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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Cineasta desmascara Geraldo Alckmin em evento tucano

O Pinheirinho é do povo! -- crônicas do terrorismo do Estado




por http://www.youtube.com/user/cinelossolidarios
Desde domingo, dia 22 de janeiro de 2012, está acontecendo um massacre contra o povo em luta de São José dos Campos. 

9000 pessoas da comunidade do Pinheirinho foram despejadas numa operação de guerra fascista e de terrorismo de Estado. 

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

O que há de comum entre Privataria Tucana e o massacre dos moradores de Pinheirinhos


                Dilma muito ocupada em governar o país não tem tempo para um twitter em 2011, nem para desejar um feliz 2012, 

 mas certamente procurará esse povo da militância política em 2014. 

Muito estranho esse PT de Dilma. Com o caso da Privataria Tucana o que assombrou a militância política foi o silêncio do PT e do governo Dilma. Os movimentos socais estão se sentindo abandonados por esse governo, que parece muito assoberbado em governar, mas para quem? 

A popularidade de Dilma não está sendo inflada pelo jogo político da aliança demo-tucana e PIG? Não seria uma estratégia de incentivar o divórcio entre Dilma e os movimentos sociais? E fazer achar Dilma, que tudo está bem? Que não passará sufoco em uma provável eleição? 

A polícia assassina de Geraldo Alckmin trouxe para Pinheirinho um rosário em uma mão, na outra flores.



Carta Capital

Uma voz no tiroteio
Por Daniella Cambaúva

Diante da câmera, o porta-voz da Polícia Militar em São Paulo, major Marcelo Soffner, defende o trabalho dos quase 2 mil soldados durante expulsão dos moradores do assentamento Pinheirinho, em São José dos Campos. 


“A polícia não bate. Se teve problema, foi pontual”, diz. “A polícia é séria e tem como base o respeito aos direitos humanos, a filosofia de polícia comunitária e a gestão pela qualidade. Tudo o que fazemos fazemos com toda a dedicação necessária”, garantia.


O advogado Toninho e o major Marcelo Soffner durnate debate na TV

Ao seu lado, o advogado Antonio Donizete Ferreira, de 54 anos, parece não crer no que houve. Pudera: nos últimos três dias, corria por todos os lados da igreja para onde foram levadas as famílias do assentamento evacuado pelos policiais. Sempre cercado por moradores em busca de orientação.

“O que mais me entristece é ver, de um lado, gente pobre, soldado que é filho de operário, que é pobre, é assalariado, batendo em pobre, que está lutando por um teto. Enquanto o dono, que é o Naji Nahas, um criminoso do colarinho branco, está no seu ar-condicionado, dormindo numa cama King Size, enquanto tem uma criança dormindo no chão lá, com dois meses de idade”.

PINHEIRINHO: QUEM APANHA, LEMBRA

DEUS ESTÁ VENDO TUDO, DIZ MORADORA, DONA JOSEFA, DO PINHEIRINHOS.

Deus está vendo tudo, diz moradora, Dona Josefa,  do Pinheirinhos.
Desocupação de Pinheirinhos


por Latuff *

Este texto é um desabafo. Não pretendo que seja uma análise aprofundada. Outros artigos estão sendo escritos com esse propósito, por gente bem mais capacitada que eu. Expresso aqui a revolta que contamina meu coração desde domingo passado, quando acordei com a notícia de que os milhares de moradores do Pinheirinho, em São José dos Campos, estavam sendo desalojados.

Denúncia: estão roubando as doações para os sem-tetos de Pinheirinhos.

Blog do Rovai

Estudante relata desvio de doações no Pinheirinho

A estudante Isadora Szklo, 19 anos, me enviou um relato bastante preocupante por email sobre uma situação que viveu nesta quarta (25) no Pinheirinho.
Aliás, se a situação é ruim ela pode ficar pior, porque a mídia (incluindo a independente) que cobria o caso, já deixou o local. Os moradores agora estão à mercê da mão violenta dos governos de da polícia.

Segue o relato de Isadora:

A marca da maldade (e da destruição) de Alckmin e Cury



Os amigos do presidente Lula

Nunca vi coisa tão monstruosa como demolir casas de alvenaria (veja o vídeo), levantadas e melhoradas com dificuldade ao longo dos anos, onde era o lar de famílias com crianças e idosos, para deixá-los sem nenhum teto, tornando-os refugiados, para recomeçar a vida do zero.

Até na ditadura, havia construção de conjuntos habitacionais, antes de remover favelas.

Nada explica um prefeito e um governador, em vez de construir casas, demolir.

O cidadão de São José dos Campos e de São Paulo paga imposto para o governo fazer isso?

O drama humano de seis mil vidas, agora sem-tetos de Pinheirinhos