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domingo, 4 de janeiro de 2026

Quem é o plano A e plano B dos EUA na Venezuela? Será que o povo revolucionário da Venezuela vai concordar com estes planos?

Olá, vale conferir abaixo o vídeo - analista da CIA revela planos A E B para a Venezuela.  Muita atenção no comportamento e nas falas da Vice-presidente. Nesse momento, ninguém sabe quem são os generais traidores e os generais leais ao governo Maduro. Segundo a fala do ex-analista da CIA, o objetivo é manter a vice-presidente no comando da Venezuela, desde que ela faça exatamente os desejos dos EUA, ou seja, a entrega do petróleo. 

Então, segundo o plano dos EUA é manter a vice-presidente como governo fantoche e aos poucos expurgar os generais leais e em seguida colocar uma pessoa de confiança do império. 

 

Vivemos tempos de guerras híbridas e disputas geopolíticas permanentes. E, como sempre acontece nesses contextos, a maior vítima é a verdade. Por isso, tudo o que se ouve neste vídeo, principalmente sobre as declarações e afirmações atribuídas a um ex-analista ligado à CIA deve ser recebido com espírito crítico e saudável desconfiança.

O grande desafio é unir os fios dessa trama complexa, que envolve o sequestro de um presidente e de sua esposa, sob a justificativa oficial de combate ao narcotráfico, mas que pode esconder um objetivo muito mais profundo: o controle e a pilhagem das riquezas de um país estratégico.

Ainda assim, é possível concordar com um ponto central: parte significativa do entorno de Nicolás Maduro pode hoje integrar, direta ou indiretamente, a folha de pagamento dos Estados Unidos, por meio de operações da CIA. Trata-se de um investimento milionário na compra de lealdades de altos funcionários do governo venezuelano, o que pode incluir generais e até membros da guarda responsável pela segurança presidencial.

Vale lembrar que Donald Trump declarou publicamente a presença da CIA na Venezuela e elevou a recompensa por informações que levassem à captura de Maduro para 50 milhões de dólares. Diante disso, é difícil acreditar que o sequestro do presidente tenha sido fruto do acaso ou de uma simples oportunidade. Tudo indica uma operação cuidadosamente planejada, irrigada por dólares e sustentada pela cooptação de setores do alto escalão militar.

Nesse sentido, não estamos vendo império que detonou todo o direito internacional que luta ferozmente para manter o dólar como instrumento de dominação no mundo nas relações internacionais. 

Pascal Lottaz faz excelentes perguntas e tece excelentes comentários e Ron Aledo, oficial aposentado dos EUA faz suas narrativas que devem ser refletidas. No entanto, ele expõe as vísceras na atuação da CIA, inteligência, etc., com bases, segundo ele, em fontes abertas. 

Ele diz claramente que até vice-presidente da Venezuela pode estar na folha de pagamento da folha da CIA, muitos militares venezuelanos. 

Ou seja, segundo ele a mensagem dos EUA: trabalhe conosco, você será bem remunerado. E a colaboração de parte de funcionários do governo dos EUA facilitou a operação, ou seja, nenhum helicóptero foi abatido. 

Portanto, mais do que aceitar narrativas prontas, seja a versão oficial, seja a de ex-agentes de inteligência, é fundamental questionar: a chamada “apreensão de drogas” não seria apenas uma cortina de fumaça? Estaríamos diante de uma tentativa desesperada de preservar interesses econômicos globais, como o petrodólar, a qualquer custo?

Em tempos como estes, desconfiar não é paranoia: é método.

Síntese das falas da entrevista (ex-analista ligado à CIA)

  • O entrevistado afirma que mudanças abruptas de regime não acontecem por acaso, mas resultam de operações longamente planejadas pelos serviços de inteligência, especialmente quando envolvem países estratégicos.

  • Segundo ele, a CIA trabalha prioritariamente na compra de lealdades, e não em confrontos diretos. O método central seria cooptar altos oficiais militares e políticos, garantindo que, no momento decisivo, o regime simplesmente “desmorone por dentro”.

  • No caso da Venezuela, sustenta que parte significativa do alto comando militar já estaria comprometida financeiramente com os EUA, incluindo generais e setores responsáveis pela segurança presidencial.

  • A narrativa oficial de combate ao narcotráfico é apresentada como instrumento jurídico e midiático, usado para legitimar ações internacionais que, na prática, teriam objetivos geopolíticos e econômicos mais amplos.

  • O entrevistado afirma que o aumento da recompensa por Nicolás Maduro não é simbólico, mas um sinal direto de que negociações e traições internas já estavam em curso.

  • Defende que a captura ou neutralização de lideranças políticas só ocorre quando as forças encarregadas de protegê-las deixam de agir, o que indicaria acordos prévios e pagamentos substanciais.

  • Por fim, sustenta que a operação não visa apenas a Venezuela, mas está inserida em uma disputa maior relacionada a energia, controle regional e preservação da ordem financeira internacional, com destaque para o papel do petróleo.

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