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quarta-feira, 25 de junho de 2014

Copa no Brasil: quem vai pagar por este prejuízo provocado pela Rede Globo e assemelhados?

 
Fomos retratados como um povo de vagabundos, incompetentes, imprestáveis, corruptos, incapazes de organizar um evento deste porte. 
O maior legado da Copa é a força do povo
por Ricardo Kotscho, no seu Balaio
Faz duas semanas, deixei um país em guerra, afundado nas mais apocalípticas previsões, e desembarquei agora noutro, na volta, bem diferente, sem ter saído do Brasil. Durante meses, fomos submetidos a um massacre midiático sem precedentes, anunciando o caos na Copa do Fim do Mundo.

domingo, 26 de janeiro de 2014

Por que os coxinhas são contra a Copa?



Paz e bem! Olá amigos(as), por gentileza, façam a leitura deste texto de Carta Maior. Vamos fazer as perguntas fundamentais sobre o momento vivido por este país (pré-copa). Vai ter Copa: argumentos para enfrentar quem torce contra o Brasil Vai ter Copa: argumentos para enfrentar quem torce contra o Brasil Como a desinformação alimenta o festival de besteiras ditas contra a Copa do Mundo de Futebol no Brasil.Profetas do pânico: os gupos que patrocinam a campanha anticopa Existe uma campanha orquestrada contra a Copa do Mundo no Brasil. A torcida para que as coisas deem errado é pequena, mas é barulhenta e até agora tem sido muito bem sucedida em queimar o filme do evento. Tiveram, para isso, uma mãozinha de alguns governos, como o do estado do Paraná e da prefeitura de Curitiba, que deram o pior de todos exemplos ao abandonarem seus compromissos com as obras da Arena da Baixada, praticamente comprometida como sede. Leia o texto completo aqui 

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Por que a Copa do Mundo incomoda?

Copa do Mundo incomoda muita gente...

Por Flávio Aguiar, na Rede Brasil Atual:
O irrequieto sr. Blatter, do alto da montanha suíça onde vive e que não perde oportunidade para não ficar quieto, acusou o Brasil de ser o país que mais atrasou as obras da Copa do Mundo.

Pode-se dizer que ele deu, no plano internacional, o pontapé inicial do que vai ser o jogo do ano de 2014. Do jogo fora das quatro linhas, bem entendido. Porque dentro e fora dos gramados, a Copa do Mundo no Brasil incomoda muita gente, como dizia aquela musiquinha de infância sobre os elefantes.

Não se deixe manipular pelos hipócritas raivosos. A torcida organizada não é fracasso da Copa, mas pelo fracasso do Brasil.

Torcida organizada pelo fracasso da Copa

Por Paulo Moreira Leite, em seu blog:
Acabo de ler um desses panfletos eletrônicos da campanha contra a Copa de 2014.

Procuram atemorizar o turista dizendo que somos um dos países com maiores índices de assassinato do mundo. Também temos uma polícia extremamente violenta. Também temos uma educação ruim, uma saúde pública péssima, um transporte urbano idem.

São problemas reais, é óbvio. Mas a atitude é de torcida organizada pelo fracasso. Não se procura fazer um debate racional para encontrar soluções e alternativas. O esforço é produzir um fiasco inesquecível, atitude que só prejudica o Brasil.
O nome disso é guerra psicológica. Não é um movimento pela razão mas que procura a política pela emoção.

Janio de Freitas escreveu um artigo de mestre a respeito, na Folha de ontem. Quero abordar alguns aspectos do mesmo tema.
 
Teremos muita guerra psicológica, em 2014, para que, justamente no país do futebol, a Copa do Mundo venha a se tornar um problema político.

Josep Blatter, o presidente da FIFA, será endeusado quando começar a falar mal do governo federal. Vai passar de demônio a santo em 24 horas. Será por isso que ele já começou a fazer críticas ao governo brasileiro? Justo quem.

Olhando a situação com frieza, o ambiente não deveria ser este.

Começando pelo futebol pois, salvo segundo aviso, é disso que se trata.

A verdade é que, ao contrário do que se anunciou durante todos estes anos, os estádios – novos e reformados – vão ficar prontos no prazo necessário para os jogos.

São estádios modernos, seguros, confortáveis. Depois que entrarem em uso regular, a ocorrência de tragédias como a de Joinville e outras cenas de violência que marcam os campeonatos tradicionais.

Só para dar um pouco de realidade ao debate. Compare as obras da Copa com o Metrô paulista, por exemplo.

Tudo aquilo que se diz contra os estádios se demonstra - até com ajuda da Justiça Suíça - no metrô paulista. Os atrasos duram anos. O superfaturamento bate recordes. E então? Cadê a indignação?

Quando o Brasil ganhou o direito de organizar a Copa, o país fez uma festa. Quem não gostou da ideia ficou em silêncio.

Alguém disputou a eleição de 2010 falando mal da Copa? Não me lembro. Nem candidato a síndico de prédio se atrevia a tanto.

Salvo casos patológicos de desprezo pelas necessidades da maioria da população, quem não queria a Copa como proposta esportiva, dizendo que o país teria outras prioridades - esta era minha opinião na
época - admitia a vantagem keynesiana. Era uma forma de apontar uma perspectiva de investimentos em larga escala, no país inteiro, nos anos seguintes.
 
Depois da crise mundial de 2008, quando o capitalismo entrou em depressão em escala mundial, a Copa de 2014 se tornou uma benção em vários lugares. Ajudou a manter o crescimento e o emprego de quem não teria outra chance de arrumar trabalho.

Na dúvida, dê uma volta no país e converse com pessoas da vida real.

O problema é a psicologia.

A maioria dos brasileiros concorda - racionalmente, com base em dados objetivos e também por experiência própria - que poucas vezes se trabalhou com tanto empenho para distribuir a renda e melhorar a vida dos mais pobres como aconteceu depois da chegada de Lula no Planalto.
Neste ponto, é um governo de valor histórico.

A terapia emocional de massas quer nos convencer do contrário. Embora tenha chegado ao Planalto em 2003, procura-se criminalizar o condomínio Lula-Dilma pela omissão de seus adversários ao longo da história.

É por isso que se fala muito do futebol.
E procura-se esconder o drama do metrô. Aliás: deu para notar que os atrasos do metrô geram menos protesto do que as críticas a demora relativa nas obras da Copa?

Qual é mesmo prioridade?

O esforço da terapia é esse: mudar prioridades sociais e transformar a Copa num drama político.

Adversário de tantas ditaduras do século XX, David Rousset deixou uma frase muito útil para se enfrentar grandes operações contra as democracias:

- As pessoas normais não sabem que tudo é possível.

A torcida organizada não é pelo fracasso da Copa, mas pelo fracasso do Brasil e por tabela, o fracasso do governo Dilma.

Torcida organizada pelo fracasso da Copa

Por Paulo Moreira Leite, em seu blog:
Acabo de ler um desses panfletos eletrônicos da campanha contra a Copa de 2014.

Procuram atemorizar o turista dizendo que somos um dos países com maiores índices de assassinato do mundo. Também temos uma polícia extremamente violenta. Também temos uma educação ruim, uma saúde pública péssima, um transporte urbano idem.

domingo, 5 de janeiro de 2014

Copa 2014 trará R$ 142 bilhões ao Brasil e serão gerados 3,63 milhões de empregos,


Foto: Amigos(as), 
Esse informação não passará na Rede Globo, Band, Veja, Folha, mas a Época do grupo Globo a informação de que a Copa 2014 trará R$ 142 bilhões ao Brasil.   Eles não podem mentir para os investidores e empresários porque são eles anunciam (fazem publicidade dos seus produtos na velha mídia). 

Copa 2014 trará R$ 142 bilhões ao Brasil
Serão gerados 3,63 milhões de empregos, diz estudo feito pela Ernst & Young em parceria com a FGV
Elisa Campos

Wikimedia Commons
Estádio do Maracanã: investimentos para garantir a infraestrutura da Copa devem chegar a R$ 22,46 bilhões

Mais do que um campeonato internacional, a Copa do Mundo de 2014 irá mudar a cara do Brasil nos próximos anos. E não apenas das 12 cidades-sede. O mundial deve injetar R$ 142 bilhões na economia brasileira de 2010 a 2014, segundo o estudo Brasil Sustentável - impactos sócio-econômicos da Copa do Mundo de 2014, realizado pela consultoria Ernst & Young em parceria com a Fundação Getúlio Vargas. A avalanche de recursos irá criar 3,63 milhões de empregos, além de adicionar R$ 63,48 bilhões à renda da população.

Somente em investimentos para garantir a infraestrutura e a organização do campeonato serão gastos R$ 22,46 bilhões. O setor de mídia será o que demandará mais recursos, R$ 6,5 bilhões. Na seqüência, aparecem os gastos com a construção de estádios (R$ 4,6 bilhões), parque hoteleiro (R$ 3,16 bilhões), segurança (R$ 1,7 bilhão) e Tecnologia da Informação (R$ 309 milhões).

Para coordenar tamanho empreendimento, o Brasil precisará de muito planejamento. “Este é um desafio inédito para o país. Será necessário muita governança, gestão, monitoramento, controle e transparência”, afirma José Carlos Pinto, sócio de assessoria de riscos da Ernst & Young. 
http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,ERT149593-16357,00.html  
Amigos(as), Esse informação não passará na Rede Globo, Band, Veja, Folha, mas a Época do grupo Globo a informação de que a Copa 2014 trará R$ 142 bilhões ao Brasil. 

Eles não podem mentir para os investidores e empresários porque são eles anunciam (fazem publicidade dos seus produtos na velha mídia).