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domingo, 11 de novembro de 2012

Violência em SP desnorteia Alckmin

Por Altamiro Borges

Durante algum tempo, o governador Geraldo Alckmin e a mídia chapa-branca - alimentada com verbas da publicidade oficial -, afirmaram que a segurança pública em São Paulo era um exemplo para o Brasil. 
 
Agora, porém, nem os jornalões tucanos conseguem mais esconder o desastre no setor. Como afirma o editorial da Folha de hoje (27), intitulado “Violência em alta”, o governo paulista deve explicações à sociedade sobre o clima de medo que reina no estado. A mídia também podia aproveitar e fazer autocrítica de tanta bajulação.

Os resultados do vale-tudo na Segurança paulista



No dia em que seis marginais foram fuzilados pela Polícia Militar de São Paulo, o governador Geraldo Alckmin liberou geral: "Só morreu quem resistiu".
Assinava, ali, a sentença de morte não apenas de mais marginais - e de inocentes também -, mas dos PMs que, desde então, foram fuzilados, por vingança, muitos em roupas civis e nas suas próprias casas.
É exemplo acabado da irresponsabilidade e falta de discernimento de quem ocupa cargos públicos relevantes.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Governo Federal propõe modelo de UPP´s cariocas em favela paulista

Polícia Militar na Favela do Paraisópolis. Foto: Apu Gomes / Folhapress  

 

Brasil de Fato

Da mesma forma que foi feito no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, em 2010, a medida de intervenção é feita em parceria com as Forças Armadas, Força Nacional de Segurança Pública, PM e tropas de elite

 José Francisco Neto da Redação
 
 


Nesta semana, cerca de 600 policiais militares invadiram as favelas de Paraisópolis (zona sul), Funerária (zona norte) e São Remo (zona oeste). O objetivo da ação, segundo a polícia, é prender assassinos de policiais, apreender drogas e conter a onda de violência nas periferias de São Paulo.