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terça-feira, 9 de abril de 2013

O que há por trás do golpe de estado no Paraguai?

1ª entrevista de Fernando Lugo após o golpe de Estado no Paraguai


O que há por trás do golpe de estado no Paraguai?

Do Vermelho

Além da semente transgênica da Monsanto, há também a necessidade de os EUA impedirem o acesso do Brasil ao Oceano Pacífico (e à China). 

Por Adrian Salbuchi, no Russia Today

Nada ali se refere exclusivamente ao Paraguai que, apesar de ser nação pequena, localiza-se no coração geopolítico e geoestratégico do continente sul-americano, como já observaram estrategistas brasileiros do século passado. 
Controlar o Paraguai é fator chave do controle sobre o continente, para os EUA, cuja principal meta é frear o aumento crescente da influência do Brasil, integrante do chamado grupo Brics, com Rússia, China, Índia e África do Sul.

A tentativa da Rede Globo e CIA de canonizar Margaret, a mãe do desemprego e da desigualdade social.




Canonizando Margaret por Vladimir Safatle 

"Não existe esse negócio de sociedade. Existem apenas homens e mulheres individuais, e há famílias." 

Foi com essa filosofia bizarra que Margaret Thatcher conseguiu transformar o Reino Unido em um dos mais brutais laboratórios do neoliberalismo.

Com uma visão que transformara em inimigo toda instituição de luta por direitos sociais globais, como sindicatos, Thatcher impôs a seu país uma política de desregulamentação do mercado de trabalho, de privatização e de sucateamento de serviços públicos, que seus seguidores ainda sonham em aplicar ao resto do mundo.

De nada adianta lembrar que o Reino Unido é, atualmente, um país com economia menor do que a da França e foi, durante um tempo, detentor de um PIB menor que o brasileiro. 

Muito menos lembrar que os pilares de sua política nunca foram questionados por seus sucessores, produzindo, ao final, um país sacudido por motins populares, parceiro dos piores delírios belicistas norte-americanos, com economia completamente financeirizada, trens privatizados que descarrilam e universidades com preços proibitivos.

Os defensores de Thatcher dirão que foi uma mulher "corajosa" e, como afirmou David Cameron, teria salvo o Reino Unido (Deus sabe exatamente do quê). 

É sempre bom lembrar, no entanto, que não é exatamente difícil mostrar coragem quando se escolhe como inimigo os setores mais vulneráveis da sociedade e quando "salvar" um país equivale, entre outras coisas, a fechar 165 minas.Contudo, em um mundo que gostava de se ver como "pós-ideológico", Thatcher tinha, ao menos, o mérito de não esconder como sua ideologia moldava suas ações.

A mesma mulher que chamou Nelson Mandela de " terrorista" visitou Augusto Pinochet quando ele estava preso na Inglaterra, por ver no ditador chileno um "amigo" que estivera ao seu lado na Guerra das Malvinas e um defensor do "livre-mercado".

Depois do colapso do neoliberalismo em 2008, ninguém nunca ouviu uma simples autocrítica sua a respeito da crise que destroçou a economia de seu país, toda ela inspirada em ideias que ela colocou em circulação. 

O que não é estranho para alguém que, cinco anos depois de assumir o governo do Reino Unido, produziu o declínio da produção industrial, o fim de fato do salário mínimo, dois anos de recessão e o pior índice de desemprego da história britânica desde o fim da Segunda Guerra (11,9%, em abril de 1984). 

Nesse caso, também sem a mínima autocrítica.Thatcher gostava de dizer que governar um país era como aplicar as regras do bom governo de sua "home". Bem, se alguém governasse minha casa dessa forma, não duraria muito.

Thatcher: um terror sem um átomo de humanidade

O cantor Morrissey, da banda seminal dos anos 80 The Smiths, reage à notícia da morte da ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher.

The Daily Beast


Thatcher é lembrada como
A Dama de Ferro porque só possuía traços completamente negativos, como a teimosia persistente e a recusa de ouvir aos outros.

Rede Globo descarta Carlha Vilhena como objeto que se joga no lixo, sem algum valor.

Muitos funcionários da Rede Globo descobrem tardiamente que suas vidas foram inúteis, trabalhando para uma organização bastarda, cujo único objetivo é defender  os  interesses  dela a qualquer custo, nem que para isso tenha que sabotar o próprio país e desempregar o  povo brasileiro. 
Você olha para pessoas como Jô Soares, Bonner, Cid Moreira e tantos outros funcionários envelhecendo, mas que não passam de um monte de estrume que não contribuíram em nada para o desenvolvimento de nosso país. 

O estrume, por exemplo , ainda tem alguma utilidade, mas esses serviçais não passam de vermes que a serviço deste câncer - Rede Globo de Manipulação - tentam sabotar o país continuamente, com suas matérias negativas que favorecem os interesses dos especuladores.

Ao contrário, optaram por ser instrumento de um entulho da ditadura civil-militar. 

DEU NA COLUNA DE DANIEL CASTRO – R-7
Foram dramáticos os últimos minutos da jornalista Carla Vilhena como apresentadora do Bom Dia São Paulo e do bloco paulista do Bom Dia Brasil, na última sexta-feira.

Bono desafia Lula: vamos fazer juntos um Bolsa Família planetário


Do Instituto Lula
O que era para ser um reencontro de dois amigos acabou se transformando em uma produtiva reunião de trabalho. Na tarde desta terça-feira (9), em Londres, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o músico irlandês Bono, líder da banda U2, conversaram durante uma hora e falaram sobre o programa Bolsa Família, segurança alimentar, fome na África e, claro, futebol, paixão de ambos.
Para baixar fotos em alta resolução, visite o Picasa do Instituto Lula.

A pedido do roqueiro e ativista social, Lula resumiu os programas de inclusão social realizados no Brasil durante seu governo e que permitiram que fossem retirados do estado de miséria absoluta mais de 30 milhões de pessoas. De lápis na mão, o ex-presidente fez para Bono um cálculo estarrecedor:
“Some os 9,5 trilhões de dólares gastos para salvar bancos norte-americanos e europeus, depois da crise de 2008, mais os 1,7 trilhões de dólares despejados pelos EUA na guerra do Iraque, e você terá mais de US$ 11 trilhões. Isso significa que os recursos jogados na farra dos bancos e na invasão do Iraque seriam suficientes para montar um mega-programa Bolsa Família que atenderia a todos os pobres do mundo durante 150 anos”.