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segunda-feira, 29 de julho de 2013

Você é a favor do projeto de Lei nº 2607/2011 que isenta professores da rede pública de ensino do imposto de renda?

Isenção de Imposto de Renda sobre remuneração de professores por Ronilson Paz. 


Está em análise na Câmara o Projeto de Lei nº 2607/2011, do deputado Felipe Bornier (PSD-RJ), que concede isenção do Imposto de Renda sobre a remuneração de professores, nas condições que estabelece. De acordo com a proposta, para ser beneficiado, o profissional precisa estar em efetivo exercício na Rede Pública de Educação Infantil, Fundamental, Média e Superior.
 
O Projeto de Lei nº 2.607/2011 inclui, ao art. 6º, da Lei nº 7.713, de 22 de dezembro de 1988, que altera a legislação do imposto de renda e dá outras providências, o seguinte inciso:

XXIII - Os valores recebidos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, a título de remuneração, quando o beneficiário for professor lotado e em efetivo exercício na rede pública de educação infantil, fundamental, média e superior.
  
A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pela Comissão de Finanças e Tributação e pela 
Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
 
Para conhecer o inteiro teor do Projeto de Lei nº 2.607/2011 clique aqui.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Desafio do governo Dilma, um tablet por aluno. O que você acha?

Um tablet por um aluno deverá ser um grande desafio para esse governo em todos os sentidos, quando do outro lado da educação, percebe-se a desvalorização profissional do magistério. 

A depender de salários baixos, o país terá em curtíssimo tempo um "apagão" de professores e professores, em que área das ciências da natureza já apresenta carência de professores. 

A despeito desses problemas, defendo a inserção dos tablets  nas escolas, mas construindo uma metodologia que coloque os alunos como produtores de conhecimentos, como pesquisadores de fato, não apenas como reprodutores do conhecimento historicamente construído. 

Precisa-se investir principalmente na formação de professores e um projeto pedagógico que contemple novos processos de ensinar e de aprender, onde o aprender fazendo seja mais efetivado na maior parte do planejamento pedagógico. 

2012 já começa com uma ideia

Aloizio Mercadante, nome certo na reforma ministerial que Dilma fará em janeiro, tem uma missão: um tablet por aluno


Leonardo Attuch - 247 

Enquanto Dilma Rousseff descansa na Base Naval de Aratu, na Bahia, e monitora as ações do governo federal pelo seu iPad, Brasília se movimenta com as especulações em torno da reforma ministerial. Quem entra? Quem sai? Até agora, o único movimento já anunciado é a substituição de Fernando Haddad, candidato à Prefeitura de São Paulo, por Aloizio Mercadante, na Educação. E este chega com uma missão: a de iniciar uma revolução nas salas de aula, que pode colocar um tablet nas mãos de cada aluno da rede pública de ensino.

sábado, 3 de setembro de 2011

“A classe dominante não tem interesse em mudar a educação”

Triste dos  governantes que usam o poder para desconstruir a imagem do professor. Triste país, onde os seus governantes não têm como prioridade a educação pública de seu povo. 

E a companheira Camila Vallejo acerta quando diz: a classe dominante não tem interesse em mudar a educação. E vou mais além, o que se tem é uma pobre educação pobre. O que se tem são migalhas de educação pública para os filhos dos trabalhadores. 

E só podemos pensar em melhorar a educação pública com a valorização do magistério e a profissionalização dos professores. 

CID, infelizmente, não está cumprindo a sua promessa de campanha de que a educação pública seria prioridade. E qualquer mudança na educação tem que começar pelos professores e não com recursos materiais. 



O peso de seus argumentos em programas de televisão, a clareza de suas intervenções diante das autoridades que dobram sua idade e a capacidade inata de aglutinar as massas, converteram-a na líder mais visível deste movimento que já derrubou um ministro e jogou o governo de Sebastián Piñera nas cordas. Usando um jeans surrado, um lenço artesanal no pescoço, um piercing no nariz e esse olhar que esconde uma das mentes políticas mais brilhantes que apareceram no Chile nos últimos anos, Camila Vallejo concedeu uma entrevista exclusiva a Christian Palma, correspondente da Carta Maior em Santiago do Chile.

Christian Palma - Correspondente da Carta Maior em Santiago - @chripalma