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terça-feira, 17 de dezembro de 2013

O pessimismo militante da Globo, Veja, Folha, Estadão e e recado da BMW para os derrotistas no Brasil.


O povo brasileiro está acostumado a ouvir e falar mal do Brasil, por quê? Quais os motivos? A quem interessa disseminar informações negativas do Brasil? O fato é que temos uma mídia, representada e liderada pela Rede Globo, que fala mal e potencializa  críticas negativas ao nosso país. O fato é que dá nojo ler algum jornal brasileiro que só fala negativamente do país. E nem pensar assistir algum telejornal porque a impressão é que vivemos em outro país. 

Pelas lentes da Rede Globo e mídia periférica, apresenta-se um Brasil em falência, um Brasil onde o pessimismo é disseminado e um recado aos povos de fora: este é um país falido e sem futuro. Não venham para cá, não invistam porque vocês perderão dinheiro. 

Nesse sentido, dois textos desmistificam toda a cantilena negativa da Rede Globo e mídia periférica. 

Luis Nassif escreve sobre o pessimismo militante da mídia velha, que a cada dia perde credibilidade e com a vergonha de falar mal do Brasil. 

Nassif fala de uma conversa com um executivo de um grande grupo europeu que não se conformava com o clima de pessimismo da mídia velha, representada pela Rede Globo, como se aqui o país estivesse em grande recessão como Portugal, Irlanda ou Grécia, estgnados e desemprego crescente. Enquanto isso, no Brasil o consumo das famílias aumenta e o governo Dilma teve sucesso nos leilões de concessão.

Por outro lado, na contramão da cantilena negativa da Rede Globo e mídia periférica, o texto publicitário da BBW é forte e bate forte no pensamento vira-lata da do noticiário brasileiro. 

Veja aqui também matéria no 247

Diz o texto da BMW

O Brasil é um BMW. Nova fábrica BMW em Araquari, SC. Nasce hoje, para um Brasil maior amanhã.
Ultimamente, parece que está na moda questionar a capacidade do Brasil.
A capacidade do País de realizar, de crescer, de ser grande, de ser o país que todo mundo espera e precisa.
Permitam-nos discordar inteiramente dessa percepção. Para nós, o Brasil é um BMW.
Poucos países no mundo cresceram como este.
Cresceram em riqueza, cresceram em possibilidades, em autoafirmação e em plena liberdade.
O Brasil passou de mero espectador a vibrante realizador. Deixou de ser aquele sujeito que ficava à beira da estrada, só assistindo aos carros passarem, para virar motor do seu próprio destino.
Este país é único. Pensa novo. É original de fábrica na sua natureza, na sua língua, no seu povo.
Nenhum país hoje no mundo pode escolher um caminho que não passe pelo Brasil. Nada mais natural do que a BMW estar aqui.
Se alguns duvidam do Brasil, nós investimos 200 milhões de euros.
Se ficam com o pé atrás, nós pisamos no acelerador: vamos gerar mais de 3.500 empregos diretos e indiretos, numa fábrica com capacidade para produzir 32 mil carros por ano: BMW Série 1, Série 3, BMW X1, X3 e MINI Countryman.
Esta fábrica que hoje nasce em Araquari. Que vai incorporar o mesmo modelo de produção, excelência e controle de qualidade com que a BMW produz na Alemanha, trazendo mais know-how e tecnologia a este grande país.
A BMW acredita tanto no Brasil que este será um dos poucos países do mundo a poder fabricar os carros da marca. Um privilégio de pouquíssimos. Aliás, permitam-nos hoje também o privilégio de nos sentir um pouco brasileiros.
O Brasil não se compara a nenhum outro.
Seu estilo não tem igual no mundo. E breve, muito breve, ele vai estar ultrapassando, deixando para trás, falando sozinhos os que há pouco duvidavam da sua capacidade.
O Brasil é um BMW.
Por isso a gente já está se sentindo em casa.

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