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domingo, 14 de maio de 2017

Brasil tem capacidade de desenvolver defesa própria, projetando e construindo submarino nuclear, míssil intercontinental ou bomba atômica, mas agora é um país colonizado pelos EUA.

Pensam falar em nome do Brasil
Há muito o Brasil tem capacidade de desenvolver defesa própria, projetando e construindo submarino nuclear, míssil intercontinental ou bomba atômica
Profa. Guilhermina Coimbra  - Carta Maior
São verdadeiros comediantes ridiculamente risíveis aqueles que sem pejo - trabalhando para os interesses de Estados fortemente armados - tentam colocar na cabeça da população brasileira o entendimento de que o Brasil não precisa se armar.

Ausentes de saber por falta de informação - na melhor das hipóteses - não percebem que o Brasil tem que se armar sim e cada vez mais fortemente, de modo a defender-se da cobiça sem tréguas sobre os minérios geradores de energia que jazem no território brasileiro.

As gerações de cientistas brasileiros cientes da importância da utilização dos minérios nucleares que jazem no território brasileiro - na geração da energia elétrica originada da energia nuclear - desde 1930, vêm trabalhando incansavelmente e sob a maior pressão, para impedir que sejam exportados in natura os minérios nucleares, todos, de uma única safra e esgotáveis.



Há mais de oitenta anos, o Brasil pesquisa, trabalha incessantemente e tenta utilizar os conhecimentos de seus técnicos para desenvolvimento do país.

Há muito, também, o Brasil tem capacidade de desenvolver defesa própria, utilizando a capacidade de projetar e construir um submarino nuclear, um míssil intercontinental ou uma bomba atômica.

No Brasil, a construção de um submarino nuclear, um míssil intercontinental ou uma bomba atômica é e tem que ser considerada uma questão de segurança de mais de 200 milhões de habitantes – inclusive das populações da América do Sul.

São mais de 200 milhões de habitantes em um território rico de matérias-primas, principalmente a geradora de energia: hidrocarbonetos/petróleo, gás e nucleares/urânio “o combustível do Século”.

Como de conhecimentos gerais os interessados em impedir o desenvolvimento do Brasil não costumam entender muito bem, deveriam, consultar os portugueses, para se informarem e entenderem que o território do Brasil não foi conseguido através dessas atuais invasões e posses ridiculamente covardes a que o mundo tem assistido.

São verdadeiramente uns cômicos – na melhor das hipóteses – aqueles que tentam perpetuar o subdesenvolvimento do Brasil ao tentarem perpetuar o desarme do Brasil desarmado.

Nenhum brasileiro duvida da capacidade do Brasil , a ser colocada em prática imediatamente - de projetar e construir um submarino nuclear, um míssil intercontinental ou uma bomba atômica.


A capacidade da qual se trata é uma questão de segurança da população brasileira – mais de 200 milhões de brasileiros e estrangeiros residindo no Brasil – e de se assegurar a utilização da tecnologia da PETROBRÁS para exploração do Pré-sal, a maior descoberta de petróleo deste Século.

O que impulsionou a PETROBRÁS e outras empresas no Brasil foi a exigência governamental de que todas as Agências do Governo brasileiro usassem empresas estatais em seus serviços de tecnologia. A exigência aliada ao estímulo a algumas outras empresas, foi que desenvolveu a tecnologia para explorar os depósitos do Pré-sal.

A PETROBRÁS - expurgados os corruptos políticos que a dirigiam - tem que continuar sendo o pilar do desenvolvimento nacional brasileiro industrial através de suas encomendas.

A população brasileira observa com indignação, lamentáveis decisões em determinados setores, exibindo a vontade de destruir o Brasil - através da sanha dos corretores imobiliários dos bens públicos do Brasil. Nem mesmo a PETROBRAS tem sido poupada.

O processo de desinvestimento e privatizações, com a venda de ativos e campos do Pré-sal à empresas estrangeiras promovido pelo Governo brasileiro causará, além da desindustrialização brasileira, significativa perda de autonomia.

O processo de desinvestimento e privatizações tem se desenvolvido, mais ou menos, assim:

- ou, o interessado em potencial, com muito espanto e riso contido - é procurado por um dos brasileiros corretores imobiliários dos bens públicos do Brasil que lhe faz a proposta indecente;

- ou os brasileiros corretores imobiliários dos bens públicos do Brasil – escolhidos a dedo, de acordo com o pesquisado grau de corrupção inerente a cada um deles – são procurados pelo interessado em potencial com a proposta indecente.

Face aos preços baixos de venda no mercado internacional – menos de 10% do valor real – é de se esperar novas corrupções.

Cercada por corruptos, corruptores e corrupção por todos os lados, a população brasileira não se interessa em saber qual a corrupção maior, porem, salta aos olhos, sem dúvida, a venda dos ativos da PETROBRÁS, porque a referida venda é a mais danosa de todas.

São os maiores humoristas do mundo - os setores ambientalistas que pressionaram o Banco Mundial, a recusar-se a apoiar a construção de hidrelétricas no Brasil, sob o argumento fajuto de que não podiam ser consideradas fontes limpas, por causa dos seus reservatórios.

Aliás, em termos de comicidade, ganham de goleada dos maiores cômicos do mundo, entre eles, os do Brasil.

Ou será que não são mais do que cômicos, pleitearem a livre concorrência, tentando impedir sistematicamente o Brasil de concorrer?

Outra comicidade: tentar tornar o Brasil desarmado através da maliciosa campanha do desarmamento.

Cômico, também, foi o Banco Mundial/World Bank, na demonstração de ignorância expressa. Não demonstrou inteligência nem a percepção necessária par perceber o que verdadeiramente embasou os tais “ambientalistas”:

-a preservação dos minerais geradores de energia que jazem no Brasil, para o mercado internacional do combustível;

Vai ver – dúvida atroz - o Banco Mundial/World Bank está, mesmo, sem subterfúgios, trabalhando contra o Brasil.

E aí, pergunta-se: o que estão fazendo os representantes mantidos com sacrifícios, pela população brasileira para defender os interesses do Brasil no Banco Mundial/World Baik?

É somente turismo, o que os representantes mantidos -com sacrifícios pela população brasileira - para defender os interesses do Brasil no Banco Mundial/World Baik fazem, entre os coquetéis e jantarezinhos, pagos através da contribuição da população brasileira, é?

Mandar retornar todos aqueles que efetivamente não estão prestando serviços eficientemente eficazes na defesa dos interesses do Brasil – é preciso.

Rechaçar argumentos dos amiguinhos - de dentro do Brasil - defendendo interesses de fora do Brasil - é muito, mas, muito mais do que preciso.

Help world! Au secours monde!

Será péssimo para o mundo não apoiar a defesa de interesses legítimos do Brasil.

A sofrida população brasileira pensa, raciocina, ridiculariza e está atenta.

O Brasil merece respeito.

*Curriculo Lattes, Pesquisadora, CNPq/CAPES, FGV-RJ/RJ..

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