Os EUA são os maiores beneficiários do golpe no Brasil. É preciso desenhar? Veja o que diz Chomsky

Quem são os maiores beneficiários do golpe no Brasil? 
Externamente são os EUA e suas corporações. 
EUA porque eliminou, de forma inteligente, um concorrente e ainda se apossou dos espaços aéreo (satélites e Embraer), terrestre porque se fez exercícios militares na Amazônia e ainda se apossou da base de Alcântara. E marítimo porque controla a plataforma continental brasileira e suas riquezas de petróleo e outros minerais. 

Lideranças no judiciário (Moro, promotores dos MPF, Gilmar Mendes), lideranças da política como FHC e seus asseclas financiados pelo dinheiro dos Clinton, lideranças midiáticas como os irmãos Marinho e seu império de comunicação que aplica com competência o modelo de comunicação nazista, inventando mentiras e compartilhando visões de mundo do interesse do império estadunidense, criando as figuras dos manifestoches. E principalmente generais colonizados, traidores da Pátria Amada Brasil que estão servindo aos interesses dos EUA e de suas corporações. 
E nesse sentido é preciso denunciar os traidores da Pátria Amada Brasil. 
Esses traidores além de entregar todo o patrimônio do Brasil aos EUA, entregou suas estratégias, sua tecnologia como a energia nuclear brasileira e todo o seu desenvolvimento. 
Nesse sentido, precisamos de uma grande revolução para ensinar os nossos soldados e seus comandantes a defender com sangue e honra a Pátria Amada do Brasil, sua soberania, suas riquezas e seu desenvolvimento tecnológico. 
E o golpe não foi suave, foi devastador e pior do que 64 porque o Estado brasileiro está sendo desintegrado. 





Judge Murrow e procuradores made in USA - PHA

Os EUA deram um "golpe suave" no Brasil
O Golpe de 2017 também começou em Washington


Noam Chomsky é um sábio.

Recentemente, Chomsky elogiou o trabalho do chanceler (o melhor deles...) Celso Amorim.

Chomsky acompanha as desventuras do Brasil e, especialmente as dos Estados Unidos, embora prefira o otimismo (moderado) à desesperança, como demonstra nesse livro de entrevistas a C. J. Polychroniou sobre o "Capitalismo, o Imperio e a Mudança Social" (Haymarket Books, 2017).

Chomsky observa:

Embora decadente, "os Estados Unidos, do ponto de vista militar, permanecem supremos... Uma (maneira de exercer essa supremacia) é montar uma "coalizão de aliados de boa vontade", quando a opinião pública internacional majoritariamente se opõe ao recurso americano à violência, como foi no Iraque. Outra forma (de os EUA exercerem sua soberania) são "golpes suaves" ("soft coups") como acontece nesse momento no Brasil, aplicados em lugar do apoio a Estados neo-nazistas de segurança nacional, como aconteceu em passado não distante."

Noutro ponto, Chomsky se refere ao "golpe suave" que "os militares deram em Honduras, em 2009, e que Obama, praticamente isolado, apoiou"...

Precisa desenhar, amigo navegante?


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