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domingo, 16 de dezembro de 2012

Globo e FHC vendem o Brasil em Foz do Iguaçu

191010_fhcserraBrasil - Diário Liberdade - [Laerte Braga] O Hotel das Cataratas em Foz do Iguaçu está abrigando um dos mais sórdidos negócios de toda a história recente do Brasil. Fernando Henrique Cardoso e cento e cinquenta empresários estrangeiros estão acertando os ponteiros para a venda do País caso José “FHC” Serra seja eleito presidente da República.
 

O encontro é patrocinado pela Globo através de Raphael Eckmamm, da Globosat, e está cercado de toda a segurança possível para evitar vazamentos. Em troca da venda da Petrobras, do Banco do Brasil e de Itaipu, o ex-presidente está pedindo um volume maior de contribuição dos empresários, pressão sobre seus parceiros brasileiros e garantindo que a mídia privada deve provocar falsos escândalos contra Dilma e Lula até o dia das eleições para intimidar e coagir o eleitorado brasileiro.
O encontro é desdobramento da ação do governo dos EUA temeroso que a eleição de Dilma Rousseff mantenha a política externa independente do governo Lula e as opções feitas pelo Brasil nos últimos oito anos, em desacordo com as políticas de dominação que os EUA impõem a países latino-americanos como a Colômbia.
A forma de vender é simples. FHC negocia por baixo dos panos, longe dos olhos da mídia privada e José “FHC” Serra tenta passar a imagem de político sério, preocupado com os destinos do País num discurso recheado de denúncias vazias e inconsequentes.
Em
é possível encontrar o nível de intervenção norte-americana no processo eleitoral brasileiro em cumplicidade com a mídia privada. O principal agente norte-americano no Brasil é o próprio ex-presidente Fernando Henrique.
Falando a diplomatas e agentes de inteligência na Embaixada dos EUA no Brasil, em março de 2010, a secretária de Estado Hillary Clinton enfatizou:
“Na administração Obama estamos tentando aprofundar e alargar as nossas relações com um certo número de países estratégicos e o Brasil está no topo da lista. Este é um país que realmente importa”.
Hillary Clinton quer o Brasil de mãos dadas com Washington para evitar uma possível integração de países latino-americanos sem a dependência costumeira em relação aos EUA, bem como o crescimento da economia chinesa.
O governo de Obama designou o ex-chefe do Departamento de Estado de Assuntos do Hemisfério Ocidental, Thomas A. Shannon, como embaixador no Brasil com a missão de tentar domar Lula e sua política independente, assegurar o controle dos grandes empresários brasileiros (principalmente os ligados ao esquema da FIESP).
Às vésperas das eleições o embaixador tentou de todas as formas convencer o presidente Lula a alinhar o Brasil com os EUA e ofereceu vantagens como colaboração na produção de combustíveis renováveis e consentiram que aqui se estabelecesse uma divisão da Boeing, além de uma série de acordos com indústrias de defesa brasileira, incluindo a comissão de duzentos aviões tucanos para a força aérea dos EUA.
Lula não aceitou.
A equipe do embaixador dos EUA no Brasil está tentando cumprir a missão de ajudar “novas forças” e que sejam dóceis aos interesses de seu país. FHC é o encarregado de aliciar empresários brasileiros e conduzir empresários estrangeiros oferecendo em troca a Petrobras, o Banco do Brasil e Itaipu e todo um processo de subordinação aos EUA.
O encontro em Foz do Iguaçu é parte desse projeto
Uma das “missões” do grupo, que envolve brasileiros aliciados pelo ex-presidente, é impedir que Marina Silva declare voto a Dilma e, ao mesmo, tempo atrair simpatizantes do Partido Verde para a candidatura José “FHC” Serra.
ONGs norte-americanas também financiaram a campanha da candidata verde/marrom.
A CIA – Agência Central de Inteligência – emprega ex-policiais brasileiros demitidos de seus cargos por várias razões para o trabalho de campo e de vigilância, roubo de dados de computador e chantagem. Tem sido a tônica da campanha do candidato tucano.
Na embaixada dos EUA no Brasil estão perto de quarenta agentes da CIA, DEA e FBI, coordenando e orientando o trabalho dos aliciados e subordinados diretamente ao embaixador e ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
A ordem é manter José “FHC” Serra fora desse foco enquanto FHC faz os “negócios”.
Os planos incluem a abertura de dez novos consulados norte-americanos no Brasil, principalmente em cidades como Manaus, já que a Amazônia é um dos alvos preferidos e estratégicos dos EUA.
Na contramão da política de Obama de reduzir o tamanho das representações diplomáticas no resto do mundo, o Brasil é exceção. A expectativa dos EUA é que com José FHC Serra no governo, nos próximos 15/20 anos o Brasil passe a ser um polo geopolítico para os EUA na América Latina.
Todo esse aparato está fortemente infiltrado em ministérios, serviços de inteligência do Brasil, dentro da própria campanha da candidata Dilma Rousseff, em setores da Igreja Católica de ultradireita, como o bispo Luís Gonzaga Bergonzini e seitas neopentecostais.
No Judiciário a presença desses grupos é forte e neste momento atuam com força total tentando influir decisões da Justiça Eleitoral. A rigor, a campanha no Brasil está cercada de decisões e tentativas de impedir um debate real sobre os interesses norte-americanos.
O encontro de Foz de Iguaçu é uma espécie de arremate do processo. É onde as joias da coroa brasileira – Petrobras, do Banco do Brasil e de Itaipu – estão sendo oferecidas como garantia de submissão total num eventual governo José “FHC” Serra.
O papel da mídia é distorcer pesquisas, evitar notícias contra José “FHC” Serra e intensificar as denúncias contra Dilma Rousseff. O raciocínio é simples. Qualquer denúncia contra Dilma, neste momento, surtirá efeito. Não haverá tempo hábil para desmentidos. O papel da mídia é encurralar Dilma e o presidente Lula e evitar que possam reagir a esse massacre.
FHC é o avalista de José “FHC” Serra junto aos investidores e ao governo dos EUA.
No que diz respeito à mídia privada, o laranja real dos EUA é o grupo Globo (jornal O Globo, revista Época e principalmente Rede Globo). Todo o esquema de notícias falsas e denúncias forjadas corre pelos corredores da Globo. O resto vem a reboque em função do esquema.
FHC é o principal coordenador do golpe e do processo de recolonização do Brasil. O operador das vendas em troca de apoio maciço a eleição de José “FHC” Serra e lógico, gordas propinas.
Em Foz do Iguaçu, uma das afirmações peremptórias do ex-presidente Fernando Henrique é que “não podemos perder as eleições sob pena de perdermos a possibilidade de concretizar todo esse projeto”.
Sobre o encontro o deputado Brizola Neto publicou em seu blog que o Hotel das Cataratas confirmou o evento. Não há como negar, centenas de hóspedes viram o agente norte-americano Fernando Henrique Cardoso circulando por suas dependências.
É crime de traição. Há uma clara tentativa de golpe branco no Brasil e contra o Brasil e os brasileiros.
Vai abaixo a qualificação e informações sobre os três nomes que citei no artigo de domingo em que desafio tucanos a negar uma só palavra dessas denúncias.

Alice W. Handy - Fundadora e Presidenta, Alice é a diretora de investimentos responsável pela estratégia de investimento de carteira e da política e trabalho com a equipa de gestão sobre as decisões de investimento. Antes de ocupar este cargo, Alice passou 29 anos gerenciando a negociação para a Universidade da Virgínia. Ela começou como primeira Oficial de Investimentos, mais tarde tornou-se Tesoureira e, finalmente, a presidenta da Universidade de Virginia Investment Management Company. Alice começou sua carreira como uma carteira de obrigações Gerente e Vice-Presidente da Carteira de Obrigações e Assistente na Companhia de Seguros de Viagem. Ela também atuou como Tesoureira de Estado da Virgínia de outubro de 1988 a janeiro de 1990. Alice atualmente atua no Conselho Consultivo do Comitê de Investimentos da Fundação Rockefeller e Conselho de Administração da Companhia de Seguros Vida Shenandoah, e Bessemer de Valores Mobiliários .Alice também é presidenta do Conselho de Thomas Jefferson Foundation.
Endereço:
126j Garrett Street
Charlottesville, VA 22902-5613 – USA
Anjum Hussain, CFA, CAIA
Diretor de Gestão de Risco
Tel.: 0021 1 216-368-5281
http://www.linkedin.com/pub/dir/Anjum/Hussain
Anjum se juntou ao Escritório de Investimentos em 2006. Ele supervisiona as funções que são essenciais para a gestão de risco que se relacionam com, investimentos, operações, sistemas de tecnologia, gerenciamento de dados e relatórios. Ele é responsável pela alocação de ativos / processo orçamentário de risco (construção e implementação de vários modelos quantitativos). Ele também está ativamente envolvido em revisões, gerente de monitoramento de desempenho e estilo, determinando o ajuste no contexto do portfólio global, e em decisões de contratação / denunciar os gestores. Além disso, ele é responsável pela identificação, pesquisa e execução de cobertura e estratégias de gestão de risco, bem como estratégias de sobreposição alfa, utilizando derivados e / ou produtos estruturados. Ele também é ativo no desenvolvimento para facilitar a gestão de riscos e medição, testes de esforço e de relatórios de dotação.
Ele tem experiência anterior como analista de investimentos com Oberlin College, consultor financeiro da Smith Barney, gerente de portfolio / Patrimônio, Analista de Pesquisa com Victory Capital Management (Key Bank), Diretor de Tecnologia e Operações com Victory Capital Management (Key Bank) e vários outros papéis de tecnologia relacionada com as divisões de Key Bank Trust e os seus antecessores Sociedade e Ameritrust.
Keith Johnson é o tradutor do grupo de empresários estrangeiros.
Raphael Eckmann juntou-se à Tarpon em 2007. Atualmente, trabalha na área de Desenvolvimento de Negócios, sendo responsável pelo relacionamento com as regiões da Ásia, Oriente Médio e EUA. Anteriormente, foi Diretor Comercial de uma das empresas do Grupo VR. Raphael também foi Gerente Comercial da Globosat Canais, da Câmara Americana de Comércio e Analista Sênior de Portfólio de Real Estate da Binswanger Inc.
Raphael formou-se em Engenharia Civil pela Universidade Mackenzie, em São Paulo, e fez MBA na Universidade de Pittsburgh.
* Laerte Braga é jornalista e colunista do Diário Liberdade.

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