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domingo, 7 de setembro de 2025

Lula, o Brasil e a Dissuasão Nuclear: riscos, oportunidades e o futuro da soberania brasileira.

Lula, o Brasil e a Dissuasão Nuclear: riscos, oportunidades e o futuro da soberania brasileira. 

Introdução

A decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apoiada pelo ministro Alexandre Silveira, de abrir espaço para estudos nucleares de defesa, mísseis hipersônicos e drones, bem como a proposta de consulta ao Congresso para permitir a fabricação de armas nucleares, representa uma reconfiguração estratégica do Brasil no cenário internacional. O país, que historicamente se manteve pacífico e subordinado às normas internacionais de não proliferação, agora entra em um território de alto risco, mas também de grande oportunidade: posicionar-se como potência dissuasória, capaz de defender sua soberania e projetar influência global.

Quem se Apropria da Pátria? O Desafio de Lula entre Soberania e Nacionalismo

Quem se Apropria da Pátria? O Desafio de Lula entre Soberania e Nacionalismo

O discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no 7 de setembro de 2025 trouxe à cena política uma forte defesa da soberania nacional, da democracia e do compromisso social. Sua fala buscou resgatar o sentido histórico da independência, vinculando-o ao combate à fome, à defesa da Amazônia e à valorização das conquistas dos trabalhadores. No entanto, para além da mobilização da base progressista, a mensagem deixou lacunas importantes em áreas estratégicas que poderiam atrair setores hoje cativos da narrativa da extrema-direita: o nacionalismo cívico, a defesa explícita do Brasil em todas as suas dimensões e o fortalecimento das Forças Armadas como símbolo de proteção e unidade nacional.

Independência ou Traição? Lula e a batalha pela soberania no 7 de Setembro.

 Independência ou Traição? Lula e a Batalha pela Soberania no 7 de Setembro

O pronunciamento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no 7 de setembro de 2025 se inscreve em um contexto político e geopolítico marcado por tensões comerciais, disputas de narrativas sobre soberania nacional e polarização interna. O discurso, embora revestido de celebração cívica e patriótica, possui forte caráter político e estratégico, articulando três eixos principais: a reafirmação da soberania nacional, a defesa da democracia e a crítica à oposição bolsonarista.