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quinta-feira, 21 de abril de 2016

Adail Carneiro, O HOMEM DO EU, confessou que votou para atender aos SEUS interesses políticos.

 
Deputado Adail votou pró-golpe para "não ser prejudicado no PP" Em entrevista à rádio O Povo CBN, do Ceará, o deputado federal Adail Carneiro (PP) disse que votou a favor do impeachment mesmo acreditando que a presidenta Dilma Rousseff não cometeu crime de responsabilidade. Escancarado o método usado para garantir o voto pró-golpe, o deputado disse que foi assediado e diante da ameaça velada, mudou o seu voto para não se prejudicar. Vermelho





“Para ser muito franco, em eximo a responsabilidade que foi colocada como motivo para a instalação do processo de impeachment para cassação da presidenta Dilma. Eu discordo do parecer, mas lamentavelmente tive que votar contra para atender o partido”, disse o deputado em entrevista à jornalista Ana Paula Lima, na última segunda-feira (18).

Ele conta que foi exonerado do cargo de assessor especial de Camilo, 48 horas antes da votação, para votar contra o golpe, mas foi assediado por lideranças do PP e por se sentir coagido votou contra a democracia.

“Eu só resolvi votar a favor do impeachment a partir das 17 horas... Fui assediado pela direção do partido. Numa conversa com o presidente, vices, tesoureiro, secretários, acabei, para que eu não viesse a ser prejudicado dentro do partido eu tomei a decisão muito dura de ser tomada naquela ocasião, ponderando a minha ótima relação com o governador Camilo Santana, com o ex-governador Cid Gomes... Foi uma decisão muito árdua, porém necessária para a minha sobrevivência no partido”, confessou ele, admitindo que votou para atender os seus intereses políticos.

Brasil 27 19 de abril de 2016 - 10h38 Deputado Adail votou pró-golpe para "não ser prejudicado no PP" Em entrevista à rádio O Povo CBN, do Ceará, o deputado federal Adail Carneiro (PP) disse que votou a favor do impeachment mesmo acreditando que a presidenta Dilma Rousseff não cometeu crime de responsabilidade. 

Escancarado o método usado para garantir o voto pró-golpe, o deputado disse que foi assediado e diante da ameaça velada, mudou o seu voto para não se prejudicar. 

 Reprodução “Para ser muito franco, em eximo a responsabilidade que foi colocada como motivo para a instalação do processo de impeachment para cassação da presidenta Dilma. 

Eu discordo do parecer, mas lamentavelmente tive que votar contra para atender o partido”, disse o deputado em entrevista à jornalista Ana Paula Lima, na última segunda-feira (18). Ele conta que foi exonerado do cargo de assessor especial de Camilo, 48 horas antes da votação, para votar contra o golpe, mas foi assediado por lideranças do PP e por se sentir coagido votou contra a democracia. 

“Eu só resolvi votar a favor do impeachment a partir das 17 horas... Fui assediado pela direção do partido. Numa conversa com o presidente, vices, tesoureiro, secretários, acabei, para que eu não viesse a ser prejudicado dentro do partido eu tomei a decisão muito dura de ser tomada naquela ocasião, ponderando a minha ótima relação com o governador Camilo Santana, com o ex-governador Cid Gomes... 

Foi uma decisão muito árdua, porém necessária para a minha sobrevivência no partido”, confessou ele, admitindo que votou para atender os seus interesses políticos. 

A jornalista então questiona: “Dilma cometeu crime?”. E o parlamentar diz: “Para ser muito franco, em eximo a responsabilidade que foi colocada como motivo para a instalação do processo de impeachment para cassação da presidenta Dilma. Eu discordo do parecer, mas lamentavelmente tive que votar contra para atender o partido”. A jornalista, perplexa, pergunta ao deputado cearense se ela acha correto a conduta que teve diante de tal gravidade e interesse para o país. “Com a mais absoluta certeza, acho correto”. “A gente entende que essa é uma lastima muito maior que o PT e o PSDB. Uma necessidade de uma reforma política. 

Que a gente encare essa crise como algo institucional, algo enraizando na sociedade que faz com que pessoas que têm posicionamentos x, acabem se direcionando para falas y e que levam a um resultado z. É lamentável”, comentou a jornalista. 

 Em nota oficial, Adail tentou explicar o seu voto, afirmando que votou contra a vontade para votar com o PP.

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