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terça-feira, 24 de maio de 2016

New York Times: áudio sugere trama para derrubar presidente brasileira

New York Times: áudio sugere trama para derrubar presidente brasileira
Agência Brasil
O presidente interino do Brasil, Michel Temer, na segunda-feira (23), sofreu um grande revés em sua campanha para se firmar como líder do país. Um relatório com gravações foi divulgado e sugere que um de seus ministros havia conspirado para barrar a enorme investigação de corrupção na Petrobras, usando para isso o impeachment da presidente Dilma Rousseff. - Vermelho

O ministro, Romero Jucá, um líder influente no Partido do Movimento Democrático Brasileiro, ou PMDB, embora negando as acusações de irregularidades, disse que deixaria o cargo na terça-feira (24) e retornaria ao Senado. No começo do dia, o jornal brasileiro Folha de S. Paulo publicou trechos de uma conversa gravada entre o Sr. Jucá e um executivo. O áudio indica que eles estavam tentando impedir a investigação.

Sr. Temer assumiu temporariamente a presidência em 12 de maio, depois que Dilma foi suspensa por até 180 dias, após uma votação no Senado do país, tendo início um processo de impeachment contra ela.

Ele substituiu o gabinete inteiro, procurando ganhar a confiança dos investidores brasileiros, confiança de que ele poderia encontrar uma maneira de sair da pior crise econômica do país em décadas. No entanto, ele nomeou muitos ministros já enredados em investigações de corrupção.

As novas acusações levantam mais perguntas sobre os motivos por trás da unidade contra Dilma.
De acordo com a Folha de S. Paulo, o Sr. Jucá falou com Sergio Machado, o ex-presidente da Transpetro, subsidiária da Petrobras.

As gravações, de uma conversa entre eles, ocorrida em março, sugerem que o Sr. Jucá articulou um acordo com o objetivo de impedir e possivelmente até mesmo parar a investigação. Houve também uma sugestão de que o impeachment pode ter sido parte desse plano.

Em um trecho, o Sr. Machado fez referência ao seu desejo de obter "a saída de Dilma."

Depois disso, ele disse que o Sr. Temer "formaria um governo de unidade nacional, faria um acordo importante, protegeria Lula e protegeria a todos. Este país voltaria a ser calmo". Lula é Luiz Inácio Lula da Silva, antecessor e mentor de Dilma, e um dos fundadores de seu Partido dos Trabalhadores.

Mr. Jucá, em seguida, respondeu: "Eu acho que tem que haver um pacto."

Lula, embora não seja mais a figura extremamente popular que já foi, tem sido capaz de cultivar relacionamentos com membros do Congresso.

Na verdade, foi sua decisão, enquanto presidente, de forjar uma aliança governista com o PMDB e evitar a reforma política, que ajudou a dar mais poder ao PMDB, o que acabaria por levar à suspensão de Dilma.

New York Times

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