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sexta-feira, 7 de agosto de 2009

O SERRAPEDÁGIO QUER FUGIR DA ELEIÇÃO PLEBISCITÁRIA


Caríssimos,

Na eleição de 2006 Cristóvam Buarque e Heloisa Helensa se prestaram ao papel feio dos bons moços contra o Lula, esquecendo que o adversário das conquistas progressistas deste país era o tal do Geraldo que o eleitor brasileiro nem se lembra mais.

Agora o Serrapedágio quer usar como escada a gloriosa senadora Marina Silva que tem uma biografia que transcende os muros tuipiniquins. Ela já fez isso com a burrona da Sonsinha, opa Soninha que virou uma pseudo demo-tucana com cargo de confiança na prefeitura, isso porque o tal do PPS já era.

Vejam o que diz o blog BRASIL BRASIL

Os tucanos em ação: a Senadora Marina silva foi procurada pelo PV para candidatar-se a Presidência da Republica, a Senadora agradeceu e deixou o assunto para depois. A tentativa do PV mostra o desespero tucano para 2010, a eleição vai ser plebicitária e a digna Senadora estaria sendo usada para afastar, ou dar um “ar” eleitoral normal do provável plebiscito de 2010, Dilma X SerraX Lula X FHC será pano de frente da opereta. Marina de boba não tem nada, vai pular fora do barco, mas não custa esperar um “poquito” mais!
O Serrapedágio além de controlar a mídia demo-tucana com a Folha e Rede Globo quer utilizar a Marina para fugir do plebiscito. Espero que a gloriosa Marina Silva não entre nesta roubada. O Noblat e outros capatazes da mídia demo-tucana já estão comemorando.

ELITE COM PENSAMENTO COLONIALISTA

Caríssimos,
Existe uma elite articulada com a mídia demo-tucana com o pensamento colonialista. Eles gostam de adualar os americanos e seus generais, primeiro porque os seus filhos conhecem cidades americanas e sabem pouca coisa do que está acontecendo a este país.
Vejam o texto abaixo do blog fazendo media e tire as suas conclusões.
Jornalismo lambe-botas
Por Marcelo Salles, 06.08.2009


Tem gente que acha que é conto da carochinha. Ou que a gente exagera. Pois na noite desta quarta-feira, dia 5 de agosto de 2009, a TV Globo e William Waack mostraram que não. Poucas vezes vi uma matéria tão subserviente ao imperialismo. Poucas vezes um jornalista se curvou tanto. Se é que se pode usar o termo; jornalista, pra mim, é outra coisa. Na verdade, faltou pouco pro WW pedir um autógrafo ao general estadunidense. É realmente lamentável a cena. O apresentador (este sim, um termo mais apropriado) que enche a boca para esculhambar trabalhadores e favelados brasileiros, se derrete todinho para o assessor de Obama. Olheiras, talvez de quem não tenha dormido pensando na entrevista, perguntinhas vagabundas e, no final, um sorriso emocionado, agradecendo a oportunidade pelo momento. E tudo falado em inglês, claro, a língua do dominador.

A matéria propriamente dita (leia/assista aqui) faz parecer um grandissíssimo negócio permitir que os EUA explorem o pré-sal brasileiro, avaliado na ordem de trilhões de dólares. Em troca, receberíamos ajuda militar. Que grande bênção! Waack, por exemplo, descreve os marines como “a tropa mais aguerrida dos EUA”. Que o digam os civis iraquianos mutilados de hoje, ou os vietnamitas de ontem…

O WW ainda arruma espaço para atacar Hugo Chávez, fingindo esquecer que não foi um país chamado Venezuela quem apoiou uma ditadura sangrenta que sequestrou, torturou e matou milhares de brasileiros.

Só mesmo num país controlado por uma ditadura midiática matérias como essa vão ao ar impunemente. Um verdadeiro atentado à memória das vítimas dos anos de chumbo. Uma agressão à inteligência do telespectador. Um desserviço à sociedade.

Não é possível que o Brasil, país com 191 milhões de habitantes, continue sendo controlado pela SS, a Sociedade Sinistra que congrega Globo, RedeTV, Band, Gazeta, SBT e Record. Não é possível que apenas uma delas detenha metade da audiência e 70% das verbas publicitárias. E que justamente essa faça propaganda deliberada do imperialismo, da exploração das riquezas do país.

Estas emissoras precisam ser destruídas. Não têm nenhum compromisso com o povo brasileiro, esse, sim, único e legítimo dono das concessões públicas de radiodifusão. O modelo de sociedade defendido pelas corporações de mídia é perverso, como explica o geógrafo Milton Santos, fundado na tirania da informação e do dinheiro, na competitividade, na confusão dos espíritos e na violência estrutural, acarretando o desfalecimento da política feita pelo Estado e a imposição de uma política comandada pelas empresas. Este sistema precisa ser destruído!

Em seu lugar devemos construir uma outra comunicação, que promova a elevação cultural, que eduque, que respeite os seres humanos e que esteja ao lado do povo na defesa de suas riquezas, de seu trabalho, de sua vida. E que jamais se curve frente aos generais do Império!

A INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA FOI NA ONDA DA MÍDIA DEMO-TUCANA.


Caríssimos,

É claro que vivemos o tempo de economia globalizada, onde os problemas deixam de ser locais para serem globais. Estamos de certa forma ligados. Por outro é preciso peceber que a crise mostrou que o Brasil é menos dependente do seu grande "irmão branco".

Não obstante necessário é imperioso concordar com o presidente Lula que as decisões das montadoras instaladas no Brasil foram vergonhosas durante a crise. Foram decisões que demonstram ou falta de conhecimento da economia brasileiro e das potencialidades deste país, ou falta de compromissso com este país, apesar de seus compromissos serem com seus países de origem.
Na realidade, crise deste tipo conseguem separar os homens dos meninos e os executivos das empresas automobilísticas demonstraram não ter sabedoria no mínimo (saber pensar e saber agir). Foram na onda da mídia demo-tucana deste país que também não tem compromisso com este país, a não ser com os seus interesses.

Veja a admoestação que Lula passou nos executivos das montadoras aqui - Crise: Lula diz que indústria automobilística foi uma vergonha.

Digo novamente: quem for na onda demo-tucana (Globo, Folha, Estadão, Veja e assemelhados) vai quebrar a cara.

Todos sabem que mídia demo-tucana quer eleger o Serra a todo custo, nem que seja para quebrar o Brasil como fez para reeleger o FHC.

Em 1998 quando o Brasil já estava quebrado e tinha que fazer ajustes no câmbio a mídia demo-tucana fez de quem conta que não existia eleição. Escondeu todos os problemas do Brasil para o povo, até que o FHC tinha que fazer os reajustes no câmbio, como fez depois da reeleição.

Lembram-se que o FHC acusava o Lula de que este faria a desvalorização do Real. Os demo-tucanos como Serra e FHC, definitivamente, dificilmente não podem ser levado a sério a aqui no Ceará tem meia dúzia que fazem questão de pagar cem mil reais para ouvir as asneiras deste pobre coitado que já entrou na história brasileira como o grande entreguista e traidor da soberania brasileira.

domingo, 2 de agosto de 2009

O SILÊNCIO "MILITANTE" DA MÍDIA

Caríssimos,
O texto abaixo retrata o lado partidário explícito da mídia. Folha de São Paulo não esconde mais que quer eleger o Serra a todo o custo. A Rede Globo através do jornal nacional é um instrumento ainda poderoso para criar crises no país. O Sarney que foi um grande serviçal da Rede Globo está pagando caro por ser aliado do governo Lula. Só tenho uma curiosidade: por que o PT não entra com representação contra o hipócrita tucano Artur Vigílio.

Do Blog Vi o Mundo de Azenha.

Maurício Caleiro: "o siêncio militante" da mídia.

Atualizado em 01 de agosto de 2009 às 23:12 | Publicado em 01 de agosto de 2009 às 19:48

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DILMA EM WASHINGTON
A manchete que a imprensa escondeu

Por Maurício Caleiro - em 28/7/2009 - no Observatório da Imprensa


Imagine o seguinte acontecimento: dois ministros de Estado de um grande país latino-americano – um deles candidato a presidente nas próximas eleições – viajam a Washington para um fórum econômico de cúpula que reúne os assessores para Segurança Nacional dos EUA, Jim Jones, e o para Assuntos Econômicos Internacionais, Michael Froman, além de 20 representantes de algumas das maiores empresas e grupos financeiros dos dois países, como Coca-Cola, Motorola, Cargill e Citibank. O presidente norte-americano Barack Obama decide prestigiar o evento, dele tomando parte por cerca de meia hora.

À saída, não apenas o ministro-candidato anuncia o "forte apoio" de Obama à intensificação do comércio entre os dois países e ao combate mútuo ao protecionismo, mas o próprio presidente dos Estados Unidos, que a princípio não deveria se pronunciar (na verdade, sequer costuma participar de reuniões desse tipo), faz questão de dar uma declaração, na qual enfatiza a importância da relação bilateral entre os dois países.

Desnecessário dizer que, em linguagem diplomática, o "gesto espontâneo" de Obama tem significado claro: sinaliza a primazia do tal país latino-americano como parceiro regional. Como a confirmar tal significado, ato contínuo o influente Council on Foreign Relations divulga nota em que sugere olhar o tal país latino-americano "como intermediário em questões de segurança regional", pois ele "está aprendendo a equilibrar diplomacia comercial e política de modo sem precedentes".

No dia seguinte, obviamente, o assunto domina as manchetes dos grandes jornais e é explorado à exaustão pelo noticiário televisivo do país latino-americano. Nas edições imediatamente seguintes, economistas, cientistas políticos e experts em profusão debatem as implicações, imediatas e a médio prazo, do encontro de cúpula em Washington, avalizado por ninguém menos do que o presidente da (ainda) maior potência mundial.

A imprensa descompromissada

Acontece que o país latino-americano em questão é o Brasil, um lugar em que a imprensa, em sua maioria, tem simplesmente abdicado de seu papel de informar e questionar, preferindo agir como partido político. Para piorar, liderou a missão brasileira em Washington a ministra-candidata Dilma Rousseff, contra quem até fichas policiais falsas foram utilizadas na tentativa de infamá-la. Portanto, ao invés de manchetes, esquálidos parágrafos; no lugar de debates, um epifânico silêncio. A se basear na "grande imprensa" nativa, é quase como se os desdobramentos surpreendentemente positivos do Fórum de CEOs Brasil-EUA da segunda-feira, 21 de julho, não tivessem ocorrido.

Mas, além da imprensa norte-americana – que publicou dezenas de artigos e análises sobre o encontro –, boa parte da mídia internacional demonstrou-se muito mais atenta ao caso, fornecendo até detalhes do evento e estendendo a cobertura aos encontros de Dilma com o secretário do Tesouro norte-americano, Tim Geithner, com o assessor econômico de Obama, Larry Summers, e com o secretário de Comércio, Gary Locke, este ocorrido no encontro entre as Câmaras de Comércio dos dois países, pela ministra coordenado.

A imprensa latino-americana, em especial, revelou-se muito mais interesse do que os jornais brasileiros. O DiarioCritico, do México, publica uma alentada reportagem, com farta informação e direito a foto da ministra; o Buenos Aires Herald chega a ser mais específico, assinalando que "os CEOs recomendaram que os EUA eliminassem suas tarifas para importação do etanol, mudança que beneficiaria o Brasil, mas que enfrenta grande oposição dos plantadores de milho norte-americanos". De acordo com a agência de notícias Ansa Latina, um porta-voz norte-americano teria declarado que "Washington e Brasilia nunca tiveram uma relação tão `forte´ e que isso se deve à afinidade de opiniões entre os mandatários".

A declaração de Dilma Rousseff de que ambos países devem trabalhar com "ênfase especial" em áreas relacionadas a biocombustíveis e cooperação científica e tecnológica foi destacada em matéria do site Mendonza On Line, que também ouviu o secretário de Comércio Locke. Ele, por sua vez, ressaltou a "sociedade" entre os dos países, em particular para incentivar investimentos privados no Haiti e em várias nações africanas. Até a imprensa de países que não estão sequer na esfera geopolítica do tema, como França e Alemanha, deram mais atenção à cúpula do que a imprensa brasileira. O site informativo francês Autorecrute salientou na cobertura que "O comércio bilateral entre Estados Unidos e Brasil aumentou para 63,4 bilhões de dólares em 2008". Pelo jeito, atingimos um ponto em que, por vezes, devido a interesses essencialmente políticos, a mídia mundial interessa-se mais por questões brasileiras do que a própria mídia nativa...

Desinteresse ostensivo

No Brasil, o desinteresse foi ostensivo, Nos jornalões, nenhuma manchete de capa. Fotos? A única que este observador deve a oportunidade de ver – autêntica, e não referente ao encontro anterior entre Obama e Dilma, em que a ministra era parte da entourage de Lula, e que foi utilizada para ilustrar diversas matérias internacionais – estava, um tanto surpreendentemente, no portal Yahoo. O Estado de S.Paulo e os menos prestigiados Diário do Comércio e Correio do Povo ainda produziram uma matéria de uma lauda cada um, escondidas longe das manchetes.

A cobertura mais ardilosa foi, uma vez mais, da Folha de S.Paulo, que se valeu de um expediente editorial que se tem tornado recorrente no jornal quando quer "esconder" uma notícia: utilizar títulos que simplesmente não permitem ao leitor correlacioná-los ao tema que tratam.

Desta vez, a titulagem não dá a mínima margem para que o leitor adivinhe que a matéria é sobre o evento de comércio binacional: "Petrobras pode assumir todos os blocos do pré-sal, diz Dilma". O texto do usualmente bem informado e eclético Sérgio Dávila é um primor de dissimulação e contradições. Vejamos:
"À tarde, enquanto o grupo se reunia na sala do assessor de Segurança Nacional obamista, James Jones, o presidente Barack Obama apareceu no local.
Segundo relatos, ele foi simpático, mas protocolar. Perguntou aos empresários as principais dificuldades nas relações bilaterais. Disse que o país era parceiro estratégico não só em questões bilaterais mas também em regionais e globais e ressaltou a intenção de aprofundar a colaboração em biocombustíveis, na ajuda à África e ao Haiti e no combate à mudança climática."

Relevemos que "assessor de Segurança Nacional obamista" e "assessor de Segurança Nacional dos EUA" – como a imprensa internacional se refere ao ocupante do cargo – sugerem coisas e posições hierárquicas consideravelmente diferentes, e que a duvidosa primeira denominação não permite, a priori, afirmar que Jones "ocupa uma das posições mais poderosas no país", como atestou, quando da nomeação de Jones, a Time Magazine. A denominação oficial do cargo é National Security Adviser, e não inclui, é claro, nenhuma referência a Obama. Parece-me lícito deduzir que seu ocupante, embora naturalmente nomeado pelo presidente, serve contratualmente ao país. O que vocês acham?

Boa vontade analítica

Como mais uma demonstração de boa vontade analítica, participemos também, como faz o colunista, da brincadeira de fazer de conta que Obama "apareceu" no local. Afinal, é divertido supor que o presidente dos EUA gosta de enlouquecer sua entourage e o Serviço Secreto, improvisando seus atos a todo momento.

Agora, a sério, vamos à pergunta que não quer calar: Obama teria sido "simpático, mas protocolar"? A descrição da performance do presidente norte-americano no encontro, perpetuada no próprio texto de Dávila, contradiz a afirmação que o jornalista faz na abertura do parágrafo.

Senão, vejamos: um dos homens mais poderosos do mundo adentra, alegadamente por vontade própria, uma reunião de cúpula, enche os empresários de perguntas, ressalta a intenção de aprofundar colaboração com o Brasil em nada menos do que quatro áreas estratégicas e faz ainda questão de afirmar (em público, o que a matéria omite) que o país é "parceiro estratégico não só em questões bilaterais mas também em regionais e globais" – e tudo isso é ser protocolar? O que o colunista esperava, que Obama sapecasse uns beijos na Dilma?

A Folha oferece, ainda, uma sub-retranca que, uma vez mais, repete o truque da titulagem dissimulatória, dessa vez não permitindo sequer que se deduzisse qualquer interação com entes diplomáticos brasileiros: "Empresários dos EUA condenam tarifa ao etanol".

Mesmo na blogosfera a cobertura foi decepcionante, a ponto de Luís Nassif transformar em post o comentário do internauta Clovis Campos protestando: "Nenhuma informação em lugar nenhum".

Nos 42 comentários que se seguem ao post, nenhum link para blog sobre o tema, com a exceção óbvia dos para-oficiais (intitulados "os amigos do presidente Lula" e, falta de imaginação, "os amigos da presidente Dilma"). No restante da blogosfera, há reproduções de despachos de agências e das matérias citadas acima, mas se encontram – com o perdão do trocadilho – virtualmente ausentes textos críticos.

O Blog Por Simas ao menos conseguiu difundir a lista das empresas brasileiras que tomaram parte do encontro, ausente das reportagens: "Gerdau, Vale, Embraer, Coteminas, Odebrecht, Votorantim Participações, Sucocítrico Cutrale, Camargo Côrrea, Stefanini IT Solutions e Banco Safra".

Ciclo de omissões

É lícito lembrar, ainda, que esse ciclo de omissões ocorreu no meio de uma semana particularmente pobre de grandes assuntos, na qual, estivesse o jornalismo brasileiro funcionando em condições normais de temperatura e pressão, tais fatos diplomático-comerciais teriam tudo para ser manchete dos grandes jornais, com destaque para a tradicional fotografia dos protagonistas se cumprimentando – afinal, trata-se, no mínimo, de um momento histórico para o comércio entre os dois países.

Como explicar essa omissão da mídia ante um fato notório por si mesmo e que fornece tantos elementos para a discussão das relações Brasil/EUA e do realinhamento geopolítico do país em relação ao continente americano?

Há três hipóteses principais:

1. O fato não é relevante a ponto de merecer a devida atenção de nossa mídia, ocupada com denúncias mais sérias;

2. Nossa mídia é incompetente, e não foi capaz de avaliar a importância de um encontro de cúpula entre a nata do empresariado norte-americano e brasileiro com a alta burocracia dos dois países, nem de apurar que o presidente dos EUA participaria do encontro e a seu respeito se pronunciaria publicamente, conferindo-lhe importância diplomática incontestável;

3. Nossa mídia deliberadamente boicotou o evento por motivações políticas, preferindo omitir de seus leitores informações de extrema relevância para o futuro do país. Por quê? Por ser este comandado por uma ministra que é a principal opção eleitoral das forças políticas as quais, como se partido político fosse, essa mesma mídia tem sistematicamente repelido.

Passado condena grande imprensa

Vamos por eliminação: os caros leitores que têm fresca na memória as reportagens de capa (e com direito a fotos) dos grandes jornais com Pedro Malan e Armínio Fraga – de sobretudo, é claro – se reunindo com algum sub do sub do sub em Washington, que proliferaram durante as presidências de Fernando Henrique Cardoso, sabem que, devido ao número e à patente das autoridades envolvidas, o Fórum dos CEOs, vitaminado pela participação do presidente dos EUA é, comparativamente, muito mais importante. Mesmo porque significa o estabelecimento das bases para o redesenho das relações comerciais Brasil-EUA e o aval deste à estratégia de reposicionamento geopolítico do Brasil em relação ao resto do continente. Portanto, descartemos a hipótese 1.

Sobram, portanto, duas hipóteses, que não oferecem elementos para serem categoricamante descartadas a priori: a incompetência de nossa mídia ou sua omissão por razões político-eleitorais. Minha impressão pessoal é que, a despeito do atraso técnico e dos seguidos episódios de violação da ética jornalística (que não deixam de ser uma forma particularmente nociva de incompetência), esta última não é tão grave em nossa imprensa a ponto de ignorar um fato diplomático de primeira grandeza.

Mas deixo aos leitores a tarefa de julgarem por si mesmos, oferecendo, em contrapartida a tão dilacerante esforço, sábias reflexões do jornalista Perseu Abramo acerca da omissão na mídia, que ele interpreta como estratégia primordial dos grandes grupos de imprensa para desinformar e, assim, manipular o leitor/espectador.

Em trecho citado no blog do de Altamiro Borges, trata-se, segundo Abramo, de "um deliberado silêncio militante sobre determinados fatos da realidade. Esse é um padrão que opera nos antecedentes, nas preliminares da busca da informação, isto é, no `momento´ das decisões de planejamento da edição, naquilo que na imprensa geralmente se chama de pauta... O padrão da ocultação é decisivo e definitivo na manipulação da realidade: tomada a decisão de que um fato `não é jornalístico´, não há a menor chance de que o leitor tome conhecimento de sua existência por meio da imprensa. O fato real é eliminado da realidade, ele não existe".

Se por leniente incompetência ou se por má-fé eleitoreira, o fato é que a cobertura acanhada e des-hierarquizada do encontro de Dilma e Obama, além de manter desinformado o público leitor que a mídia tem por obrigação informar, é indicadora de um estado de coisas e de uma perspectiva futura temerária. Pois, se para episódios aparentemente menos consequentes envolvendo Dilma Rousseff o método adotado foi esse – transformar uma possível manchete em um fato menor, quase um não-fato -, tem-se uma idéia do que pode vir a acontecer quando os ânimos se acirrarem ao longo do pedregoso caminho que leva às eleições de outubro do ano que vem.

URL: http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=548IMQ003#


A MALANDRAGEM DA MÍDIA DEMO-TUCANA

Caríssimos leitores vamos ter cuidado com a malandragem da mídia DEMO-TUCANA.

O jornal O Povo em seu caderno de política coloca a seguinte matéria: mais uma crise: quando isso acaba? Eu respondo: quando a mídia DEMO-TUCANA (Globo, Folha, Estadão, Veja e assemelhados como o jornal O Povo aqui do Ceará) eleger o SERRA para presidente ou outro DEMO-TUCANO.


Caríssimos leitores, a batalha até o dia das eleições de 2010 será encarniçada. Tudo vale para criar um caos neste país que dá certo.


Vamos fazer um esforço e voltar ao ano de 1998, ou pouco antes (1997). O mundo estava em crise, o nosso país quebrado e governo tinha que fazer reajustes no câmbio (a desvalorização do real). A situação era crítica, muito grave, quase de insolvência de ossas contas públicas. Não havia investimento em infra-estrutura e nem nos serviços públicos porque o FMI é que mandava neste país. O malandro FHC era apenas um fantoche dos interesses americanos e aqui dentro continua um defensor dos interesses dos empresários malandros e da malandragem da "rede bobo".


Mais o que fez a mídia DEMO-TUCANA chamada por Paulo Henrique Amorin de Partido da Imprensa Golpista - leia-se: Rede Globo, Folha, Estadão, Veja e assemelhados) no ano de 1998? Respondo: escondeu do povo a falência do Brasil, escondeu do povo que o Brasil precisava fazer urgentemente um reajuste no câmbio, escondeu do Brasil, principalmente que naquele ano de 1998 existam eleições para presidente da República.


Na verdade não houve cobertura da mídia DEMO-TUCANA, principalmente da Rede Globo que é um câncer que precisa ser extirpado porque impede que este país se transforme em uma verdadeira democracia.


Tudo era feito para reeleger o malandro-subserviente-neo-bobo FHC, até esconder que o país estava quebrado. Estes covardes dos demo-tucanos precisam se esconder atrás da Rede Globo para ganhar eleições. Agora a ordem é eleger a todo o custo o incompetente do SERRA ou assemelhado.


Lembra-se que o FHC dizia que o Lula iria acabar com o plano real, que iria desvalorizar a moeda real? O que fez o FHC depois de eleito? Desvalorizou o real sem nenhum pudor. Os demos-tucanos são assim: mentirosos, serviçais da rede globo, dos interesses americanos e contra negros, nordestinos, pobres. O Serra é outro mentiroso: dizia ele na televisão que não iria deixar a prefeitura depois de eleito prefeito, mas a história mostra o contrário.


O covarde do Serra manda ordens na mídia DEMO-TUCANA para criar todo o tipo de crises no governo Lula. O seu governo, é um governo invisível, um governo medíocre e sem maiores realizações.


Sabem o que acontecerá com o Brasil, caso estes canalhas ganham a eleição? Vão vender novamente o país, vão retornar com as políticas entreguistas e defesas dos interesses americanos.


Caríssimos, o que está em jogo é o nosso futuro, o futuro de nosso país. Hoje somos um país mais independente dos americanos e precisamos aprofundar as políticas de soberania do governo Lula com a eleição da DILMA.


Vamos ao Sarney. O Sarney sempre foi um coronel da política brasileira, eleito através de um golpe na constituição brasileira depois da morte do Tancredo. É um serviçal, um incompetente, onde transformou o Estado do Maranhão em um dos mais pobres de nossa federação. Na verdade, este senhor que foi um grande serviçal da rede globo durante o seu mandato cometeu o erro de contrariar a mídia DEMO-TUCANA sendo aliado do governo lula.


O que está por trás da crise do senado? Derrotar o governo Lula, isto é a verdade absoluta. Se o Sarney tivesse do outro lado estaria sendo fritado? Claro que não. Sinceramente, espero que o povo brasileiro esteja amadurecido para perceber as malandragens da mídia demo-tucano, da hipocrisia dos demo-tucanos. O Brasil encontrou o seu caminho do desenvolvimento de seu povo.

O asno do FHC critica o senado, o governo Lula, mas esquece de seu desgoverno e sua filha que era empregada do senado, mas que ficava em casa. É uma crítica seletiva, onde aqui no Ceará, recebido pelo coronel do asfalto - Tasso disse o governo Lula é só propaganda. Você concorda?


Os colunistas daqui chamam-no de mestre, de ilustre, de o grande homem do Brasil. O homem que cobra cem mil reais para falar as asneiras para asnos aqui no Ceará. Todos eles se merecem.