Translate / Tradutor

Mostrando postagens com marcador Geopolítica e o golpe.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Geopolítica e o golpe.. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Está provado que o golpe foi dado para entregar o pré-sal para os EUA

Serra voltou para o senado depois que cumpriu o seu papel de entregar o pré-sal aos EUA. O golpe está sendo um instrumento para desintegração do país. O resto é história.
 

Golpe para entregar o pré-sal. EUA vibram! 9 de Julho de 2016

O governo dos EUA e as multinacionais do petróleo devem ter soltado rojões nesta semana para festejar, mais uma vez, o êxito parcial do "golpe dos corruptos" no Brasil. Eles já tinham comemorado a nomeação do tucano José Serra, fiel capacho da Chevron, para o Ministério das Relações Exteriores. Também aplaudiram as iniciativas do governo interino para implodir a integração latino-americana, sabotando o Mercosul. Mas nada se compara à decisão aprovada nesta quinta-feira (7) por uma comissão especial da Câmara Federal que acelera o processo de entrega do pré-sal às multinacionais do petróleo. Este sempre foi o maior objeto de desejo do império ianque, o que explica o seu silêncio diante do golpe nativo.

O Brasil está sendo desintegrado enquanto o povo é anestesiado pelo consórico Globo e setores da justiça brasileira.

A Globo e o setores da justiça fazem o serviço sujo, enquanto o país é destroçado. Os tolos estão aí a repetir exatamente as estratégias dos golpistas.
O Brasil está sumindo e você ainda não entendeu o Golpe?
10 de março de 2017 - Dinâmica Global.

  1. Uma investigação, seja no romance policial, num problema de família ou numa briga política, sempre começa com a pergunta: a quem interessa?

Vamos procurar identificar a quem interessa o esfacelamento do Brasil e quais as forças e agentes que atuaram e atuam para que isto ocorra.

Em primeiro lugar, a não ser que seus neurônios também tenham sumido, já está claro que o combate à corrupção era apenas um modo de congregar os trouxas, os oportunistas e aqueles segregacionistas e excludentes que tem horror à democracia e aos direitos iguais para todo ser humano.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Impeachment, apenas um detalhe, mas que atinge nosso corpo, nossa alma e nosso bolso.

Impeachment, apenas um detalhe.

A nós, brasileiros, um detalhe, mas que atinge nosso corpo, nossa alma e nosso bolso. No campo internacional é, tão somente, um passo na conquista planetária pelo sistema financeiro internacional, ou como a chamo – a banca.

Itabira é apenas uma fotografia na parede.
Mas como dói!
(Carlos Drummond de Andrade)

Recordemos o ano de 1990, que estabeleço como marco da dominação da banca. Na década anterior, Margaret Thatcher e Ronald Reagan promoveram, obrigando o mundo a imitá-los, a quebra de todos os controles e desmonte das fiscalizações sobre o sistema financeiro internacional, revogando e reescrevendo leis, normas e regulamentos. Possibilitando que todo o capital oriundo do ilícito (tráfico de drogas, de armas, de pessoas, governos e instituições corruptas, fugindo dos tributos nacionais e recursos não escriturados) encontrasse abrigo nesta banca revitalizada. Também nesta década, por motivo que a História ainda conhecerá, Mikhail Gorbachev extinguiu a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), sendo o momento emblemático a queda do Muro de Berlim, em 1989.

A banca, como sabemos, age com dois objetivos principais: controle e apropriação das rendas dos demais segmentos econômicos (indústrias, transportes, construções civis etc) e a concentração de renda e de poder.

Na década de 1990, com as “crises” fabricadas, a banca cresceu, avançou e dominou vários governos nacionais, dentre os quais o Brasil. Sua roupagem, buscada em teóricos do século XVIII, era do Estado Mínimo e do neoliberalismo. Em outras palavras, caberia ao Estado, unicamente, construir o galinheiro onde raposas e galinhas disputariam “livremente” seu dia a dia.

terça-feira, 31 de maio de 2016

Nos EUA as eleições,entre Trump e Hillary, serão para quem mais condições de acender o barril de pólvora e explodir o mundo.

Outro dia falei por amigo que estamos vendo uma víbora com possibilidades de ganhar as eleições nos EUA e transformar o mundo em um grande barril de pólvora a explodir de qualquer momento. Desde quando Hillary ameaçou de obliterar o Irã eu percebi nessa mulher uma carniceira que fará o mundo ter saudades do Bush filho. O Brasil já está passando por essa situação e tem origem na política externa de Hillary.


Hillary deixa por onde passa uma trilha de golpes sangrentos: Honduras, Líbia, Ucrânia. Sua campanha é financiada por nove dos dez maiores fabricantes de armamentos do mundo
Depois de renovar o arsenal atômico, Obama provoca Moscou e Pequim. Hillary ataca Trump, o repulsivo. Mas é ela, supostamente sofisticada, que representa a hiper-militarização
Por John Pilger, no Conterpunch | Tradução Vila Vudu
 

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Os EUA estão no golpe porque querem um governo "amigo" e um Brasil "dócil" como fornecedor de insumos.

baldeagle.jpg
reincidente

'Governo invisível' dos EUA trabalha no golpe em marcha no Brasil

Vazamento de informações pelo Wikileaks, financiamento de movimentos golpistas por entidades americanas e outros indícios mostram que país de Barack Obama trabalha para derrubar Dilma
por Eduardo Maretti, da RBA publicado 21/04/2016 14:34, última modificação 
Iniciativas desenvolvidas pelos últimos governos brasileiros, nos planos econômico, político e militar, atingiram frontalmente os interesses dos Estados Unidos na América Latina - Rede Brasil Atual

terça-feira, 3 de maio de 2016

Os golpistas no Brasil recebem ordens diretas dos EUA. Leia e compreenda

EUA estão por trás da crise no Brasil, acredita analista



Jornal GGNEm artigo na Telesur, o analista de geopolítica Eric Draitser diz que está claro para todo mundo o golpe em curso no Brasil, mas que ninguém analisou ainda o contexto mundial em que a crise brasileira se insere. Para ele, os Estados Unidos travam uma guerra neoliberal contra a América Latina, capitaneada pela presidenciável democrata Hillary Clinton.

Washington lança o seu ataque contra BRICS. A desestabilização do Brasil e Argentina

 Washington está se movendo para colocar no poder político um partido de direita que Washington controle, a fim de encerrar as crescentes relações do Brasil com a China e a Rússia

Washington lança o seu ataque contra BRICS, por Paul Craig Roberts - Luis Nassif

Enviado por Cleber
ter, 03/05/2016 - 10:21
Enviado por Cleber
Artigo de Paul Craig Roberts (para quem não conhece, conservador, escreve no Wall Street Journal e foi Secretário Assistente do Tesouro no governo Reagan)
Dr. Paul Craig Roberts
Tendo removido a presidente reformista da Argentina, Cristina Fernández de Kirchner, Washington agora se livra da presidente reformista do Brasil, Dilma Rousseff.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Novamente os EUA estão no golpe contra o Brasil. Entenda.

 
'Silêncio dos EUA é apoio a golpe no Brasil', diz especialista norte-americano “O governo dos Estados Unidos vem guardando silêncio sobre esta tentativa de golpe, mas há poucas dúvidas quanto à sua posição.” A frase é de Mark Weisbrot, codiretor do Centro de Pesquisa Econômica e Política, em Washington, e presidente da Just Foreign Policy, organização norte-americana especializada em política externa. Para ele, a campanha do impeachment é, sim, um golpe de Estado capitaneado pela elite nacional, algo impensável nos Estados Unidos.

Eu, humildemente, peço a vocês do Brasil: não desistam da Petrobrás, não desistam do Brasil.

Captura de Tela 2016-03-03 às 23.54.59
Sobre a estatal brasileira, o jornalista Caleb Maupin alertou os dirigentes da CSB para os riscos no Brasil.
“Eu vou dizer isso como uma pessoa que observa a economia do mundo, e não como norte-americano. Eu, humildemente, peço a vocês que não desistam da Petrobrás. Não deixem os Rockefellers e DuPonts dominarem o Brasil. Preservem a República e os seus recursos naturais. As forças do mal por trás do capitalismo e do neoliberalismo não têm lealdade, eles não têm um lado ou um deus, eles apenas cultuam seus próprios lucros e obedientemente seguem as teorias malucas do Adam Smith”, disse o palestrante.

Caleb Maupin: O golpe da Exxon, Chevron, BP e Shell

publicado em 03 de março de 2016 às 23:57 - Viomundo
“Se fosse consultado, diria que é uma boa ideia (acabar com exclusividade da Petrobras no pré-sal). Se vier a acontecer, estamos em posição de querer um papel nesse contexto” (Presidente da Shell ao visitar o Brasil)
Atual crise econômica mundial é resultado de manobra política criada por gigantes petrolíferas norte-americanas, afirma Caleb Maupin
O jornalista e analista político norte-americano Caleb Maupin trouxe à tona o controle mundial que as quatro grandes empresas petrolíferas dos Estados Unidos, Exxon Mobil, Chevron, British Petroleum (BP) e Royal Dutch Shell exercem na economia mundial
Durante sua palestra no II Congresso da Central de Sindicatos Brasileiros, Caleb Maupin indagou: “Quem são as pessoas mais ricas do mundo? Muitos vão responder Bill Gates, algum sultão ou príncipe saudita ou talvez alguém cite algum novo rico que está na lista das 100 pessoas mais ricas do mundo da revista Forbes. Mas tudo isso é bobagem. Se compararmos essas pessoas com quem realmente detém o poder, elas são consideradas pobres; são tão pobres que possuem toda a fortuna em seu nome. Aqueles que têm o maior poder de riqueza detêm uma riqueza tão astronômica que muitas vezes seu valor líquido sequer pode ser calculado. As pessoas mais ricas do mundo podem ser descritas em duas palavras: banqueiros do petróleo. Rockefellers e DuPonts são dinastias que estão no centro de uma pequena rede de influência enraizada, dominando as economias dos Estados Unidos da América, da Europa Ocidental, Arábia Saudita e da maior parte do mundo”, afirmou.
“Para se entender as dimensões da influência das quatro gigantes do petróleo, podemos citar que o terreno onde foi construída a sede da Organização das Nações Unidas (ONU) foi doado pelos Rockefellers, proprietários da Exxon Mobil, que também têm participação nos poços de petróleo da Arábia Saudita. A JP Morgans, empresa que possui participação da mesma família, possui cerca de seis mil contratos com o Pentágono”, contou Maupin, que participou do planejamento do Occupy Wall Street, movimento de protesto contra a desigualdade econômica e social, a ganância, a corrupção e a influência do setor financeiro.
O analista elucidou que, diante do panorama político atual, não se pode separar a política externa norte-americana das grandes companhias de petróleo.
“Basta observarmos quais os países foram os principais inimigos dos Estados Unidos nas últimas guerras. Todas as nações que entraram em guerra com os EUA eram grandes exportadores de petróleo no mundo. Eles acabaram temporariamente com a produção de petróleo desses países. Esse é o processo que os Estados Unidos da América usam para desenhar a geopolítica e dominar a economia mundial”, recordou.
Crise do petróleo
Com as guerras nos países exploradores de petróleo, o preço do barril subiu no início dos anos 2000 e gerou grande lucro para as quatro gigantes do petróleo.
Para Maupin, “essas ações criaram problemas para essas companhias”.
O jornalista relembra que, “em 2003, Hugo Chávez assumiu o governo da Venezuela e estatizou as petroleiras, repassando o lucro do petróleo para a educação e saúde. Na Rússia, Vladimir Putin assumiu o poder e colocou a economia do país nos eixos, e voltou a exportar petróleo e gás. Por sua vez, as pequenas empresas exploradoras do combustível fóssil também cresceram. Neste período, a Petrobrás cresceu mais que a Microsoft e se tornou uma das três grandes empresas do petróleo; tornou-se a base da independência econômica. Tudo isso passou a ameaçar e incomodar a hegemonia das gigantes do petróleo”.
Sobre a estatal brasileira, o jornalista alertou os dirigentes da CSB para os riscos no Brasil.
“Eu vou dizer isso como uma pessoa que observa a economia do mundo, e não como norte-americano. Eu, humildemente, peço a vocês que não desistam da Petrobrás. Não deixem os Rockefellers e DuPonts dominarem o Brasil. Preservem a República e os seus recursos naturais. As forças do mal por trás do capitalismo e do neoliberalismo não têm lealdade, eles não têm um lado ou um deus, eles apenas cultuam seus próprios lucros e obedientemente seguem as teorias malucas do Adam Smith”, disse o palestrante.
Maupin explica que a atual baixa de preços do petróleo foi estimulada por uma manobra da Arábia Saudita para prejudicar as economias da Rússia, Irã, Venezuela e dos chamados “nanicos do petróleo”, que são companhias de pequeno porte exploradoras de petróleo, as quais, em sua maioria, são comandadas pelos irmãos Koch, oposição declarada aos Rockefellers.
Maupin classificou esta manobra saudita como “esquema Walmart”.
“O Walmart chega a uma nova cidade, baixa seus preços, quebra todo o comércio local, livrando-se da concorrência. Depois eles sobem seus preços de novo. E é isso o que a Arábia Saudita, com o apoio dos EUA, está fazendo em escala global. Por razões extremamente egoístas, os Rockefellers estão brincando com fogo e queimando toda a economia global. A crise criada com a baixa dos valores dos barris de petróleo tem afetado o mundo inteiro, o preço de todas as commodities está caindo no mundo. Os Estados Unidos e muitos países estão enfrentando uma crise econômica como consequência”, sentenciou.
Para o jornalista, a solução para este cenário está nas sociedades.
Segundo Maupin, quando o povo dá as mãos e luta por sua economia, o mundo muda. “É assim que a vida das pessoas melhora. Para um país se tornar uma superpotência, não precisa de marxismo ou stalinismo, mas precisa que as lideranças amem sua pátria, e não os banqueiros do petróleo. Vida longa à CSB, vida longa à Petrobrás. Viva o poder do povo”, concluiu Caleb Maupin.

Golpes. Estúpido não é a corrupção, mas as riquezas do Brasil. Veja a análise do professor da UFMG




Sobre o golpe de estado em curso no Brasil e a entrega de nossas riquezas. A história se repetirá?
Golpes! - Cafezinho.
Por José Luiz Quadros de Magalhães, em seu blog.
Para o poder econômico, e outros poderes que a este poder sustentam, o importante não é viver em uma democracia, é claro, mas que as pessoas inocentemente acreditem viver em uma. O mesmo vale para o estado constitucional. O que vemos acontecer de forma grave e agressiva é um teatro, onde a forma oculta o conteúdo. Julgamentos, processos, becas, carros de polícia e ternos e gravatas, parlamentares, jornais, televisão... todo um aparato tragicômico ridículo para justificar o desrespeito à vontade popular e o desmonte de um projeto de transformação social. A “casa grande surta quando a senzala aprende a ler”, vemos escrito nos muros e camisas.

domingo, 10 de abril de 2016

Por que os EUA é novamente um ator importante no golpe do Brasil? Vejam alguns indícios.

brics fortaleza 2014 economia

São muitos fatos que incentivaram os EUA a investirem novamente em um golpe no Brasil. 

1. A “Declaração de Teerã”, assinada por Brasil, Turquia e Irã, foi conseguida em 2010 exatamente nos termos previamente solicitados por Obama a Lula em carta. Mas, após alcançada, foi "molequemente" logo rejeitada e "interpretada" pelos EUA e seus aliados como “manobra” dos iranianos.
2. A descoberta do Pré sal. Os EUA imediatamente reativaram a quarta frota. A temida IV Frota Naval dos Estados Unidos foi reativada oficialmente esta semana e, segundo a Marinha norte-americana, vai começar a realizar em breve exercícios no limite das águas territoriais da América Latina e do Caribe.
3. A criação dos BRICS, 
4. A UNASUL
5. O Banco dos BRICS
6. E possibilidade de utilização das moedas locais nas relações comerciais. 
7. E a soberania do Brasil no mundo. E seu protagonismo nos mecanismos multlaterais. E sua liderança regional balizada em um governo. 

E que o golpe quer? Transformar o Brasil novamente em colônia e dependente do FMI e dos EUA.  Porque no Brasil existe uma elite predadora que guarda dinheiro ilegal (bilhões) em paraísos fiscais e que pouco estão se lixando para o país e seu povo.