Por Luis Moreira de Oliveira Filho
Com a conversão do imperador Constantino ao cristianismo no século IV (Edicto de Milão, 313 d.C.) e o Concílio de Niceia (325 d.C.), a fé cristã deixou de ser perseguida para tornar-se religião oficial do Império Romano.
A partir daí:
- A Igreja funde-se ao Estado, ganha autoridade civil e poder
militar.
- O papado se fortalece como figura de supremacia espiritual e
política no Ocidente.
- As dissidências (como os
gnósticos, os cátaros, os valdenses, depois os protestantes) passam a ser
tratadas como heresia, crime e
ameaça ao poder constituído.
A religião deixou de ser vivência
espiritual para se tornar instrumento
de controle social e político.