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sexta-feira, 21 de julho de 2017

Por que o governo golpista não taxa bancos e cria o Imposto sobre Grande Fortunas?

Por que o governo golpista aumenta impostos sobre combustíveis ao invés de taxar lucros de bancos e regulamentar o Imposto sobre Grande Fortunas?

Quem está pagando a conta do golpe?

Bem, vamos aos fatos.

Temer optou por aumentar impostos sobre combustíveis e governadores estão aumentando alíquotas do ICMS para tapar o rombo das contas públicas.

Temer poderia, ao invés de aumentar o preço dos combustíveis, taxar lucros de bancos (são as únicas organizações que lucram em crise) e a regulamentação do Imposto sobre Grandes Fortunas.


Lembrando que a Constituição Federal de 1988, em seu art. 153, inciso VII, atribui à União competência para instituir imposto sobre grandes fortunas, nos termos de Lei Complementar. Entretanto, até agora esse imposto não foi instituído, nem editada a Lei Complementar para definir o que se deve entender como grande fortuna.

E sempre que a Constituição não cria tributo, apenas prevê a competência dos entes políticos da federação (União, Estados, Distrito Federal e Municípios) para fazê-lo, cabendo somente à lei sua instituição.

Pois bem, a última vez que se tentou aprovar esse imposto foi no ano de 2015, no entanto, mais vez os representantes da burguesia não deixaram avançar a regulamentação desse imposto que traria para os cofres públicos algo em torno de R$ 100bilhões ao ano. 

Também se poderia pensar a CPMF para quem faz movimentação financeira acima de 100mil por mês, mas não e empurra goela abaixo a carga tributária nas costas dos trabalhadores.

E por que esse governo golpista prefere aumentar impostos de quem tem menos renda?

Que impacto o aumento dos combustíveis terá para quem ganha acima de 30mil por mês?

Que impacto o aumento dos combustíveis terá para quem ganha salário mínimo?

Infelizmente o povo não entende que temos uma carga tributária que tira mais de quem tem menos renda e protege bancos e o grande capital com carga tributária suave.

Eis uma das causas do aumento da concentração de renda, principalmente ocasionados pelos impostos indiretos que são regressivos (a medida que a renda diminui, paga-se mais impostos proporcionalmente à renda).

Por exemplo, o ICMS e o IPI são tributos indiretos e regressivos. Isso significa que, proporcionalmente, quem ganha menos paga mais. Independentemente da capacidade contributiva, todos pagam o mesmo valor do imposto, que está embutido no preço de um produto.

Vamos dá um exemplo: o Neimar ganhar salários em tornos de 5milhões ao ano e resolve comprar uma Ferrari a vista. Pagará uma alíquota fixa (digamos em torno de 18%).

O João que ganha um salário mínimo, resolve comprar uma Shineray no valor de 3mil reais pagando essa mesma alíquota.

Pergunta, proporcionalmente à renda, quem pagou mais? E lembrando que Neimar pagará a vista, com desconto e ainda com IPVA pago. João pagará em 60 meses ainda terá que desembolsar uma boa quantia para regulamentar a sua Shineray.

Bem, esse o Brasil, com o seu sistema tributário regressivo que perpetua a miséria e a concentração de renda.

Voltando ao aumento dos combustíveis.

Esse aumento de impostos contribui para perpetuar a maior concentração de renda do planeta porque a conta será paga de quem está desempregado e ganhando salários que mal dá para a sua sustentação e de sua família.

Temos uma burguesia que precisa levar uma lição história. Anseio por uma queda da Bastilha nesse país para levarmos a burguesia a conhecer o que é viver com salário mínimo e pagamento uma carga tributária de 50% sobre essa "renda'.

Voltando a a proposta do senador por Sergipe Antônio Carlos Valadares (PSB-SE, ainda insuficiente para se fazer justiça social, mas já é alguma coisa. Cria-se o conceito nesse país de grande fortuna porque seu alcance atinge patrimônio superior a R$ 2,5 milhões, sobre o qual incidiria alíquota de 0,5%.

O texto regulamenta o inciso VII do artigo 153 da Constituição, que estabelece a competência da União para tributar grandes fortunas, nos termos de lei complementar.

Entende agora que o golpe não foi contra PT, Lula, Dilma, o golpe contra você e o restante da classe trabalhadora.


E por que não se regulamenta a Lei Complementar para definir o que se deve entendido como grande fortuna nesse país?

Anseio por uma queda da Bastilha nesse país para levarmos a burguesia a conhecer o que é viver com salário mínimo e pagamento uma carga tributária de 50% sobre essa "renda'. Voltando a a proposta do senador por Sergipe Antônio Carlos Valadares (PSB-SE, ainda insuficiente para se fazer justiça social.

O texto regulamenta o inciso VII do artigo 153 da Constituição, que estabelece a competência da União para tributar grandes fortunas, nos termos de lei complementar. Seu alcance atinge patrimônio superior a R$ 2,5 milhões, sobre o qual incidiria alíquota de 0,5%.

Outras quatro faixas patrimoniais para incidência do imposto são definidas no projeto: mais de R$ 5 milhões até R$ 10 milhões — alíquota de 1%; mais de 10 milhões até R$ 20 milhões — alíquota de 1,5%; mais de R$ 20 milhões até R$ 40 milhões — alíquota de 2%; e mais de R$ 40 milhões — alíquota de 2,5%.

E se existe uma carga tributária alta nesse país, ela incide nas costas dos trabalhadores que ganham menos e pagam mais impostos. Novamente, os trabalhadores pagarão impostos com a miséria e aumento do desemprego e todo o tipo de má sorte, mas até quando?

Quando faremos uma revolta contra essa cobrança de impostos exorbitante?

Novamente alerto. Cuidado com o discurso impostor do impostômetro. Quem paga impostos nesse país é a classe trabalhadora através dos impostos indiretos e de um sistema tributário regressivo.


Sobre aumentos dos impostos, você entenderá e será compreensivo com esse governo? 

Parece que sim, pela forma como todos estão calados e compreensivos, não é? 

Claro que  não haverá manifestações nas ruas e nem motoristas com os seus caminhões fechando as rodovias.
Está tudo caminhando bem, sem reclamações, sem manifestações dos patos amarelos. 

Até o final do ano você, eu, nós pagaremos 5,00 em um litro de gasolina. 

Dilma passou quase 04 anos sem aumentar o preço dos combustíveis, mas ninguém aceitou, não é? 
Poxa, o problema era a Dilma, coitada.

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