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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Morte de modelo o mensalão tucano.

Dino, em foto publicada na CartaCapital

Advogado diz que morte de modelo tem ligação com mensalão tucano

Advogado acusa réu do mensalão tucano de ser mandante da morte de modelo
Por Lúcia Rodrigues, em Belo Horizonte*
Um homem acuado e com medo de morrer. É assim que o advogado Dino Miraglia se define.
Até 21 de agosto ele advogava para Nilton Monteiro, o delator do mensalão tucano, que está preso no complexo penitenciário de segurança máxima Nelson Hungria, em Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte, acusado de ser falsário. 

sábado, 23 de novembro de 2013

Joaquim Barbosa colocará na cadeia o Aécio por ter recebido 110mil reais do mensalão tucano?

 

STF: Aécio responderá por ter recebido recursos do Mensalão Tucano



Os Ministros do Supremo Tribunal Federal, na tarde da quarta-feira (20), mostraram-se bastante assustados com a informação chegada da Procuradoria Geral da República, dando conta de que nova denúncia será apresentada a Corte, contendo mais 10 autoridades com prerrogativa de foro no processo conhecido como mensalão tucano. Aécio recebeu R$ 110.000,00 do esquema criminoso, conforme consta nas pág. 14 e 15 do relatório da Polícia Federal. Fontes da PGR informam que a denúncia correrá separada da Ação Penal a que já responde o ex-governado e atual deputado federal Eduardo Azeredo. Fato idêntico ao que vem ocorrendo em relação ao senador Clesio Andrade.

domingo, 6 de janeiro de 2013

O implacável e justiceiro Joaquim Barbosa deixará o mensalão tucano prescrever em 2013?

Dr. Joaquim Barbosa, ou julga o mensalão tucano em 2013 ou prescreverá

Saiu no jornal Folha de São Paulo que o "mensalão" tucano não será julgado em 2013.

Se não for julgado logo, não será julgado nunca, pois em 2014 os crimes, que ocorreram em 1998, completarão 16 anos de ocorrência e estarão prescritos.

Se o STF cometer esse disparate de deixar prescrever, pode trocar o crucifixo que fica na parede por uma estátua de tucano de uma vez por todas.

Joaquim Barbosa, por que o mensalão mineiro, 5 anos mais atingo, não será julgado em 2013?

 
Mensalão mineiro, 5 anos mais antigo, não será julgado em 2013 Acusação aponta desvio de recursos públicos e financiamento ilegal na fracassada campanha pela reeleição do então governador, Eduardo Azeredo

Relatório desvenda ligações de Aécio Neves com organização criminosa do PSDB mineiro

EXCLUSIVO: Relatório da Polícia Federal sobre o “Mensalão do PSDB” 

Relatório desvenda ligações de Aécio Neves com organização criminosa do PSDB mineiro e comprova que lista contendo nome de Gilmar Mendes é legítima

Integrantes da PGR encaminharam, segundo eles, com exclusividade para Novojornal um manifesto acompanhado do “Relatório da Polícia Federal” que fundamentou a denúncia do Procurador Geral da República (PGR), Antônio Fernando de Souza, contra o então senador, hoje deputado federal, Eduardo Azeredo como o chefe da organização criminosa responsável pelo desvio de R$ 100 milhões, incluindo empresas estatais para sua campanha ao governo de Minas em 1998.

sábado, 5 de janeiro de 2013

A máscara caiu de mais um hipócrita tucano. "Ocultação de Patrimônio". Laranja complica Aécio e Andréa Neves

Novo Jornal. 
"Ocultação de Patrimônio". Laranja complica Aécio e Andréa Neves 

Arrolada como testemunha de acusação, ex "sócia" dos irmãos Andréa e Aécio Neves abre o jogo na PF e confessa que era apenas laranja 

A situação do Senador Aécio Neves (PSDB/MG), complica-se cada vez mais, depois de divulgada por Novojornal a “Lista de Danilo de Castro”, que fundamentou a “Lista de Furnas”, descrevendo como foram distribuídos os recursos arrecadados ilicitamente por Dimas Fabiano na campanha de Aécio para governador de Minas em 2002. 

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Amaury promete revelar bastidores do complô para derrubar Lula e Dilma

Viomundo

publicado em 19 de dezembro de 2012 às 20:32
Amaury e o primeiro petardo (foto LCA)
por Luiz Carlos Azenha
Na semana seguinte às eleições municipais em que Fernando Haddad derrotou José Serra em São Paulo, episódios estranhos começaram a acontecer em torno do premiado repórter Amaury Ribeiro Jr., autor do livro Privataria Tucana, o best seller que vendeu 150 mil cópias.
Primeiro, ele foi procurado por telefone por um homem de Guarulhos que prometeu documentos relativos à Operação Parasita, da polícia paulista, que investigou empresas que cometiam fraudes na área da saúde.  Foi marcada uma reunião, mas a fonte se negou a entrar no local de trabalho de Amaury. Quando se encontraram pessoalmente, do lado de fora, a história mudou: o homem ofereceu a Amaury a venda de material secreto que teria como origem o despachante Dirceu Garcia.

Rogério Correia: “Valério operou ao mesmo tempo para o Aécio em Minas e o PT em Brasília”

Viomundo

publicado em 21 de dezembro de 2012 às 7:58
Rogério Correia: "Os tucanos tentam sempre colocar o Nílton Monteiro na conta do PT, mas o Nílton é cria deles"
por Conceição Lemes
Desde a semana passada, quando a Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência do Congresso aprovou convite para o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso  dar explicações sobre a Lista de Furnas, os tucanos estão em polvorosa.
Em discurso no plenário, o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) atacou:
– Esta Lista de Furnas é um documento produzido em oficinas criminosas que operam sob o comando do PT com objetivo de atacar a reputação dos adversários, com uma série de nomes de políticos que teriam recebido contribuição ilegal da estatal. Submetida à investigação, a perícia já constatou ser uma fraude. As assinaturas foram falsificadas.
No início de novembro, o PSDB e aliados foram surpreendidos com outra notícia embaraçosa. Dino Miraglia, advogado do lobista Nílton Monteiro, entrou com petição no Supremo Tribunal Federal (STF), solicitando ao ministro Joaquim Barbosa que junte no mesmo inquérito a Lista de Furnas e o mensalão tucano. Alega haver conexão entre os processos, pois envolve as mesmas partes e a mesma forma de fazer caixa 2. Nílton, velho conhecido dos mineiros, denunciou os dois esquemas.

domingo, 11 de novembro de 2012

Provas do suposto mensalão? O juiz não tem que ficar ao lado da opinião pública.

Participação no comando do mensalão tem de ser provada, diz jurista

CRISTINA GRILLO
DENISE MENCHEN

DO RIO - Folha


Insatisfeito com a jurisprudência alemã --que até meados dos anos 1960 via como participante, e não como autor de um crime, aquele que ocupando posição de comando dava a ordem para a execução de um delito--, o jurista alemão Claus Roxin, 81, decidiu estudar o tema.
Aprimorou a teoria do domínio do fato, segundo a qual autor não é só quem executa o crime, mas quem tem o poder de decidir sua realização e faz o planejamento estratégico para que ele aconteça.

Daniel Marenco/Folhapress
O jurista alemão Claus Roxin, 81, em seminário na EMERJ, no Rio de Janeiro
O jurista alemão Claus Roxin, 81, em seminário na EMERJ, no Rio de Janeiro
Roxin diz que essa decisão precisa ser provada, não basta que haja indícios de que ela possa ter ocorrido.
Nas últimas semanas, sua teoria foi citada por ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) no julgamento do mensalão. Foi um dos fundamentos usados por Joaquim Barbosa na condenação do ex-ministro José Dirceu. 

sábado, 10 de novembro de 2012

O “mensalão” tucano

do blog esmaelmorais.com
por Mino Carta, via CartaCapital

A mídia nativa entende que o processo do “mensalão” petista provou finalmente que a Justiça brasileira tarda, mas não falha. Tarda, sim, e a tal ponto que conseguiu antecipar o julgamento de José Dirceu e companhia a um escândalo bem anterior e de complexidade e gravidade bastante maiores. Falemos então daquilo que poderíamos definir genericamente como “mensalão” tucano. Trata-se de um compromisso de CartaCapital insistir para que, se for verdadeira a inauguração de um tempo novo e justo, também o pássaro incapaz de voar compareça ao banco dos réus.

A privataria. Não adianta denunciar os graúdos: a mídia nativa cuida de acobertá-los

O “mensalão” tucano


A mídia nativa entende que o processo do “mensalão” petista provou finalmente que a Justiça brasileira tarda, mas não falha. Tarda, sim, e a tal ponto que conseguiu antecipar o julgamento de José Dirceu e companhia a um escândalo bem anterior e de complexidade e gravidade bastante maiores. Falemos então daquilo que poderíamos definir genericamente como “mensalão” tucano. Trata-se de um compromisso de CartaCapital insistir para que, se for verdadeira a inauguração de um tempo novo e justo, também o pássaro incapaz de voar compareça ao banco dos réus. 

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Tucanos sabotam CPI do mensalão em SP

Por Altamiro Borges

Já virou rotina no longo reinado tucano em São Paulo. Nenhuma denúncia de falcatrua é apurada, os desvios de recursos públicos se acumulam e a mídia ainda tenta blindar os corruptos e corruptores. No caso do recente escândalo destampado pelo deputado Roque Barbieri (PTB), da base de apoio do governador Geraldo Alckmin, a triste história pode se repetir.

Líder da Tropa de Choque de Alckmin transferiu bens para proteger patrimônio.

Barros Munhoz transferiu bens para proteger patrimônio

É dando que se recebe.Geraldo Alckmin defendeu Barros Munhoz na época que o deputado se meteu com corrupção.Agora, como pagamento, Barros Munhoz defende Alckmin.Esse é o modo tucano de roubar.

BRUNO COVAS VAI TER DE SE EXPLICAR SOBRE O MENSALÃO TUCANO EM SÃO PAULO

No ninho tucano é pena pra todo lado


Conselho de Ética da Assembleia Legislativa de SP analisa denúncia de vendas de emendas em sessão tumultuada

Elaine Patricia Cruz

Repórter da Agência Brasil

São Paulo - O Conselho de Ética da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), que apura denúncias feitas pelo deputado estadual Roque Barbieri (PTB) sobre a existência de um esquema de venda de emendas por deputados paulistas, decidiu hoje (6) convidar o secretário estadual de Meio Ambiente, Bruno Covas, para prestar esclarecimentos sobre o caso. O conselho espera que o deputado licenciado Bruno Covas esclareça as declarações que deu ao jornal O Estado de S. Paulo nas quais diz que um prefeito lhe ofereceu propina após a aprovação de uma emenda parlamentar.

Por que Rede Globo, Folha, Estadão querem varrer a sujeira do emenduto de Geraldo Alckmin para debaixo do tapete?

Meus amigos e amigas é assim que funciona, quando a denúncia é grave do lado de lá, Rede Globo, Veja, Folha, Estadão, fazem de conta que não viram. E tentam logo esmaecer a denúncia para que que fira mortalmente os seus candidatos. 

Realmente se essa imprensa suja não se mover, esse escândalo será jogado debaixo do tapete da incompetência e da corrupção tucana em São Paulo. 

São Paulo se tornou uma trincheira dessa mídia partidarizada, que bloqueia todo o tipo de denúncia e escândalos. E parece que por lá, parte da justiça paulista está dominada, porque tudo é engavetado, nada de CPI, nada de investigação. 

E os tucanos podem se apresentar como os paladinos da ética e da moral, sem ser questionados por essa mídia que quer faxina no Brasil, mas esquece que São Paulo faz parte do Brasil e é governado por um mesmo  grupo político há vinte anos. 

Observatório da imprensa.

Sem imprensa, a pizza irá ao forno
Por Luciano Martins Costa em 07/10/2011 na edição 662

Comentário para o programa radiofônico do OI, 7/10/2011


A quem interessa investigar a denúncia do deputado estadual paulista Roque Barbiere, que tornou público um esquema de pagamento de propinas a deputados em troca de emendas ao orçamento do estado de São Paulo? Qualquer cidadão mais ou menos familiarizado com o cenário político-partidário responderia que tal movimento interessaria aos adversários do governador Geraldo Alckmin, porque, se os recursos saem do erário, cabe ao Executivo zelar por sua correta aplicação.

Geraldo Alkmin já tem o seu Jefferson, agora falta revelar quem gerencia o emenduto

Líder compara seu afilhado a Jefferson
O Estado de S. Paulo - 07/10/2011

Homenageado pelo Ministério Público, Campos Machado blinda o autor das denúncias na Casa
Irritado com a insistência de deputados da base e da oposição para que fossem lidas publicamente as explicações de Roque Barbiere (PTB), que considerou um prejulgamento a respeito do deputado, o líder petebista, Campos Machado, comparou o pivô das acusações de venda de emendas na Assembleia ao presidente nacional de seu partido e deputado cassado, Roberto Jefferson.

Entenda o emendoduto de Geraldo Alkmin.



DISPUTA POR VERBA É ESTOPIM DO ESCÂNDALO DAS EMENDAS

DISPUTA POR VERBA EM BASE ELEITORAL DEFLAGROU CRISE DAS EMENDAS PAULISTAS

O Estado de S. Paulo - 07/10/2011

Deputado Barbiere denunciou esquema depois que bancada evangélica investiu em seu reduto eleitoral

"Por que será que Geraldo Alckmin se manifesta com tanta veemência se eu não os acusei?

"No mínimo o governo deveria pensar: "por que será que um deputado que nos apoia com tanta lealdade e por tanto tempo está perguntando isso?" Por que o governo não me ligou e perguntou? Pode até ser que esqueceram. O que não pode é tentar me fazer passar por mentiroso e dizer que não os alertei."

Barbiere se recusa a dar nomes e agora ameaça governo
O Estado de S. Paulo - 07/10/2011

Pivô das acusações de venda de emendas na Assembleia, Roque Barbiere (PTB) não revelou ao Conselho de Ética nomes de deputados que estariam exercendo a prática, mas confrontou o governo estadual no documento que enviou ao órgão e que foi lido ontem. Um dia antes, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) cobrara Barbiere publicamente e apelara a seu "dever público".