e sofrem discriminação no mercado de trabalho".

Você pode fazer o download da cartilha abaixo:

AnexoTamanho
reforma_da_previdencia_cut_.pdf

A estratégia do golpe dentro do golpe, mas não será FHC porque lhe falta "cunhões" para administrar um país em pé de guerra.

Espero que o Brasileiro e Brasileira não sejam trouxas novamente. A estratégia da Globo e das forças do mercado e do exterior é eleger alguém de confiança para tocar a PEC 55, o desmantelamento da previdência, do SUS e da Rede Federal de Ensino Superior.
"A delação direta da Odebrecht contra Michel Temer acelera de forma dramática o debate sobre sua substituição, caminho para o qual existem duas alternativas possíveis. A eleição direta, em respeito à soberania popular definida pela Constituição, ou o golpe dentro do golpe", escreve Paulo Moreira Leite. Para ele, "os grandes fatos da conjuntura devem ser lidos a partir desta situação. Enquanto a maioria da população procura entender as migalhas de informação que a mídia grande deixa escapar, os donos do poder e do dinheiro escolhem um novo presidente a portas fechadas, para ter certeza de que um possível sucessor de Temer não irá colocar em risco o projeto de devolver o Brasil ao circuito da globalização acelerada, sem nenhum risco de de resistência, real ou mesmo simbólica"

Quem elegeu o pior Congresso em 60 anos? Sim, você. Você é o culpado.


Sim, você é o culpado por todas as mazelas desse país. Mete a mão no peito e diga: eu sou culpado. Não precisa fazer o suicídio, apenas reconheça a sua culpa. Esse Congresso que está aí é o resultado do seu voto inconsequente, estéril e infértil. 
 

O Estado brasileiro parece desintegrar-se: Moniz Bandeira


O Estado brasileiro parece desintegrar-se: Moniz Bandeira - Leonardo Boff
“A Desordem Mundial é baseada em formidável documentação, pesquisas de arquivos, trabalho de formiga de um autêntico cientista social”.  
“A Desordem Mundial é baseada em formidável documentação, pesquisas de arquivos, trabalho de formiga de um autêntico cientista social”. 
Estamos cansados das interpretações dos acólitos do sistema imperante que não se renovam e repetem sempre a mesma versão dos acontecimentos nacionais. 
Ouçamos uma voz das mais autorizadas, do historiador e cientista político baiano Luiz Alberto Moniz Bandeira que nos mostra outro tipo de leitura da política brasileira e de seu entroncamento com a política mundial, especialmente, com a norte-americana. Faz denúncias graves que merecem ser ouvidas. Neste meu blog publiquei uma apresentação de seu mais recente livro: A desordem mundial (Ed. Civilização Brasileira 2016), um amplo estudo do caótico cenário internacional. Aos 80 anos, ele também tem sido homenageado pela sua vasta obra e história de vida de intelectual engajado. Em junho, foi homenageado pela União Brasileira de Escritores. No dia 4, a homenagem é na USP. Da Alemanha, onde vive, ele concedeu esta entrevista a Chico Castro Jr para o jornal A Tarde da Bahia no dia 29/10/2016. Vamos aqui reproduzi-la pois trará interpretações novas e instigantes que seguramente enriquecerão a quem nos segue. Lboff

Moniz Bandeira: a ascensão do Temer é fruto fruto de uma "mexida no xadrez internacional" pelo governo de Barack Obama.


Moniz Bandeira: ascensão de Temer é fruto de mexida dos EUA -e essa afirmação é de quem tem muito conhecimento e segurança para fazer tal afirmação. Vamos ouvi-lo e entender o que está acontecendo com o nosso país. 

Moniz Bandeira: ascensão de Temer é fruto de mexida dos EUA - Brasil247

Politólogo brasileiro radicado na Alemanha Moniz Bandeira, que está lançando o livro A Desordem Mundial, afirma que a derrubada da residente Dila Rousseff e a ascensão de Michel Temer ao poder é fruto de uma "mexida no xadrez internacional" pelo governo de Barack Obama; "Estados Unidos já perderam a guerra na Síria e na Ucrânia. Por isso, se metem agora a derrubar os governos progressistas do Brasil, Argentina e Venezuela", diz Bandeira; segundo ele, "o golpe começou com as manifestações de 2013, promovidas pelas ONGs financiadas pelas Fundações George Soros, NED, USAID"; confira entrevista de Moniz Bandeira ao jornalista FC Leite Filho

Moniz Bandeira: "vínculos notórios" de Moro e Janot explicam a situação atual das empresas brasileiras.


Amigos(as) vale conferir na íntegra a entrevista do grande pensador e brasileiro Moniz Bandeira. 
 
Moniz Bandeira: "Moro e Janot atuam com os Estados Unidos contra o Brasil"
Cientista político é conhecido por dissecar poderio norte-americano na desestabilização de países
Jornal do Brasil Eduardo Miranda


Respeitado pela vasta obra em que disseca o poderio dos Estados Unidos a partir do financiamento de guerras e da desestabilização de países, o cientista político brasileiro Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira afirma, em entrevista ao Jornal do Brasil, que representantes da Lava Jato, como o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e o juiz de primeira instância Sérgio Moro, avançam nos prejuízos provocados ao país e à economia nacional. Segundo o professor, os "vínculos notórios" de Moro e Janot com instituições norte-americanas explicam a situação atual das empresas brasileiras.

"Os prejuízos que causaram e estão a causar à economia brasileira, paralisando a Petrobras, as empresas construtoras nacionais e toda a cadeia produtiva, ultrapassam, em uma escala imensurável, todos os prejuízos da corrupção que eles alegam combater. O que estão a fazer é desestruturar, paralisar e descapitalizar as empresas brasileiras, estatais e privadas, como a Odebrecht, que competem no mercado internacional, América do Sul e África", argumenta Moniz Bandeira, que está lançando o livro A Desordem Mundial: O Espectro da Total Dominação.
 
"A delação premiada é similar a um método fascista. Isso faz lembrar a Gestapo ou os processos de Moscou, ao tempo de Stálin, com acusações fabricadas pela GPU (serviço secreto)", critica professor

Na entrevista a seguir, o cientista político, que é autor de mais de 20 obras sobre temas como geopolítica internacional, Estados Unidos, Brasil e América Latina, faz críticas severas ao presidente Michel Temer, que, segundo ele, "não governa", mas segue apenas as coordenadas do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, "representante do sistema financeiro internacional".

"Seu propósito é jogar o peso da crise sobre os assalariados, para atender à soi-disant, 'confiança do mercado', isto é, favorecer os rendimentos do capital financeiro, especulativo, investido no Brasil, e de uma ínfima camada da população - cerca de 46 bilionários e 10.300 multimilionários", critica Moniz Bandeira.

Confira a entrevista com o cientista político:

Jornal do Brasil - Um livro como Quem pagou a conta?, da historiadora britânica Frances Stonor Saunders, aponta a cultura como estratégia de dominação e força dos Estados Unidos em relação aos seus artistas e intelectuais e em relação a outros países durante a Guerra Fria. Essa dominação ainda se dá da mesma forma? Ela passou por novas configurações?

Moniz Bandeira - Sim, o inglês é a língua franca e os Estados Unidos ainda possuem o maior soft power. É através do controle dos meios de comunicação, das artes e da cultura que influenciam e dominam, virtualmente, quase todos os povos, sobretudo no Ocidente. E os recursos financeiros correm por diversas fontes.

Jornal do Brasil - Como o senhor vê o modo como os EUA elegem seu presidente da República? É um método seguro? A Rússia chegou a anunciar que enviaria fiscais para acompanhar o processo de votação até a apuração do resultado.

Moniz Bandeira - Os grandes bancos e corporações, concentradas em Wall Street, são, geralmente, os grandes eleitores nos Estados. George W. Bush não foi de fato eleito, mas instalado no governo por um golpe do poder judiciário. Agora, porém, a tentativa de colocar na presidência dos Estados Unidos a candidata de Wall Street e do complexo industrial-militar, a democrata Hillary Clinton, falhou. Elegeu-se Donald Trump, um bilionário outsider, como franco repúdio ao establishment político, à continuidade da política de guerra, de agressão. Trump recebeu o apoio dos trabalhadores brancos, empobrecidos pela globalização, dos desempregados e outros segmentos da população descontentes com o status quo. E o fato foi que mais de 70 milhões de cidadãos americanos (59 milhões em favor de Trump e 13 milhões em favor Bernie Sanders, no Partido Democrata) votaram contra o establishment, contra uma elite política corrupta, e demandaram mudança.

Jornal do Brasil - De que modo os EUA participaram da destituição da presidente Dilma Rousseff? Essas intervenções se dão em que nível, quando comparadas às do período da ditadura militar no Brasil?

Moniz Bandeira - Conforme o historiador John Coatsworth contabilizou, entre 1898 e 1994, os Estados Unidos patrocinaram, na América Latina, 41 casos de “successful” de golpes de Estado para mudança de regime, o que equivale à derrubada de um governo a cada 28 meses, em um século. Após a Revolução Cubana, os Estados Unidos, em apenas uma década, a partir de 1960, ajudaram a derrubar nove governos, cerca de um a cada três meses, mediante golpes militares, como no Brasil. Depois de 1994, outros métodos, que não militares, foram usados para destituir os governos de Honduras (2009) e Paraguai (2012). No Brasil, o impeachment da presidente Dilma Rousseff constituiu, obviamente, um golpe de Estado. Houve interesses estrangeiros, elite financeira internacional, aliados a setores do empresariado, com o objetivo de regime change (mudança de regime), através da mídia corporativa, com o apoio de vastas camadas das classes médias, abaladas com as denúncias de corrupção.

Jornal do Brasil - E qual teria sido o papel norte-americano na destituição?

Moniz Bandeira - Há evidências, diretas e indiretas, de que os Estados Unidos influíram e encorajaram a lawfare, a guerra jurídica para promover a mudança do regime no Brasil. O juiz de primeira instância Sérgio Moro, condutor do processo contra a Petrobras e contra as grandes construtoras nacionais, preparou-se, em 2007, em cursos promovidos pelo Departamento de Estado. Em 2008, ele participou de um programa especial de treinamento na Escola de Direito de Harvard, em conjunto com sua colega Gisele Lemke. E, em outubro de 2009, participou da conferência regional sobre “Illicit Financial Crimes”, promovida no Rio de Janeiro pela Embaixada dos Estados Unidos. A Agência Nacional de Segurança (NSA), que monitorou as comunicações da Petrobras, descobriu a ocorrência de irregularidades e corrupção de alguns militantes do PT e, possivelmente, forneceu os dados sobre o doleiro Alberto Yousseff ao juiz Sérgio Moro, já treinado em ação multi-jurisdicional e práticas de investigação, inclusive com demonstrações reais (como preparar testemunhas para delatar terceiros).

Jornal do Brasil - O sr, cita também o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, no desmantelamento de empresas brasileiras...

Moniz Bandeira - Rodrigo Janot foi a Washington, em fevereiro de 2015, apanhar informações contra a Petrobras, acompanhado por investigadores da força-tarefa responsável pela Operação Lava Jato, e lá se reuniu com o Departamento de Justiça, o diretor-geral do FBI, James Comey, e funcionários da Securities and Exchange Commission (SEC). A quem serve o juiz Sérgio Moro, eleito pela revista Time um dos dez homens mais influentes do mundo? A que interesses servem com a Operação Lava-Jato? A quem serve o procurador-geral da República, Rodrigo Janot? Ambos atuaram e atuam com órgãos dos Estados Unidos, abertamente, contra as empresas brasileiras, atacando a indústria bélica nacional, inclusive a Eletronuclear, levando à prisão seu presidente, o almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva. Os prejuízos que causaram e estão a causar à economia brasileira, paralisando a Petrobras, as empresas construtoras nacionais e toda a cadeia produtiva, ultrapassam, em uma escala imensurável, todos os prejuízos da corrupção que eles alegam combater. O que estão a fazer é desestruturar, paralisar e descapitalizar as empresas brasileiras, estatais e privadas, como a Odebrecht, que competem no mercado internacional, América do Sul e África.

Jornal do Brasil - Levando-se em consideração a destruição de empresas de infraestrutura no país, projetos para acabar com a exclusividade da Petrobras na exploração da commodity, o senhor acredita na tese de que o cérebro da Lava Jato está fora do país? Se sim, como se daria isso?

Moniz Bandeira - Não há cérebro. Há interesses estrangeiros e nacionais que convergem. Como apontei, os vínculos do juiz Sérgio Moro e do procurador-geral Rodrigo Janot com os Estados Unidos são notórios. E, desde 2002, existe um acordo informal de cooperação entre procuradores e polícias federais não só do Brasil, mas também de outros países, com o FBI, para investigar o crime organizado. E daí que, provavelmente, a informação através da espionagem eletrônica do NSA, sobre a corrupção por grupos organizados dentro da Petrobras, favorecendo políticos, chegou à Polícia Federal e ao juiz Sérgio Moro. A delação premiada é similar a um método fascista. Isso faz lembrar a Gestapo ou os processos de Moscou, ao tempo de Stálin, com acusações fabricadas pela GPU (serviço secreto). E é incrível que, no Brasil, um juiz determine, a polícia faça prisões arbitrárias, ilegais, sem que os indivíduos tenham culpa judicialmente comprovada, um procurador ameace processá-los se não delatarem supostos crimes de outrem, e assim, impondo o terror e medo, obtêm uma delação em troca de uma possível penalidade menor ou outro prêmio. Não entendo como se permitiu e se permite que a Polícia Federal, que reconhecidamente recebe recursos da CIA e da DEA, atue de tal maneira, ao arbítrio de um juiz de 1ª Instância ou de um procurador, que nenhuma autoridade pode ter fora de sua jurisdição, conluiados com a mídia corporativa, em busca de escândalos para atender aos seus interesses comerciais. A quem servem? Combater a corrupção é certo, mas o que estão a fazer é destruir a economia e a imagem do Brasil no exterior. E em meio à desestruturação da Petrobras, das empresas de construção e a cadeia produtiva de equipamentos, com o da “lawfare”, da guerra jurídica, com a cumplicidade da mídia e de um Congresso quase todo corrompido. O bando do PMDB-PSDB apossou-se do governo, com o programa previamente preparado para atender aos interesses do sistema financeiro, corporações internacionais e outros políticos estrangeiros.

Jornal do Brasil - O economista Bresser-Pereira, ex-ministro de FHC, afirma, na apresentação de A Desordem Mundial, que os EUA, segundo a tese do senhor, passaram por um processo de democracia para a oligarquia. Que paralelo se pode fazer com o Brasil nesse sentido, tomando como base as últimas três décadas? O sr. acredita que passamos brevemente por um momento de democracia e agora voltamos à ditadura do capital financeiro/oligarquia? 
Em livro, professor disseca poder dos EUA na "exportação" de democracias para o mundo

Moniz Bandeira - Michel Temer, que se assenhoreou da presidência da república, não governa. É um boneco de engonço. Quem dita o que ele deve fazer é o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, como representante do sistema financeiro internacional. E seu propósito é jogar o peso da crise sobre os assalariados, para atender à soi-disant, “confiança do mercado”, isto é, favorecer os rendimentos do capital financeiro, especulativo, investido no Brasil, e de uma ínfima camada da população - cerca de 46 bilionários e 10.300 multimilionários.

Jornal do Brasil - O senhor afirma que onde quer que os EUA entrem com o objetivo de estabelecer a democracia, eles entram na verdade por interesses políticos e econômicos. É esse o caso da aproximação dos norte-americanos com Cuba? Fidel Castro é um dos que compartilhavam dessa visão de interesse.

Moniz Bandeira - Sim, havia forte pressão de empresários americanos para o restabelecimento de relações com Cuba, por causa de seus interesses comerciais. Estavam a perder grandes oportunidades de negócios e investimentos devido ao embargo econômico, comercial e financeiro imposto a Cuba desde fins de 1960, portanto mais de 50 anos, sem produzir a queda do regime instituído pela revolução comandada por Fidel Castro. Era um embargo de certa forma inócuo, uma vez que outros países, como o Brasil, estavam a investir e fazer negócios com Cuba. A construção do complexo-industrial de Mariel, pela Odebrecht, com equipamento produzidos pela indústria brasileira e o apoio do governo do presidente Lula, contribuíram, possivelmente, para a decisão do presidente Barack Obama de normalizar as relações Cuba. Essa Zona Especial de Desarrollo de Mariel (ZEDM), 45 quilômetros a oeste de Havana, tende a atrair investimentos estrangeiros, com fins de exportação, bem como opção para o transbordo de contêineres, a partir da ampliação do Canal do Panamá, ao permitir a atracagem dos grandes e modernos navios de transporte interoceânicos. Tenho um livro sobre as relações dos Estados Unidos com Cuba (De Martí a Fidel – A Revolução Cubana e a América Latina).

Jornal do Brasil - O processo de apoio financeiro de instituições políticas às religiões cristãs de direita, tal como o senhor descreve ao tratar do governo Bush, se assemelha de alguma forma ao contexto do Brasil, levando-se em conta o crescimento da bancada evangélica no Congresso Nacional e a conquista de cargos do Poder Executivo por representantes da Igreja?

Moniz Bandeira - Sim, o processo é secreto. Ocorre através de ONGs, muitas das quais são financiadas pela USAID, National Endowment for Democracy, conforme demonstro em A Segunda Guerra Fria e A desordem mundial, bem como através de outras agências semi-oficiais e privadas. Essas igrejas também coletam muito dinheiro dos crentes, acumulam fortunas. E as bancadas de deputados recebem dinheiro de empresas não nacionais, mas de grandes empresas estrangeiras, muitas das quais apresentam no Brasil balanços com prejuízos, conquanto realizem seus lucros nas Bahamas e em outros paraísos fiscais. Tais empresas multinacionais não foram investigadas pelo juiz Sérgio Moro, o procurador-geral Rodrigo Janot e a força-tarefa da Operação Lava-Jato et caterva. A quem eles servem? Racine, o dramaturgo francês, escreveu que “não há segredo que o tempo não revele”. Não sabemos exatamente agora, porém podemos imaginar.

Eric Draitser:EUA estão por trás da crise no Brasil

EUA estiveram por trás de todos os golpes e eleições de serviçais no Brasil. E isso não foi diferente em 2016 quando os EUA ficaram no silêncio cúmplice.


EUA estão por trás da crise no Brasil, acredita analista


Jornal GGN – Em artigo na Telesur, o analista de geopolítica Eric Draitser diz que está claro para todo mundo o golpe em curso no Brasil, mas que ninguém analisou ainda o contexto mundial em que a crise brasileira se insere. Para ele, os Estados Unidos travam uma guerra neoliberal contra a América Latina, capitaneada pela presidenciável democrata Hillary Clinton.

As ruas estão caladas quando até as pedras falam: Fora Globo, Fora Temer, Fora PSDB, Fora FHC.


Bem, é a história estúpido que teima em se repetir. Sabe quem era o candidato que estava na frente das pesquisas eleitorais em 1965? 
 
Não? Era Juscelino Kubitschek que estava na frente em todos os cenários. 
 
E o Ibope escondeu em 1964 que João Goulart era bem avaliado pelo povo com seu projeto de reforma do Estado brasileiro e a criação do 13º salário, principalmente com o seu projeto de alfabetização liderado por Paulo Freire até o golpe de 1964. 

Moro, Globo e PSDB tem objetivos:triturar Lula até o dia das eleições e eleger um dos seus serviçais

 

Na mesma semana em os institutos de pesquisa colocaram Lula como o grande vencedor das eleições de 2018, o ex-presidente petista vira réu pela quinta vez. 

E agora não é apenas um triplex. Triplex que também Juscelino Kubitschek foi acusado de possuir. 

Assim como Lula em 2018, Juscelino Kubitschek era o grande favorito de 1965. E acabou sendo exilado e depois assassinado. Será esse o fim de Lula? 

Quais os principais instrumentos do Golpe de 2016?

 
 No momento temos dificuldade para fazer o povo entender os objetivos principais do golpe e quais as grandes questões que estão em jogo: a inviabilização do Brasil como Nação Soberana e seu desenvolvimento tecnológico e nuclear é um dos objetivos. Leia a análise

13 de Dezembro: Dia da Vergonha das Elites - O Empastelador

15/12/2016, Samuel Pinheiro Guimarães, JornalGGN

Muitos anos depois, o povo brasileiro (as elites já conheciam) ficou sabendo, através de documentos do governo norte americano, da ativa participação dos Estados Unidos no golpe de 1964, e sua sequência, o AI-5, instrumento importante de poder ditatorial para garantir a implementação de uma política econômica neoliberal.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Para mudar Russas como Lula mudou o Brasil

Para mudar Russas como Lula mudou o Brasil

Lula fala aos russanos:

Força Lula

Governar é cuidar do povo

Pela valorização do magistério

Blogs Russanos

O PT tem os defeitos de todos os partidos, mas nenhum tem as suas virtudes.

Image and video hosting by TinyPic

Privataria Tucana