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domingo, 7 de julho de 2013

Fato: Helena Chagas e Paulo Bernardo são um fracasso na área de comunicação do governo Dilma.

Dilma fala em reunião com governadores e ministros
Foto de Dilma, divulgada pela EBC, durante discurso com governadores e ministros
O setor de comunicação do governo Dilma comandado por Helena Chagas e por tabela pelo Ministro da Comunicação - Paulo Bernardo - é um fracasso geral. 
O governo Dilma perde pela incapacidade de se comunicar com o povo brasileiro, particularmente com a militância que a ajudou nas eleições de 2010. 
Temos um governo acéfalo no seu poder de se comunicar, mas principalmente pelo projeto de democratização da mídia brasileira, concentrada nas mãos de poucas famílias. 
A estratégia de Dilma de controlar a mídia, através do controle remoto revelou-se ingênua e burra, para não dizer um tiro no pé, quando esta mesma mídia trava golpes e contra-golpes com as medidas governamentais. 
Enquanto isso, a militância, ignorada pelo governo Dilma, ainda tenta lutar com as armas que têm, contra um sistema midiático que vai ganhando espaço e gordura neste governo que parece perdido.
Quem tem como Secretária de Comunicação uma ministra - Helena Chagas - quando o pai - Jornalista Carlos Chagas -  detona o governo e o PT no SBT e em outros espaços da mídia, é colocar uma Raposa do PIG para cuidar do galinheiro (setor de comunicação). 
E por outro lado, ter um Ministro da Comunicação - fraco e inoperante, com o único objetivo de eleger a mulher governadora do Paraná é apostar no fracasso do governo federal. 
Falta de aviso dos militantes não faltou e o governo vai naufragando em sua principal área - a área de comunicação. Já dizia o Chacrinha: quem não se comunica, se trumbica. 

Leia o texto abaixo e tire as suas conclusões, extraído do blog do aposentado




O Núcleo de Comunicação e Cultura do Partido dos Trabalhadores (PT) do Distrito Federal vem batendo pesado na assessoria da presidenta Dilma Rousseff. No documento intitulado As manifestações, o fracasso da comunicação do PT e propostas de superação e avanço, os petistas afirmam que “a onda de manifestações que o Brasil assistiu nas últimas semanas”, independentemente de “uma explicação mais abrangente para seus múltiplos significados, trouxe pelo menos uma clara certeza: o fracasso das políticas de comunicação, tanto do Governo Dilma, como do PT”.
Leia, a seguir, a íntegra do manifesto:
“Tendo em mãos conquistas econômicas e sociais importantes para dialogar com a sociedade, os Governos Lula-Dilma não organizaram avanços na área da comunicação. Os milhões de brasileiros que tiveram suas condições de vida elevadas, que puderam colocar seus filhos em escolas técnicas e universitárias e ter maior acesso a produtos materiais e culturais, não encontraram, ao mesmo tempo, uma política publica de comunicação que os permitisse dialogar seja com o governo, seja com o universo de ideias da inclusão social do PT para elevarem-se também no plano da consciência política. Estes vastos segmentos populacionais continuam sem opção para um diálogo superior, continuam mantendo o diálogo com as Xuxas, Gugus e Faustões.
“Especialmente essa massa de jovens que, segundo pesquisas recentes, querem entrar na esfera política, obviamente com uma nova estética, uma nova forma, uma nova pratica, não encontrou da parte do PT uma esforço comunicativo para um dialogo com a visão estratégica petista.
“Assim, apresentamos aqui algumas poucas ideias para o debate no interior do PT e também do governo Dilma.
“1 – Grito das Ruas – Primeiramente, seria central que a TV Brasil e os veículos da EBC, a comunicação educativa, comunitária e universitária, realizassem um jornalismo que contemplasse a enorme diversidade e pluralidade de opiniões que há sobre o atual processo político, econômico, social e cultural brasileiro. Que todas as reivindicações surgidas das ruas encontrassem na TV Brasil um espaço de diálogo organizado, ao vivo, com a participação aberta aos telespectadores, um verdadeiro Ágora Televisivo.
“Assim como são feitas atualmente Aulas Públicas sobre Tarifa Zero ou sobre a Democratização da Comunicação, experiências similares poderiam ser apresentadas em painéis democráticos na TV, nacionalmente, com manifestantes, militantes, especialistas, técnicos, personalidades sendo confrontadas para buscar explicações praticas para os problemas mais sentidos, especialmente a baixa qualidade dos serviços públicos de saúde, educação e transporte. Enquanto as TVs comerciais até suspenderam suas novelas para transmitirem, e manipularem o sentido das manifestações, a TV Brasil praticamente continuou com sua programação convencional, como se parte considerável da sociedade não estivesse indo para as ruas ou de olho nelas. Alias, o Programa poderia chamar-se Grito das Ruas!
“2 – Jornal Popular – Como aceitar que um partido que tenha eleito por três vezes consecutivas o Presidente da Republica não tenha condições de organizar um jornal nacional, popular, de massas, de distribuição gratuita ou a preços módicos??. Em vários congressos ou conferências nacionais o PT aprovou a criação de um jornal popular e esta bandeira vem sendo descumprida, esquecida. Agora, o partido paga um preço por esta omissão comunicativa. Um jornal popular seria um instrumento para promover este dialogo com as diversas esferas da sociedade, sentir a pegada da juventude, informar e ser informado também , por meio de um jornalismo transformador, das novas aspirações que estão surgindo numa sociedade que incluiu 20 milhoes de brasileiros ao consumo da eletricidade, por meio do Luz para Todos, apenas para dar um exemplo. Que aspirações novas surgem da elevação deste padrão de vida? Como dialogar politicamente com esta nova esfera da sociedade? Da mesma forma, o PT paga um preço alto por não ter feito a Batalha das Ideias em torno do chamado Mensalão, que provocou, sem respostas, sem defesa e sem provas, um enorme desgaste na imagem petista. Sem jornal próprio, o PT não teve como dialogar com seus militantes, seus simpatizantes ou com a sociedade em geral. Evidentemente, este jornal popular aqui proposta seria também produzido na internet, on-line.
“Por meio destas duas iniciativas, tanto o Governo Dilma, como o PT, poderiam, cada qual em sua esfera de ação, envolver de maneira organizada, em canais comunicativos amplos, os diversos setores sociais descontentes e os que procuram soluções para os problemas denunciados, permitindo-lhes apresentar ideias e propostas. Mas, também, seria possibilitado, via ampliação da democracia informativa, que haja canais para que a sociedade se informe, por exemplo, sobre porque são tão lentas a execução de certas obras na saúde, no transporte ou na educação, e , também, porque há dificuldades e quais na própria execução do orçamento para cada obra, muitas vezes dotadas plenamente de recursos suficientes para a sua realização.
“Para discutir em detalhes estas e outras propostas, sua forma de execução, propomos que o partido realize uma Conferência Nacional Extraordinária , bem como uma Conferência de Comunicação do PT, uma área em que registra enorme dificuldade de elaboração, planejamento e execução na relação com o governo Dilma
Núcleo de Comunicação e Cultura do PT-DF

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