Translate / Tradutor

Mostrando postagens com marcador médicos cubanos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador médicos cubanos. Mostrar todas as postagens

domingo, 12 de maio de 2013

Médicos cubanos: bem vindos ao Brasil


Compartilho o texto abaixo. O tema urge uma discussão, mas que não seja longa porque as comunidades carentes precisam de médicos. Como resolver isso? Veja que a questão não é apenas médico, mas a debate entre mediciana curativa e medicina preventiva. Espero que ganhe o povo brasileiro com a vinda destes 06 mil cubanos. 

Médicos cubanos: bem vindos ao Brasil Por Hermann Hoffman, no sítio da Adital: A dor da indignação supera a dor física naqueles que necessitam dos serviços médicos no Sistema Único de Saúde (SUS). 

sábado, 11 de maio de 2013

Brasil trará 6 mil médicos cubanos para atender moradores de áreas carentes

Meus amigos e minhas amigas, façam uma leitura do texto abaixo e  e verão que os salários para os médicos trabalharem no interior são bem maiores, mas tenho que reconhecer que faltam hospitais e infra-estrutura tecnológica para os médicos trabalharem em condições mais dignas

Por fim, concordo que a medicina,  em nosso país, é  para uma elite que pode pagar... que é a medicina curativa

E precisamos inverter a lógica do mercado da saúde neste país... que é desenvolver uma saúde para a família e com família... uma saúde focada na educação alimentar, da prática de exercícios... e na prevenção contra as doenças.

Detalhes estão em negociação entre os dois países, mas a parceria já foi anunciada pelos chanceleres em Brasília
O Brasil deverá passar a contar com cerca de 6 mil médicos cubanos no sistema público de saúde, especialmente  em regiões carentes. Os detalhes estão em negociação entre os dois países, mas a parceria já foi anunciada nesta segunda-feira (06/05) em um encontro com o ministro de Relações Exteriores do Brasil, Antonio Patriota, e seu colega cubano, Bruno Eduardo Rodríguez Parrilla.
“Cuba tem uma proficiência grande nessa área de medicina, em farmacêuticos e em biotecnologia. O Brasil está examinando a possibilidade de acolher um número (de médicos cubanos) através de conversas que envolvem a Opas (Organização Panamericana de Saúde). Está-se pensando em algo em torno de 6 mil ou pouco mais” disse Patriota.
Os chanceleres Bruno Parrilla (à esq.), de Cuba e Antonio Patriota, no Brasil, em coletiva (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)

Por que os médicos cubanos assustam?

Para entender a resistência de médicos brasileiros e o CRM sobre a vinda de 06 mil médicos cubanos para atender as famílias e comunidades mais carentes deste país. Se você aprova tal medida compartilhe esta informação. Da revista Fórum

Elite corporativista teme que mudança do foco no atendimento abale o nosso sistema mercantil de saúde
A virulenta reação do Conselho Federal de Medicina contra a vinda de 6 mil médicos cubanos para trabalhar em áreas absolutamente carentes do país é muito mais do que uma atitude corporativista: expõe o pavor que uma certa elite da classe médica tem diante dos êxitos inevitáveis do modelo adotado na ilha,  que prioriza a prevenção e a educação para a saúde, reduzindo não apenas os índices de enfermidades, mas sobretudo a necessidade de atendimento e os custos com a saúde.
Essa não é a primeira investida radical do CFM e da Associação Médica Brasileira contra a prática vitoriosa dos médicos cubanos entre nós. Em 2005, quando o governador  de Tocantins não conseguia médicos para a maioria dos seus pequenos e afastados municípios, recorreu a um convênio com Cuba e viu o quadro de saúde mudar rapidamente com a presença de apenas uma centena de profissionais daquele país.
A reação das entidades médicas de Tocantins, comprometidas com a baixa qualidade da medicina pública que favorece o atendimento privado, foi quase de desespero. Elas só descansaram quando obtiveram uma liminar de um juiz de primeira instância determinando em 2007 a imediata “expulsão” dos médicos cubanos.
No Brasil, o apego às grandes cidades

Dos 371.788 médicos brasileiros, 260.251 estão nas regiões Sul e Sudeste
Neste momento, o governo da presidenta Dilma Rousseff só  está cogitando de trazer os médicos cubanos, responsáveis pelos melhores índices de saúde do Continente, diante da impossibilidade de assegurar a presença de profissionais brasileiros em mais de um milhar de municípios, mesmo com a oferta de vencimentos bem superiores aos pagos nos grandes centros urbanos.
E isso não acontece por acaso. O próprio modelo de formação de profissionais de saúde, com quase 58% de escolas privadas, é voltado para um tipo de atendimento vinculado à indústria de equipamentos de alta tecnologia, aos laboratórios e às vantagens do regime híbrido, em que é possível conciliar plantões de 24 horas no sistema público com seus consultórios e clínicas particulares, alimentados pelos planos de saúde.

Por que os donos de plano de saúde, "médicos mercenários" não querem a presença de médicos cubanos no Brasil?

Amigos(as) 

Eu sempre defendi a saúde pública, tendo com o foco principalmente a educação a prevenção. O nosso país precisa fazer esforços para evitar que o povo adoeça, mas no Brasil a "medicina que cura" virou um grande negócio de médicos "mercenários", de planos de saúde e "saúde privatizada".

Por JC
Do blog do Porfirio
Pedro Porfirio
Elite corporativista teme que mudança do foco no atendimento abale o sistema mercantil de saúde 
A virulenta reação do CFM (Conselho Federal de Medicina) contra a vinda de 6 mil médicos cubanos para trabalhar em áreas absolutamente carentes do país é muito mais do que uma atitude corporativista: expõe o pavor que uma certa elite da classe médica tem diante dos êxitos inevitáveis do modelo adotado na ilha, que prioriza a prevenção e a educação para a saúde, reduzindo não apenas os índices de enfermidades, mas sobretudo a necessidade de atendimento e os custos com a saúde.
Essa não é a primeira investida radical do CFM e da AMB (Associação Médica Brasileira) contra a prática vitoriosa dos médicos cubanos entre nós. Em 2005, quando o governador de Tocantins não conseguia médicos para a maioria dos seus pequenos e afastados municípios, recorreu a um convênio com Cuba e viu o quadro de saúde mudar rapidamente com a presença de apenas uma centena de profissionais daquele país.
A reação das entidades médicas de Tocantins, comprometidas com a baixa qualidade da medicina pública que favorece o atendimento privado, foi quase de desespero. Elas só descansaram quando obtiveram uma liminar de um juiz de primeira instância determinando em 2007 a imediata “expulsão” dos médicos cubanos.
No Brasil, o apego às grandes cidades